Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Vamos ter obra

  Por aqui se fazia o mercado nos princípios do século XX. Conversei com gente de Castelo Mendo que ia ao mercado da vila e não faço ideia que caminhos seguiam. Ali no tronco de que restam dois esteios se ferravam as alimárias. O sítio dá pelo nome de Parada. A casa tem uma bela fachada

 que certamente será bem aproveitada. Uma óptima paisagem e boa exposição solar.

Bons sinnais para a vila

publicado por julmar às 22:05
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15 comentários:
De M fonseca a 3 de Janeiro de 2010 às 01:39
julio é mesmo só para desejar bom ano e parabéns,um abraço.


De Pirilampo a 3 de Janeiro de 2010 às 09:44
E a ponte senhores?, e a ponte?!!. Será que daqui a uns anos o acesso ao resto da povoação estará garantido?.
Quanto ao imóvel em questão, acredito que a sua transformação o vá tornar numa casa linda, dentro do estilo paisagístico que se quer para uma aldeia histórica , quer seja ou não assim considerada, é-o de facto. Essa frontaria, desde que devidamente cuidada, ficará com um aspecto maravilhoso.
A esta, tendo em conta o que já se vê, ainda lhe acodem a tempo, ao invés de outras a que daqui a pouco já não terão hipóteses de lhes aproveitar as paredes do tão bonito granito.
Sorte e saúde para o seu proprietário para que a possa gozar por longos anos. (não sei a quem pertence!!).


De Jarmeleiro a 3 de Janeiro de 2010 às 16:14
Não estou toatalmente seguro disso, mas acho que fazia parte do grande rol dos bens do Casal que mais tarde (aquase todos) passaram a pertencer aos Srs. Fernando Boavida e do Sr. Júlio Neves, pai do Sr. Zé Pedro. A casa terá sido mercada plo Ti Chico Cunha que a utilizou como palheiro (que luxo) e penso que já foram os herdeiros deste que a venderam a um dos rapazes do já falecido Zé da Revina . Julgo que ao António, mas não sei se inda é de sua pertença. Havendo gosto e capital pra isso e se os do Sabugal não atrapalharem, dá uma bela casa e num dos melhores sítios da Vila. Antigamente fazia-se ali nos arredores o mercado do gado.
Uma bôa tarde pra todos.


De V.M. a 3 de Janeiro de 2010 às 19:46
Em primeiro lugar aproveito a oportunidade para desejar um bom ano de 2010 a todos os Vilarmaiorenses . Em segundo lugar dar os parabéns (apesar de tardios, mas de bom grado) ao Júlio. Em terceiro lugar quero desejar as maiores felicidades ao Tó (da Ruvina ) e saúde por acreditar que a Vila ainda tem futuro e não morreu (como muitos já anunciaram) e que vale apena investir em Vilar Maior, pena é que muita gente assim não pense (pois os corajosos são poucos).


De Anónimo a 4 de Janeiro de 2010 às 09:22
Infelizmente, duas andorinhas não fazem a Primavera... Não morreu, foi? Qual a média de população residente, e já agora qual o sector produtivo de que vivem? ilusão, que a realidade desmente!


De Pirilampo a 4 de Janeiro de 2010 às 17:05
Calma lá; duas andorinhas não fazem a Primavera mas se a essas duas se juntarem mais duas e por aí adiante, talvez daqui a algum tempo (anos provavelmente) os beirais (casas) voltem a estar mais felizes com o retorno das andorinhas.
Sou dos que acreditam que essas aldeias do interior, muitas delas, voltarão a ser povoadas, se não como o eram antigamente, pelo menos com maior número de pessoas.
Os oásis das cidades em alguns aspectos deram o que tinham a dar. As universidades e estabelicemtos de ensino já não estão apenas em Lisboa e Porto ou Coimbra. Temos é decomeçar por coisas que são possíveis de fazer: há pouco estive em Vilar Maior e notei que a rede de internet não reune as condições suficientes para qualquer pessoa residir lá e fazer o trabalho da empresa ou mesmo seu. Pode morar-se na aldeia e fazer-se serviço que se faz dentro de um escritório em qualquer cidade. Como está, não é suficiente porque qualquer coisa "mais pesada" é preciso ter montes de paciência para se enviar (para não falar quando falha por completo). Comece-se por criar condições mínimas.


