Quinta-feira, 10 de Abril de 2014

OS MARTÍRIOS da PAIXÃO DE CRISTO

Há muita gente, prestando serviço à comunidade, que passa despercebida e a quem, injustamente, nunca se faz o devido reconhecimento. Este é o caso da senhora Lurdes Monteiro - que teve a amabilidade de me recitar o canto dos martírios – e que, anos a fio, torna diferentes os atos litúrgicos com as suas cantorias.

Porque se ficarem apenas na tradição oral se perderão, aqui fica o registo. São sete estrofes cantadas na Procissão dos Passos entre cada uma das sete estações que constituem a Via Sacra ou Andar a s Cruzes, como antigamente se dizia

 

REFRÃO

Lá vai para o Calvário,

Lá vai caminhando,

Seu pranto rogando,

Com Passos de um filho

I

Lá naquela rua,

Cheia de amargura,

Chega a virgem pura,

Sua triste mãe.

II

Olhando para a turba

Lhe diz tristemente

Que mal fez meu filho,

Oh ingrata gente

III

O meu filho morre,

De secura, vêde

Eu não tenho água,

Para apagar a sede

IV

Ouvindo esta queixa,

Um algoz cruel,

Vem trazer a Cristo,

Esponja com fel.

V

E Jesus tão brando,

Com tanta agonia,

O suor corria

Em sangue inundado.

VI

Vinde almas devotas

Ao horto, se quereis,

Ver o Rei dos reis,

Em terra prostrado

VII

Cristãos pensai bem,

Se estais comovidos~

Há-de à vista da mãe

Morrer o filho querido

publicado por julmar às 21:21
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014

A Paixão de Cristo em Vilar Maior - Ensaio

E tudo começa aqui no rio Cesarão com João Baptista a baptizar Jesus
«Uma vez baptizado, Jesus saiu da água e eis que se rasgaram os céus, e viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e bir sobre Ele. E uma voz do Céu dizia: »Este é o meu Filho muito amado, no qual pus todo o meu agrado»
Subida ao monte Tabor 
«Senhor é tão bom estarmos aqui; se quiseres, farei aqui três tendas:uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias»
Das varandas e das janelas, pergunta-se: Quem é este que ali vais?! 

 

Ensaiando a ùltima Ceia e a Agonia no Horto das Oliveiras
O fabuloso cenário das Portas onde se desenrola o processo de Jesus, como se dizia cá na Vila andando de Aná para Caifás.
No final, após ensaiar a cena do Calvário

Bendito e louvada seja

A paixão do Senhor

Que Para nos livrar das culpas

Padeceu por nosso amor

Dolente, lúgubre, triste, ouço este cântico desde a cada vez mais longínqua infância, envolto no silêncio, apenas desrespeitado pelo chilrear indiferente dos pássaros ou da inusitada popa, contrastando a tristeza das gentes, movida pela pela figura compassiva do Senhor dos Passos, com a vida pujante das ervas, arbustos e árvores que se derramam numa polifonia de cores. E as mulheres - sim, continuam a ser elas, o coro musical - , com a proximidade do Gólgota, continuam

Lá vai para o Calvário (...)

Foi assim também este ano a Procissão dos Passos. Depois, sob o comando do padre Helder começa o ensaio no magnífico cenário no rio Cesarão, às Eiras. Tão magnífico, que me atreveria a dizer, que Cristo, lá em cima, se há-de ter arrependido, de não ter sido aqui a sua pregação do Sermão das Bem Aventuranças e de não ter escolhido a Vila de Vilar Maior para viver a sua Paixão. É o segundo ano consecutivo que aqui se realiza a representação da Paixão de Jesus. Estarão todos os que estiveram no ano passado. E foram muitos. Serão muitos mais este ano porque será muito melhor. Se a cena final, o ano passado, foi verdadeiramente espetacular, este ano, será algo de verdadeiramente inesperado, excecional, grandioso, em que, verdadeiramente o céu estará mais próximo da terra!

