Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Bem feito

Casa feita no primeiro quartel do século XX, após amealhamento feito na Argentina, tal como a casa do sr Albino Marques.

publicado por julmar às 23:06
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37 comentários:
De Pessimista a 11 de Dezembro de 2010 às 16:02
A fracção da esquerda, sim senhor. A da direita destoa.


De 3vairado a 23 de Dezembro de 2010 às 21:25
Um Natal cheio de alegria e esperança ao "Vilar Maior", à vila, (como se diz na minha terra) e suas gentes

3vairado


De Vila a 11 de Dezembro de 2010 às 16:34
Fica de facto bonita. O processo aplicado na parte por cima da garagem deveria ser aplicado na casa que está de branco nas traseiras desta. Correspoderia assi ao estilo granítido da zona envolvente.
É apenas uma opinião para o seu proprietário!.


De Vila a 11 de Dezembro de 2010 às 16:36
"Cada tiro cada melro" ...tanto erro!. As pessoas entendem.


De anónimo a 14 de Dezembro de 2010 às 13:55
Entendem e bem, ou não fosse a casa de quem é.


De Anónimo a 11 de Dezembro de 2010 às 16:59
Chegou o Index Arquitectorum Prohibitorum a Vilar Maior.
O Seminário deixa marcas!!!


De O seminarista a 11 de Dezembro de 2010 às 17:49
Tão instruído na latinidade ... está-se mesmo a ver que recebeu as marcas que refere!


De Optimista a 17 de Dezembro de 2010 às 15:29
Esta foi de mestre.


De Anónimo a 11 de Dezembro de 2010 às 21:56
Foi pior a emenda que o soneto! ainda se limpassem o excrescência da porta branca...


De Vila a 11 de Dezembro de 2010 às 23:24
Sim para ficar um trabalho bem feito, bem podiam gastar um dinheirito numas portas de madeira. O que é branco não fica nada bem, não senhor. Mas sei que a alteração também tem pouco tempo e Roma e Pavia não se fizeram num dia. Quem sabe se essa alteração ainda não chegou ao fim?!.


De o pedras a 12 de Dezembro de 2010 às 00:35
Eu nem acredito que uma obra destas ,( que não tem ponta por onde se pegue)tenha sido aprovada por quem de direito ( arquitecto responsável ) , pois não há nada que se enquadre com outra .Nem sempre a pedra há vista fica bem ... e neste caso fica muito mal.


De Anónimo a 12 de Dezembro de 2010 às 16:45
Sim, ao invés de outras em que para aprovarem o projecto de uma casa precisaram de meio ano. Processo esse que necessitou "passar" pela mão de TRÊS engenheiras para ser aprovado. É que enquanto passa de uma para outra, faz um estágio prolongado na gaveta da secretária e só depois leva mais um enpurraozinho. País de tanta burocracia em que muitas vezes no final só dá borrada!.
Bem isto daria pano para mangas!!!....


De Zé Trolha a 12 de Dezembro de 2010 às 18:53
Ao ler estes comentários, vá-se lá saber porquê, lembrei-me do rui veloso.

Os Velhos do Jardim
http://www.youtube.com/watch?v=LHyLmAeR1No


De anonimo 8 a 12 de Dezembro de 2010 às 19:50
Estas obras não foram efectuadas com fundos do estado, camara, junta!
Os comentarios aqui efectuados por alguns saloios são lamentaveis. Porque é que não comentam, a merda que a junta de freguesia coloca nas redondezas da casa?


De Índia a 13 de Dezembro de 2010 às 21:44
Do assunto que o comentário anterior aborda no seu final já ouvi falar. Consta que o "canto" serve de estaleiro de obras para construtores civis. Ora acho que há um espaço público bastante grande, como seja as eiras para esse fim. Caso não queiram ocupar esse espaço porque na realidade é de todos, será que não haverá espaço nesta terra para colocarem esses materiais. Pelo que ouço, as ruas dessa zona da Vila estão cheias de areia o que lhe dá mau aspecto. Além disso nesta aba da aldeia moram pessoas que não gostarão lá muito de fazerem do local o canto do lixo. Vamos ver se estes queixumes encontram eco por parte das pessoas que devem interessar-se por estas anomalias e escusado será dizer que a solução de tal problema tem a ver inteirinho com a junta de freguesia.


De Vaca Jarmeleira (trademark) a 12 de Dezembro de 2010 às 20:54
Já há munto tempo ca coisa num aquecia por estes lados.
E tudo por causa duns casotos.
Falemos mas é das glórias antigas cassim ficamos coa alma intchada.
E andamos todos cuntentes.