De Anónimo a 4 de Janeiro de 2010 às 09:24
Porque não investe lá o amigo criando um ou dois postos de trabalho?


De V.M. a 4 de Janeiro de 2010 às 10:25
Caro Anónimo, quem lhe disse que eu não investi e não invisto em Vilar Maior? Pois bem lhe digo que para me dirigir à minha terra com a frequência que me desloco é porque ainda acredito. Vilar Maior poderá acabar nas suas gentes, mas o castelo ficará para contar o seu passado.


De Anónimo a 4 de Janeiro de 2010 às 10:52
E de que lhes serve o Castelo? Nem disso tiram partido...


De O Ilustrado a 4 de Janeiro de 2010 às 19:40
Sim de que lhes serve o Castelo? E o Pelourinho? e a Ponte? Como é que podem os Vilarmaiorenses honra no passado se não fizeram nada para o terem? Devem pensar não no que os antepassados deixaram mas no que deixarão aos vindouros. Agora já não se fazem castelos nem Pelourinhos. Então, há que arranjar um restaurante como dizia o Papa Açorda que me parece que devia trocar de nome. É um problema dele.


De Anónimo a 4 de Janeiro de 2010 às 20:07
A dor de cotovelo de muitas terras é grande, pois um património como Vilar maior tem, não há muitas no distrito da Guarda, até mesmo em Portugal. Não é só o c astelo, a ponte e o pelourinho, mastambém outros achados que fazem juz à terra onde foram encontrados (tais como a Espada de Vilar Maior) que está no museu da Guarda e que é referida em estudos de alunos, como é referido em http://capeiaarraiana.wordpress.com/. Portanto, não se deve falar no nome de Vilar Maior de uma forma tão vã.


De O Ilustrado a 4 de Janeiro de 2010 às 21:55
O senhor anónimo acaba, não por falar de forma vã, mas por falar de forma ignorante. Então, agora deu-lhe para achar que Vilar Maior é o centro do mundo?
Valha-o Deus! Vilar maior vale o que vale e vale menos quando não é apreciado na justa medida. E vale menos quando os homens do presente não honram com obras o passado.


De Índia a 4 de Janeiro de 2010 às 22:58
Vale pelo ,presente, vale pelos monumentos velhinhos e com valor histórico, vale pelas suas gentes, vale pelos sentimentos que todos sentimos pelo berço onde nascemos e sítios que nos viram crescer, vale por uma infinidade de coisas que só não sente quem lhe não tem amor.
Eu sou uma das suas filhas que me sinto um pouco ferida ao falarem com desprezo da nossa Vila. Se não fazem, pelo menos não desdenhem.


De DE SANCHO PANÇA a 4 de Janeiro de 2010 às 23:33
Parabens INDIA.
Assim e que se fala. VILAR MAIOR tem o valor ,pena e que ninguem façaq nada pela terra muito se fala mas obra nada. MUITA PARRA MAS POUCA UVA.
Um bom ano de 2010 emais progreço para a nossa VILA que seria um optimo desejo.
boa noite a todos os visitantes do BLOG


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2010 às 17:57
Olá a todos,
obrigado pela referência aos esteios que serviram para ferrar os antigos tractores (animais). Cujo o mecânico ( ferrador) foi o meu avô José Martins Duro.
Devo dizer que essa reliquia pode servircomo referência da história de Vilar Maior no Bairo de S.Sebastião.

Bxos
Sãozinha


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