SURPRESA!!!

publicado por julmar às 10:51
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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Ai se Abril fosse verdade - Documento secreto

Afinal, para as últimas eleições autárquicas havia um manifesto eleitoral dos agora eleitos, Presidente da Câmara e Presidente da Junta, que estabelecia as obras a realizar durante o corrrente mandato. Não foi tornado público, ao que se sabe, por mor de não virem a ser acusados de não cumprirem promessas. No referido documento, para além dos muitos considerandos acerca dos constrangimentos do desenvolvimento local, da escassez de recursos, das potencialidades turísticas, da nove realidade constituída pela União de freguesias, da vontade indomável de tudo fazer para bem da freguesia, respigamos alguns pontos que nos parecem do maior interesse:
1- saber que projetos e obras os eleitores acham importantes
2- publicar e publicitar a atividade do poder autárquico, dando conta do que é feito, porque é feito e quanto custa
3- Fazer um esclarecimento total sobre as obras feitas no e em torno do Castelo
4- Recuperar a Igreja de Nossa Senhora do Castelo
5- Criar condições de circulação de veículos pesados pelo pontão das eiras, evitando a sua passagem pela ponte
6- Ordenamento do trânsito no que respeita a circulação e estacionamento
7- homologar, publicitar e conservar o trilho
8- Abrir o museu ao público
9- Criação de um posto de trabalho com uma pessoa qualificada com funções polivalentes de apoio administrativo à Junta, ao museu, ao posto de turismo, aos visitantes.
10- contribuir ativamente para o desenvolvimento social, económico e cultural de Vilar Maior
publicado por julmar às 12:10
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Domingo, 30 de Março de 2014

Palavras do Pároco na apresentação do Texto/Guião da Paixão 2014

 A ‘Alegria’ do Evangelho de Mateus

O Evangelho deve ter uma centralidade especial na vida da Igreja e na vida de qualquer cristão. Isso mesmo nos lembra o Papa Francisco na sua primeira exortação apostólica. Ele recorda-nos que “a Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Aqueles que se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria” (Evangelii Gaudium 1). É esta alegria que brota do Evangelho que queremos viver e transmitir a tantos outros cristãos; uns que vivem com empenho o serviço nas suas paróquias; outros talvez mais afastados da vivência comunitária da fé cristã, mais adormecidos na tarefa constante de amadurecimento cristão. O que nos move nesta tarefa é dar glória a Deus; é conhecer melhor a Sua Palavra, Jesus Cristo encarnado; é fazer verdadeira evangelização. Com muita simplicidade, dentro das nossas capacidades humanas e técnicas, fiéis ao espírito do Evangelho de Mateus, queremos recriar, uma vez mais, os espaços e as circunstâncias da vida de Jesus. Procurámos não cair no facilitismo de repetir o que já foi feito em anos anteriores. Por isso o texto e o percurso que agora são apresentados são diferentes do ano passado. Tenho a certeza de que este é um novo e muito frutuoso caminho de ‘Nova Evangelização’. Respondemos assim ao desafio do Santo João Paulo II e do Papa Francisco que nos advertem: “«Não pode haver verdadeira evangelização sem anúncio explícito de Jesus como Senhor» e sem existir uma «primazia do anúncio de Jesus Cristo em qualquer trabalho de evangelização». (…) Se a Igreja «deve realizar o seu destino providencial, então uma evangelização entendida como o jubiloso, paciente e progressivo anúncio da Morte salvífica e Ressurreição de Jesus Cristo há-de ser a nossa prioridade absoluta»” (EG 110).

Vilar Maior, Quaresma de 2014

Pe. Hélder José Tomás Lopes

publicado por julmar às 18:53
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Paixão de Jesus segundo São Mateus | Vilar Maior 2014

 

Sexta-Feira Santa, dia 18 de Abril, pelas 21h30, Vilar Maior voltará a recriar o ambiente da cidade de Jerusalém do tempo de Jesus. A Paixão de Jesus volta às ruas desta povoação do concelho do Sabugal, desta vez segundo o olhar de São Mateus.

 

A Unidade Pastoral do Planalto do Côa (UPPC) vai organizar pelo quarto ano consecutivo a encenação da Paixão de Jesus. O Conselho Pastoral de Leigos das sete paróquias da UPPC avaliou a encenação realizada em 2013 e considerou-a uma actividade pastoral inter-paroquial abrangente, útil e estratégica, seguindo os parâmetros da nova evangelização. Avaliadas as condições físicas, históricas e patrimoniais que Vilar Maior proporciona, decidiu-se repetir esta actividade na mesma localidade.

A coordenação geral da encenação está a cargo do pároco, Padre Hélder Lopes e de João Reis, que volta a desempenhar o principal papel. A encenação envolve quase duas centenas de colaboradores, divididos pelas equipas técnicas, equipa de actores e equipa de guarda-roupa. Salienta-se que todos os intervenientes são amadores, sem formação profissional na área da representação teatral, mas todos têm uma enorme coragem e vontade de ajudar a representar cenas evangélicas da vida de Cristo.