De Jarmeleiro a 12 de Dezembro de 2010 às 22:14
Ora atão paresque desta vez arranjei parelha, inda por cima de marca registrada, e escalhar com patente. Eu acho que cada um escreve como sabe ou atão como lhe der na veneta. Mas se assim escreve por escárnio ou pra me imitar, inda assim não me incomodo, tem é que escrever cousas de jeito, de maneira que plo menos eu, aquase analfabeto que sou, possa aprender qualquera coisita.
Tanha uma bôa noute.


De Pepina a 13 de Dezembro de 2010 às 11:41
Senhor Jarmeleiro :
Só quem domina a língua portuguesa consegue brincar com as palavras como o Sr. faz. Quando leio os seus comentários parece que estou a ouvir as conversas pelas ruas da Vila há 40 anos. Que saudades, quando eu comentava com o meu pai a forma diferente de falar e ele me dizia que se fosse em Quadrazais então não entendia nada.
Também matei saudades quando li o excelente livro do autor deste blog e pensei para comigo que a riqueza e a identidade de um povo também é a linguagem.
Estive há 15 dias no Sul do Tirol - Itália (a ver pomares de macieiras!) e não falam italiano mas alemão e nem lhes passa pela cabeça mudar...
Por favor continue a dar-nos os seus mimos que eu leio com tanto prazer. Parabéns


De Rosário a 15 de Dezembro de 2010 às 23:35
A casa da direita, por acaso é dos meus Pais, e tirando o alpendre, foi feita pelos meus Avós talvez à 30 anos, não é portanto uma construção recente. Realmente, é de lamentar alguns comentários, e é uma pena os saloios não olharem para o seu umbigo. Pois, basta dar uma olhadela à Aldeia para ver quantidade de aberrações que por lá há. E, que também foi autorizada pelos senhores engenheiros e arquitectos. Mas, vejo que há por aqui muitos engenheiros, então porque não começar a mostrar os 7 desastres arquitectónicos de Vilar Maior? Não é tarefa dificil enumerá-los. Também vejo que há muitos gestores, pois é fácil mandar fazer obras na casa dos outros, quando o dinheiro não é deles. Assim, vai o País..
Pergunto também, porque não foram publicadas fotografias a mostrar a lixeira que por ali vai? E já agora sugiro ao sr. presidente da junta que ponha os contentores à porta de sua casa. Talvez um dia destes passe uma reportagem na televisão sobre o assunto.


De Anónimo a 16 de Dezembro de 2010 às 12:29
E quem fala assim não é gago. Apoiado.


De Zé trolha (Anónimo mesmo) a 16 de Dezembro de 2010 às 14:00
Apoiadíssimo.
Não custa nada, de barriga cheia e sem gastar um chavo na casa que os viu nascer em Vilar Maior virem, quais arquitectos paisagistas, dar palpites sobre a casa dos outros ( e a sua carteira).
Já agora cria-se uma Comissão de Bom Gosto da Vila (já se fizeram aqui propostas para comissões mais esotéricas...)


De Bárbara Cardoso a 18 de Dezembro de 2010 às 14:01
Sr. Trolha,

Pergunto-me se conhecerá o significado de esotérico.
Eu, que já propus a constituição de comissões, não lhes vejo qualquer esoterismo.
Não sei se era a essas que se referia, mas nesse caso gostaria de perceber porque são esotéricas.
Têm objectivos difíceis , que pressupõem trabalho e não apenas o exercício do mal dizer.
M. Cumprimentos,

Bárbara Cardoso


De Anónimo a 18 de Dezembro de 2010 às 19:00
Basta ir à Wikipédia:
"Esoterismo é o nome genérico que designa um conjunto de tradições e interpretações filosóficas das doutrinas e religiões que buscam desvendar seu sentido supostamente oculto. O esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não podem ou não devem ser "vulgarizados", sendo comunicados a um restrito número de discípulos escolhidos.
Segundo Blavatsky, criadora da moderna Teosofia, o termo "esotérico" refere-se ao que está "dentro", em oposição ao que está "fora" e que é designado como "exotérico". Designa o significado verdadeiro da doutrina, sua essência, em oposição ao exotérico que é a "vestimenta" da doutrina, sua "decoração". Também segundo Blavatsky, todas as religiões e filosofias concordam em sua essência, diferindo apenas na "vestimenta", pois todas foram inspiradas no que ela chamou de "Religião-Verdade".
Um sentido popular do termo é de afirmação ou conhecimento enigmático e impenetrável. Hoje em dia o termo é mais ligado ao misticismo, ou seja, à busca de supostas verdades e leis últimas que regem todo o universo, porém ligando ao mesmo tempo o natural com o sobrenatural.
Muitas doutrinas espiritualistas são também chamadas esotéricas."


De Pessimista a 19 de Dezembro de 2010 às 22:15
Bastava ter dito: Vão ao dicionário. Tinha poupado os leitores a todo este pretenso e verborreico alardear de conhecimentos .


