Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016

Por Terras do Sabugal, passo a passo - Fóios

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Mal saíra da bela Aldeia do Bispo vi um homem, estrada fora,  que, mais madrugador que o sol, lento,  ia depenicando amoras silvestres, na berma da estrada.

Eu, de passo estougado, depressa o alcancei. 

- Bom dia! Então, vamos até aos Fóios?

- A pé? Nem pensar! No me diga que você vai a pé! Atão vossemecê donde é?

- De Vilar Maior?

- Catancho! Sabe, a minha avó era de lá, da família Ferreira. Chamava-se Maria Ferreira.

Desfolhei, de cor, um pouco do livro genealógico da família Ferreira. E, em jeito de despedida:

-Tenho que ir andando que depois o sol aperta.

- Então, ainda nos encontramos lá pelos Fóios no Encerro.

Foi, assim, que soube que iria encontrar a terra a visitar em estado de festa. Estrada fora, fui vencendo a mais longa subida deste passo a passo e, chegado ao alto, deparou-se-me, à esquerda, a indicação da nascente do rio Coa.  Segui a indicação da direita que indicava miradouro. Subida íngreme até ao cume, onde me sentei junto ao marco geodésito, estonteado por paisagem tão vasta que os olhos mal poisam no último dos horizontes. Por cima de mim, as pás da eólicas não paravam de rodar, impelidas pelo vento que fazia rodar um exército enorme de iguais engenhos aqueles que antes do sol nascer me aparem como luzes vermelhas. E pus-me a pensar o que D. Quixote não diria de tão numerosos e gigantescos moínhos de coisa nenhuma. 

Agora na descida tudo é mais fácil. A paisagem que, escondido, o Coa sustenta com água abundante, torna-se exuberante, os carvalhos e os freixos mais frondosos e mais densos, mais lameiros e pastos mais verdes, os castanheiros dominadores, carregados de ouriços, começam a imperar na paisagem. 

E, mal entro na aldeia, sinto no ar um clima de festa que torna o 'bom dia', da salva, dos habitantes num convite ã que me torne alegre e contente.

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Passo da margem direita à margem esquerda do Coa, ainda menino, para ver a aldeia acocorada na margem esquerda, descendo preguiçosa para o rio. 

Aqui e ali, rapazes e homens de pau na mão, seguem todos no mesmo rumo, carreiro acima, como se estivesse eminente uma qualquer hierofania no cimo do monte. Saudei e abordei um homem determinado no caminhar:

- Bom dia! Então, para onde vai?

- Atão, vou pronde vai toda a gente!

Explicou-me que era lá em cima no Lameirão. Não tivera que regressar a pé, caminho de Aldeia do Bispo, e teria acedido ao rogar insistente do homem:

- Venha que vai gostar! Olhe que há lá comida e bebida com fartura.

Por toda aldeia a azáfama no terminar dos últimos preparativos era intensa, nomeadamente na certificação que todas as ruas estavam encerradas e que os touros chegariam, sem tresmalhos, ao Encerro. 

O sol já queimava quando deixava esta tão animada aldeia, de onde quase todos emigraram e que, terminada a festa, voltariam a França. Em conversa co um habitante rematei:

-Tenho que ir, que se faz tarde.

- Atão e vai a pé?

-Então, que remédio!

- Pois vá que 'Sarna com gosto, não cansa''

 

 

publicado por julmar às 22:50
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016

Por Terras do Sabugal, passo a passo - Aldeia Velha

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Pela estrada fora passo a passo, quase sem carros, apenas o barulho das sapatilhas no asfalto e o chilrear dos pássaros nos carvalhais. Por vezes, o chocalho de uma vaca, animal dominante em todo o concelho. Nem cabras, nem ovelhas. Estamos no reino das vacas e do arame farpado que veda as cercas onde pastam. Por isso, fiquei satisfeito ao ouvir a voz de um burro que pode não ter chegado aos céus mas me trouxe à terra do tempo ido. Depois de uma curva, mais um pedaço de estrada a palmilhar que vai até onde a vista alcança sempre à espera de sinais de proximidade do povoado. E acabam por aparecer com um campo de milho, um estábulo de vacas e, sobretudo, os sons: o cantar dos galos, o ladrar dos cães, o roncar de um motor de rega. Nada de vozes humanas que é muito cedo e também já não se berra alto para chamar nem para acudir que os telemóveis substituíram o alarido. Assim se chega a Aldeia Velha com o Lar de Nossa Senhora dos Prazeres à entrada. Um dia mais tarde, ninguém saberá explicar porque é que os lares da terceira idade são á entrada (ou saída) das povoações. Um átrio do povoado cheio de verde que o rio Cesarão, de nascente ali tão perto, no lugar da Churreira, sustenta. 