Houve a preocupação de não cair no facilitismo de repetir o que já foi feito em anos anteriores. Por isso o texto e o percurso que agora são apresentados são diferentes do ano passado. Os textos foram seleccionados da versão de Mateus, evangelista que se lê ao longo deste ano litúrgico, e no processo de adaptação dos textos foram escolhidas algumas passagens do Evangelho que antecedem a Paixão de Jesus, e que ajudam a ter uma perspectiva mais abrangente da vida e missão do Messias: a pregação do João Baptista, o baptismo de Jesus, o discurso das Bem-aventuranças, a travessia do mar da Galileia, a confissão messiânica de Pedro e a transfiguração no monte Tabor, entre outras. Os intervenientes na encenação são todos voluntários e naturais de localidades dos concelhos do Sabugal e de Almeida, nomeadamente Vilar Maior, Arrifana, Badamalos, Carvalhal, Bismula, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas, Rapoula do Côa, Baraçal, Sabugal, Aldeia de Santo António, Quarta Feira, Rebolosa, Soito, Nave, Alfaiates, Valongo, Seixo do Côa, Peroficós, Miuzela, Malhada Sorda e Vilar Formoso.

A organização está a cabo da Unidade Pastoral do Planalto do Côa e da Santa Casa da Misericórdia de Vilar Maior. A peça conta com o apoio da Câmara Municipal do Sabugal e da União de Freguesias de Vilar Maior, Aldeia da Ribeira e Badamalos. Até ao momento foram estabelecidas parcerias com o jornal ‘A Guarda’, o jornal ‘Amigo da Verdade’; o jornal ‘Cinco Quinas’; o blog ‘Capeia Arraiana’; o Colégio de Cristo Rei da Ruvina; as Confecções ‘Torre’; o grupo de bombos ‘Couros de Cabra’; o grupo de teatro ‘Guardiões da Lua’; o estúdio ‘Foto Arte’; a tipografia das ‘Oficinas de S. Miguel’; a empresa de designer ‘Wok Design’, a GNR do Soito e os Bombeiros Voluntários do Soito.

A organização está a preparar tudo com entusiasmo e, apesar de não possuir os todos recursos técnicos que gostaria, promete não deixar indiferente aqueles que visitarem Vilar Maior no dia 18 de Abril às 21h30.

publicado por julmar às 18:47
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Erva de março - Hortêncio da Silva



Outono de 2013 era uma azáfama enorme, frente ao castelo, com homens e máquinas movendo a terra, mondando pedras, semeando não sei o quê (erva?), deitando produtos, regando. Não obedecendo a ritmos do desenvolvimento das plantas mas a prazos estabelecidos para entrega de obra, assim me disseram.

Eu como simples hortelão torci o nariz à maneira de cultivo de gente tão ilustrada e de técnicas tão sofisticadas. Disse para os meus botões:

- Hortêncio,  não faças juízo precipitado. Espera para veres.

Passou o Inverno, Abril está à porta. Procurei os resultados da sementeira e não consigo vislumbrar qualquer coisa que corresponda ao resultado esperado. Não há uma erva dominante que se afirma, mas uma variedade imensa que existiria independentemente dos trabalhos feitos. Todas, naturalmente, renascidas.

Se a ideia era fazer um relvado, bastava consultar-me, simples hortelão, e dir-lhes-ia que era perda de tempo e de dinheiro, nem vale a pena estar aqui a explicar porquê, porque todos os vilarmaiorenses - os primeiros a merecerem explicações - o sabem. 

E não maldigam a terra, nem o clima que não estiveram de acordo com os desejos dos iluminados. Este clima e esta terra é boa para umas coisas e ruim para outras. Tivessem cuidado de semear centeio e teriam verde no Inverno e Primavera e teriam uma seara loira no Verão. O turista veria aquil o que não vê na cidade. Era centeio que se semeava dentro e fora de muralhas, não para atender à beleza com que que os olhos se deleitam, mas para responder às horas que a barriga dá. Foi nessa labuta de semear centeio que o ti João Valente achou a célebre espada.

Mas se os doutos ilustrados acham pacóvia a ideia do centeio, sempre poderiam indagar acerca das plantas - ervas, arbustos e árvores - que neste habitat medram gostosamente:

Gilbardeiras (planta existente ao redor deste espaço, em extinção, ornamental com uma bela baga vermelha no Outono e folha pemanebte durante o ano)

Ruda - planta aromática de usos medicinais que no amanho que fizeram quase lhe acabaram com a raça

Medronheiro - De que existe um belo exemplar no contíguo quintal dos herdeiros de João Monteiro

Abrunheiros bravos - Como são precoces e belas as suas flores e doces os frutos pretos, bem maduros

Bracejos - Úteis no artesanato, repasto de vacas e belos para a vista.