De Índia a 19 de Dezembro de 2010 às 00:01
Sinceramente que ao ler o comentário do qual fazia parte o termo "isotérico", nem mesmo no contexto fui capaz de discernir o seu verdadeiro sigmificado.
Palavras caras.......


De Anónimo a 19 de Dezembro de 2010 às 20:31
Há sempre quem fale mal.
Essas comissões sido muito produtivas e eficazes.
E ultrapassaram todas as metas que se propuseram.
Já nem as senhoras respeitam.


De Optimista a 20 de Dezembro de 2010 às 13:48
As intenções de quem assim escreve, reiterada e gratuitamente sem nada de valor pretender acrescentar aos assuntos aqui trazidos, só pode ter a ver, quanto a mim, com maledicência , inveja, despeito e incapacidade criativa. Para eles, o meu repúdio. Desapareçam; Criem um blog alterenativo a este ou de outra índole e... Divirtam-se, achincalhando-se uns aos outros.


De Fiscal da Câmara a 17 de Dezembro de 2010 às 11:28
Na minha qualidade de fiscal de obras feitas, garanto-lhe que todos os erros (e não são sete mas mais de setenta), de índole arquitectónica, de engenharia e até dos que passam pelas meras artes e ofícios de pedreiro, trolha caiador e afins, já todos eles foram escalpelizados até à exaustão neste espaço. Eis a vantagem de certas profissões; Não haver lugar a distrações e muito menos andar a dormir na forma.


De Rosário a 15 de Dezembro de 2010 às 23:51
Ah! E só mais um pormenor. Rosário, é o meu nome, e não me escondo por detrás de nomes artísticos, nem do anonimato. Pois considero, que não se pode estar bem com Deus e com o Diabo ao mesmo tempo. Para bom entendedor...


De Optimista a 17 de Dezembro de 2010 às 11:52
E é nestas ocasiões que me vem à mente aquele ditado do povo que diz: deus é bom, mas o diabo tambem não é mau.


De V.M a 17 de Dezembro de 2010 às 17:47
Algumas pessoas de Vilar Maior têm sempre q ter de que falar, senão vejamos :
1 - Se se faz é porque não se devia ou porque se fez mal;
2 - Se não se fez é porque se devia fazer ou fazer alguma coisa.
Nunca está bem.
No meu entender devia-se dar valor a quem tem a vontade de melhorar, porque ao melhorar está a fazer e é preciso quem faça em Vilar Maior em vez de quem fale (e no meu entender mal).


De O Ilustrado a 18 de Dezembro de 2010 às 22:09
Poderão dizer que sou pretensioso ao arranjar este pseudónimo. Também, sobretudo aquelas pessoas corajosas, honestas, frontais, pessoas de coluna vertebral inquebrável, com princípios de que não abdicam nunca, criticarão que me esconda atrás de um nome que não é o meu.
Eu gostava, como elas, de ser assim autêntico, puro, inocente, verdadeiro, sem nada para esconder, cheio de luz com tanta luz que encandeasse os outros de maneira que com tanto excesso de luz ficassem cegos por excesso. Que dissesse tudo o que me vai na alma sem me importar sobre o efeito que tenha nos outros. Porque a verdade, a minha verdade é mais importante que os sentimentos dos outros.
Se olho para a obra de alguém, faço o meu juízo. Mas não tenho que o expressar como o entendo para mim. Posso querer modulá-lo e expressá-lo de uma forma pragmática (que se lixe a verdade, que não sabemos o que seja). Gosto o suficiente das pessoas que até lhes poderei dizer o contrário se isso as fizer felizes.
Depois parto sempre do princípio que as pessoas fazem as coisas mais razoáveis di seu ponto de vista: se acresentam uma garagem, se pintam de branco ou de vermelho, se gostam da pedra à mostra ou encoberta é aquilo que elas gostam ou pensam que ficam bem.
De anónimos não gosto: são muitos, equivalem-se, não criam identidade. São, muitas vezes, atiradores de pedras que escndem a mão.
Quem criticará o inconfundível sr Jarmeleiro? Podemos atribuir-lhe responasabilidade, ele é para nós uma existência sobre que fazemos juízo. Até prefiro não saber quem é, porque gosto dele na construção que fez.
Por isso pseudónimos sim, anónimos não!
Mas é apenas o meu juízo.


De Anónimo a 19 de Dezembro de 2010 às 20:34
Eramos 20 gallegos com 20 burros.
Todo vestiam roupa emprestada. Menos yo.
Eu levava a roupa de meu primo Juan.


De Pessimista a 27 de Dezembro de 2010 às 17:00
Anónimos, Espanhóis (ainda que galegos), burros brancos, alentejanos e cães de caça, são todos da mesma raça.


De Anónimo a 28 de Dezembro de 2010 às 13:16
Todos de boa raça, por sinal


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