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E mal assomei para o rio da minha vida, reparo nos tufos de florinhas roxas. Eram poejos! E saltando ao rio colhi um farto molho que me há-de servir, na saúde, na confeção de umas migas ou, na inesperada dor de barriga, um cházinho. E bem me podia ter quedado aqui pela entrada que é um belo lugar e que esculturalmente nos indica a maior manifestação cultural deste povo, comum e competitiva entre os povos vizinhos da Raia.

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 E, a festa maior, em honra de S. João Batista não dispensa a garraiada. Tudo está preparado.

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E a senhora que me convidava para as cerimónias religiosas, na quarta feira, argumentando que era uma procissão muito linda,  me dizia: - Olhe que não há uma igreja mais linda de S. João Batista no Concelho do Sabugal! Com o que não me foi difícil concordar, depois de ter olhado aquele altar-mor.

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publicado por julmar às 12:33
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016

V Feira de Talentos, uma vez mais

E já lá vão cinco. A todos os que participaram nesta V Feira de Talentos, em especial àqueles que os apresentaram, os nossos parabéns. Cabe também um agradecimento à Câmara por ter aproveitado este evento para a inauguração desta nova fase do museu e pela sua abertura no dia da feira (e não é aqui e agora o momento de falar sobre a necessidade da sua abertura ao público de uma forma regular).

Por estas terras as coisas não são fáceis, nunca o foram. Resignar-se a existir é deixar-se morrer.

Por isso, insistimos e resistimos.

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 E Vilar Maior acordou com o seu melhor rosto para a V Feira de Talentos

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E a barraquinha de João Marques foi um êxito de vendas: os saquinhos de amêndoas cascudos desapareceram enquanto o diabo esfrega um olho. Mais que houvesse para vender. Pois é, depois dizem: se eu tivesse pensado tinha trazido as nozes, isto e aquilo.

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A Sara com a sua barraquinha de vendas, da iniciativa da Junta de Freguesia, tinha literatura sobre Vilar Maior, a maio parte da autoria de Mário Simões.

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Olímpia e filha confecionaram e a presentaram deliciosos doces que se mais houvesse mais tinham ido.

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A Maria do Céu, apresentou manjericos (rega, rega o manjerico) e outras variedades de flores e um vasto surtido de plantas aromáticas.

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A Carla, assessorada pelo Afonso, deliciou com gaufres acompanhados de compota, entre outra doçaria

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 Carolina Martins, Alexa Silva e uma amiga apresentaram deliciosa doçaria e bebidas, em conformidade.

A Alexa feirante ambulante vendeu, ainda, bijutaria.

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A Teresa Seixas (RecreArte) apresentou uma rica variedade de artesanato – artes decorativas – que atraíram a atenção dos cirandantes.

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Júlio Marques apresentou livros seus e de outros autores e edição de um disco de 'poesia bemdita' e outro de desenvolvimento pessoal.

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A Bárbara Cardoso apresentou os já tradicionais licores da Casa Villar Mayor (TurisPedros) e organizou a Corrida de Arco

mariana.jpgA Mariana, com a ajuda do Hugo, de graça, com graça, cirandou pela praça puxando pelo lado cómico das gentes.

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O Carlos Martins  e a sua equipa tem de passar uma semana a cozer pão porque não chegou para as encomendas. É preciso comer deste pão para saber que o pão não é todo igual.

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A barraca  da Comissão de Festas vendeu rifas, coleções de postais sobre Vilar Maior (autoria de Carlos Fragoso), T-shirts, Sweatshirts, pack de vinho, calendários, etc

À Sara Fernandes coube o cumprimento da obra de misericórdia de dar de comer a quem tem fome com frango assado na brasa, no largo do Pelourinho.

O dia terminou animado, com a festa do emigrante, com um jantar muito concorrido, no Largo do Pelourinho , seguido de baile pela noite dentro.

publicado por julmar às 04:51
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Sábado, 13 de Agosto de 2016

Dia da Inspeção - Quem são?