São apenas exemplos de uma enorme variedade que havia de embelezar a entrada do castelo, regalar os olhos dos visitantes e aguçar a sua curiosidade.

Enfim, como simples hortelão, até peço desculpa por meter a foice em seara que não é apenas minha. Mas com coisas tão evidentes, como soi dizer-se, por aqui, que entram pelos olhos dentro, não há ninguém que nos explique como se esbanja dinheiro que é de todos nós? Sim, porque o dinheiro da Europa também é nosso.


publicado por julmar às 12:21
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Terça-feira, 25 de Março de 2014

A Encomendação das almas

 

 

Não sei qual a versão que será cantada na Ruvina. Em Vilar Maior a versão era a que se segue, talvez incompleta.

 

Encomendação das almas

 

Ó vós outros caminhantes                      

parai e ouvi , olhai cá

Em ver vossa piedade

Em ver-vos bastará

 

Aqui es estou no purgatório

De fogo e leite estendido

Sofrendo os maiores tormentos

E a ausência do Deus querido

 

Ó almas que estais na cama

A dormir e a descansar

Nem somente vos lembrais

Das almas que estão a penar

 

Das almas que estão a penar

E é bem que nos lembremos

Que todos emos de morrer

Quem sabe para onde iremos

 

Passageiros que passais

Vós passais e eu cá fico

Rezai-me um padre nosso

Que é o mais que eu necessito

 

Cristão reza o teu rosário

Não o tragas pelo chão

Quem reza à virgem Maria

Certa tem a salvação

 

Não caias na atentação

Como a calma na geada

Que andam para nos tentar

Os três  inimigos da alma

 

O primeiro é o mundo

Cá havemos de o deixar

O segundo é nossas carnes

Que em vícios há-de acabar

 

Este canto lúgubre e lamurioso, que recordo ainda da minha infância, era entoado na quaresma. Depois de uma badalada no sino da torre começa  o grupo a cantar no Arco, no Sr dos Aflitos ou na Ladeira. Entre as estrofes soa nova badalada no sino seguindo-se o tempo de silêncio para que os que se encontram na cama a possam rezar.         Participam na encomendação das almas casados e solteiros, homens e mulheres que, geralmente, combinam em segredo. Acontece, por isso, que , por vezes se encontra mais do que um grupo para o mesmo. As mulheres  com o xaile que habitualmente trazem, colocam-no sobre a cabeça em arco para  soar melhor (per-sonare, personagem -Conduzindo-nos assim  aos mesmos  gestos e significados do teatro grego).Tratava-se de uma  singularíssima representação  plena de significação.

In, Memórias de Vilar Maior- Minha Terra, minha gente - Pgs 159, 160. Júlio Marques

publicado por julmar às 11:41
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Andar faz bem

Espero que estas iniciativas contribuam para fortalecer a união de freguesias. Seria por isso interessante a participação, para além de Badamalos, dos povos de Batocas, Aldeia da Ribeira, Escabralhado, Arrifana, Carvalhal e Vilar Maior

publicado por julmar às 10:53
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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Porque hoje é dia do pai - A mão direita do meu pai

Muitas são as coisas maravilhosas,

Mas nada é mais maravilhoso do que a mão direita do meu pai.

 

Embaínha a espada por amor à paz

Poda a árvore para que cresça e frutifique

Desembaraça as plantas boas das daninhas

Dá uma mão de ensino para indicar o recto caminho

Pega na rabiça do arado e revolve a terra

Onde, mão cheia, lança, em gesto largo, a semente

Que seara loira o tempo fará

Mão que guia a vaca, o burro e afaga o cão

Dura, calejada, segura e forte,

Poisa-me na cabeça e é uma benção

 Tão forte que pegavas no braço

Dos meus poucos quilos de gente

 P'ra cima do dócil jumento

Mão que à mesa, com toalha de linho posta,

Fazia chegar o vinho e o pão

Alimentos do corpo, força da tua mão

 Só da agressão da morte te não pôde defender

Mas, nas linhas da tua mão direita, pai,

Ficou escrita a civilização.

publicado por julmar às 15:20
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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Quem é quem?



Segundo Alexandre Araújo que publicou a foto no Facebook, a fotografia é do dia 7 de Setembro, dia da festa do Sr dos Aflitos 193 (1933?). O local é a única coisa conhecida. 
publicado por julmar às 19:31
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