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                 (Fotos cedidas por José Cunha)

 No tempo do Estado Novo, a ida à inspeção militar era um dia de festa. Os mancebos que atingiam os 20 anos tinham que se apresentar no Distrito de Recrutamento Militar (DRM) para serem avaliados na sua robustez física para cumprirem o serviço militar. Os resultados da inspeção traduziam-se para cada um, numa das seguintes situações: Apurado, Livre, Esperado. No último caso haveria de ir, posteriormente, para nova avaliação. 

Claro que todos desejavam ser apurados, pois isso, significava ir para a tropa, sair da terra e, com sorte, conseguir um melhor emprego, nomeadamente na Guarda Fiscal ou Republicana ou na Polícia.

Era um dia de festa para a rapaziada em que o vinho corria farto, estrejavam fogurtes no ar e o tocador tirava da concertina a maior animação.

Os mancebos nascidos em 1936 terão ido à inspeção em 1956, ano em que se apresentaram, segundo informação de José Cunha, um dos presentes na foto, vinte e dois rapazes, quem sabe o maior número de sempre.

Então quem são os da foto? E os restantes?

 

 

publicado por julmar às 12:58
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Museu de Vilar Maior abriu portas na V Feira de Talentos

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No dia 10 de Agosto houve a ianuguração do museu da Vila, presidida pelo senhor Presidente da Câmara que traçou o quadro em que nasceu e se desenvolveu. O senhor presidente da Junta da União de Freguesias agradeceu a todos os que tornaram possível esta nova fase do museu e convidou os presentes para um Porto de Honra, quando terminada a visita guiada por uma das técnicas museólogas que explicou e justificou as escolhas feitas para a nova vida que o museu agora inicia.

Poderá saber mais, no seguinte link da Cãmara

https://www.facebook.com/sabugal.concelho/photos/?tab=album&album_id=816099341854448

 

 

publicado por julmar às 11:40
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

Turismo em Vilar Maior

turismo.jpgOrganizada pelo blog PORTUGALNOTÁVEL de Carlos Castela, tivemos hoje a visita a Vilar Maior de um grupo de pessoas que, sob a orientação da guia Rita Miguel, apreciaram o nosso património com destaque para a Pia Batismal, Igreja de Nossa Senhora do Castelo e o Castelo. Mais gente que aprendeu um pouco de nós e da nossa história. 

O nosso agradecimento ao Carlos Castela pela divulgação que tem feito do nosso património. 

publicado por julmar às 12:05
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Domingo, 7 de Agosto de 2016

Bodas de Prata

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Na Igreja Matriz de S. Pedro, cheia de conterrâneos, amigos e familiares, em missa presidida pelo pároco, Daniel Cordeiro, Carlos Valente Martins e Eugénia renovaram os votos de matrimónio feitos há vinte e cinco anos. Ao casal os nossos votos de uma vida venturosa e feliz.

publicado por julmar às 11:20
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Sábado, 6 de Agosto de 2016

Abertura do Museu

 

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Integrada no contexto da V Feira de Talentos, após obras no espaço do museu e reorganização de todo o espólio, vai ser inaugurada uma nova fase da vida do museu, no dia 10 de Agosto, às 18 horas, com a presença de suas excelências o Presidente da Câmara e o Presidente da Junta. Para esta cerimónia, convida-se a população, em geral, e, em particular, a população da União de Freguesias de Aldeia da Ribeira, Vilar Maior e Badamalos.

E, indo à origem da palavra inauguração (do Latim inaugurare, “examinar os augúrios ao começar um ato, consagrar”), auguramos um futuro em que este museu seja uma importante mais valia na divulgação da terra e das gentes da Vila.

publicado por julmar às 11:45
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

V FEIRA DE TALENTOS

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Pela quinta vez, o blog "Vilar Maior, minha terra minha gente" vai realizar a Feira de Talentos de Vilar Maior. Este ano terá lugar no dia 11 de Agosto, 5ª feira, integrando-se na Festa do Emigrante.

Já sabe como é: tudo depende de si, a feira é sua, a feira é de todos. Você vai fazer a diferença porque vai cirandar por lá, porque você faz renda como ninguém, porque você pinta, porque você tem um poema, porque sabe fazer um bolo especial, porque faz uns bolos de bacalhau especiais, porque tem fotografias da vila, porque tem umas velharias que gostaria de vender ou trocar, porque tem uns queijos, uns litros de feijão, umas amêndoas cascudas ou nozes para vender. Porque tem um número para apresentar. Há na vila escritores, pintores, escultores, fotógrafos, habilidosos, gente com jeito. Tem uma banca à sua disposição para vender, para mostrar.

 Então, VAMOS À FEIRA!

publicado por julmar às 10:50
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

Vilar Maior, aldeia da minha infância - Susana Marques

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“- Vou passar o Natal à vila. “ - Esta é uma das frases que mais se deve ouvir nas casas de muitas das famílias das cidades. Quem diz o Natal, diz também todas as outras férias. É lá, na “vila” que estão as suas raízes, os seus familiares. É lá que se sentem, verdadeiramente, em casa.
Também eu, nascida em Mafamude, Vila Nova de Gaia, tenho uma “vila”. Os meus pais, embora residentes em Gaia são naturais de Vilar Maior, uma pequena aldeia do Concelho do Sabugal. Tendo nascido em inícios de dezembro, vim com 15 dias para esta aldeia, passar o Natal. Desde aí, as minhas férias passaram por aqui. Quer eu, quer o meu irmão tivemos a sorte/felicidade de não termos que dividir as férias em dois ( na terra da mãe e terra do pai), o que era muito bom, pois os amigos que fizemos em pequenos, continuam a ser os mesmos, agora, na idade adulta.
Os meus avós viviam em locais distintos da aldeia: os maternos viviam junto das “Escolas” (antiga escola primária, agora desativada por falta de crianças) numa ponta da aldeia e os paternos viviam no Largo da Praça ( local central da aldeia).
Para mim, na altura, as distâncias eram enormes. “- Vai até à casa da tIa Beatriz, Susana. “ E eu, “ - É muito longe”. Se tivesse que ir à ribeira, tinha que ir com alguém, porque achava que me ia perder. Quando somos crianças, tudo nos parece maior ou mais longe!
No Verão, eu, o meu irmão, primos e amigos vamos todos para a Ribeira, a nossa piscina natural, já que não havia outra. Brincávamos, jogávamos à bola, íamos até ao Castelo, passeávamos, tudo sem que os nossos pais andassem atrás de nós, pois havia sempre alguém que nos tinha visto e, claro, o nosso relógio era o sino da igreja.
Por cada casa que passemos, existe alguém que nos saúda - “ Bom dia, Susana, vais à Praça”, - pergunta a ti Isabel; “ - Os teus avós estão bons?” - pergunta a Helena. Toda a gente se conhece, desde o mais idoso ao mais novo e, se por acaso, não conhecerem, perguntam se somos netos do Seixas ou da ti Graça e, ficam logo a saber quem somos.
Os meus avós maternos tiveram, durante muitos anos, um café. Eu adorava vir para cá e ajudá-los. “ - Susana, tira um café ao Sr Carlos/ dá uma mini ao Manuel” Foi a minha apresentação ao mundo do trabalho. Uma das lembranças desse tempo era a de um dos clientes do café querer-me ver “afinar” por causa do futebol. Chateava-me tanto, mas eu não me calava. Tudo por eu ser do FCPorto. (aqui, a maior parte das pessoas são do Benfica). Ainda hoje, o senhor quando me vê mete-se comigo por causa disso, mas eu já não ligo.
O telefone fixo, chegou a casa das pessoas, muito tarde e o único sítio que to tinha era o comércio. Quantas vezes me lembro de ouvir a Dona Aninha a chamar as pessoas “- Ó António, a tua tia vai-te telefonar daqui a cinco minutos. Despacha-te”. Caso quiséssemos telefonar, acontecia o mesmo. Lá nos dirigíamos ao “Comércio”, onde estava a cabine telefónica. Os tempos foram passando e agora toda a gente tem telefone e telemóvel, embora só haja rede nos locais mais elevados da aldeia ou se tiver uma determinada operadora.
Este local, para mim, é muito calmante e traz-nos muita tranquilidade. O poder observar as estrelas à noite, o ouvir os passarinhos, o não termos pressa para fazermos o que precisamos e, para além disso, poder desfrutar à nossa vontade da beleza natural e ficar a conhecer um pouco da nossa história, através do nosso castelo, ponte romana, igrejas e pelourinho é uma Maravilha.
Embora não sendo natural daqui. sinto-a como sendo a minha segunda terra.

publicado por julmar às 21:24
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