Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

Em defesa das Ruínas de Nossa Senhora do Castelo

Não deixarei sossegados os poderes responsáveis enquanto o imóvel e o Arco da Igreja de Nossa Senhora do Castelo estiver em perigo. Espero contar com apoio de todos os que gostam de Vilar Maior e com o empenho de todos os que acham que a Vila vale a pena. Estou certo que o Presidente da Junta e o Presidente da Assembleia de Freguesia estarão na primeira linha na defesa do nosso património e estou certo que darão conta das iniciativas que irão tomar neste sentido. Tomei a iniciativa de pedir esclarecimento à Direção Regional Cultural do Centro (DRCC) que me informou: 1) "A Igreja Românica de Santa Maria do Castelo de Vilar Maior se encontra classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996." 2) "As entidades responsáveis pela conservação do imóvel são em primeiro lugar o proprietário, de seguida este organismo (DRCC) e por fim a autarquia." 3) "não temos sinalizada essa ocorrência" 4) "em breve se deslocará uma equipa a este imóvel/local para verificação" Solicitou-me a mesma Direção o envio de fotos do imóvel e do arco que já enviei.

publicado por julmar às 08:39
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Domingo, 24 de Novembro de 2013

As Pedras Negras e a Terra negra - Dr Leal Freire

 Arrifana do Coa e Batocas - Dois lugares onde choveram notas de conto durante a Segunda Grande Guerra
 
Aqueles  dois  povoados  acham-se  hoje  integrados  na União de Freguesias de Aldeia da Ribeira, Badamalos e Vilar Maior.
Historicamente, foram  aqueles  dois  povoados registados  no  Código Administrativo como lugares  anexos  da  própria  Vila, o primeiro,  e, osegundo,  de Aldeia da Ribeira.
Hoje, chamamos  aqui  a  atenção  sobre  ambos  porque  os  seus   babitantes no lustro 1939-1944   tiveram  na  exploração  de  minérios  uma  extraordinariamente  volumosa  fonte  de  rendimentos.
Por  ali correram não pardaus como no  Minho quinhentista  de  Sá de Miranda e Pedro Caminha, mas  notas  de  conto, de  mil  escudos  diremos  nós  para  entendimento  de  quem  nestes  tempos  do  euro ande  afastado  daquela   terminologia.
As  pedras  com  que  os  pastores  da  Arrifana  até,  então,  atiravam  às  cabras  passaram  a  valer  fortunas, porque eram  volfrâmio   do melhor. E  as  regueiras   que  os  batoquenhos   limpavam  para  as regas estavam repletas  de  estanho   do mais  puro  quilate.
Ora, a  Europa, então  beligerante, sobretudo  a  Alemanha, porque  a  Inglaterra  ainda  podia  abastecer-se  nas  suas  colónias  de África  e  da  Ásia, tinham  uma  enorme  necessidade  daqueles  minerais, qualquer  deles  essencial  à  indústria  de  guerra.
Portugal  era  neutral  pelo  que  podia  negociar  tanto  com  o  Eixo - pacto  de  Alemanha, Itália e Japão, - como  com  a Inglaterra e seus  aliados.
Mas  a  nossa vizinha   Espanha, já  governada  pelo  General  Franco, tinha  uma   dívida  de gratidão  e   de  divisas  para  com  Hitler  e  Mussolini. Enviar-lhes  minérios  de  guerra  era  uma  forma  de  minorar  a dívida e mostrar  reconhecimento.
Empresários  da  área  de  Cidade de Rodrigo tinham  instruções   de  comprar  todo o estanho  e  volfrâmio  produzido  na  Raia  Sabugalense  a  preços  superiores aos  correntes  no  mercado. Os  seus  sócios  ou  agentes   do nosso lado  da  fronterira  o fariam  depois  chegar a Puebla, Carpio, Espeja, Fuente Guinaldo.
Eram  às  centenas  os  garguiros  de  Jorna   e às  dezenas   as  bestas  ajoujadas  sob  os  sacos  que  todas  as  noites  saíam  das  povoações    da  segunda  linha  de fronteira, onde  não  havia  postos  fiscais, sendo  também  certo   que  as  guarnições   de  Batocas  ou  Aldeia da Ponte, vigiadas  homem a  homem por  guias e seus  familiares  não  tinham  elementos  para  obstar  àquelas  passagens.
Toda  a  Raia viveu  então  uma  era  de prosperidade, uns  extraíndo  os minérios, outros ganhando  a  jorna.
Os das  Batocas  podiam  extrair  o  estanho  durante  o  dia e  levá-lo  á  noite   para   a  central  dos  Campanários ou Ituero - nós  dizíamos   Fitoiro, aportuguesando  o  topónimo.
Os  da  Arrifana  não  tinham mãos  a  medir  na  extracção  e  porque  o volfrâmio  tinha preços  muito mais  elevados  construíram  uma  aristocracia  financeira. E,  gente  económica,  estes  ganhos ainda  hoje, a mais  de meio  século  de  distância, evidenciam  os  arrifanos.
Rapazes à candonga
À candonga, pois então
Com o dinheiro da candonga
Eu já comprei um cordão
Enfim, como  dizem  os  franceses:  A quelque chose malheur est bon
Ou seja, dizemos nós: A desgraça de uns é a sorte de outros.
publicado por julmar às 22:03
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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

Uma geração de mestres da construção civil: A família Seixas - Dr Leal Freire

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José Seixas, ao centro (1884-1948)
Ao lado direito, sua irmã Augusta Seixas (tinhamais uma irmã Isabel Seixas e um irmão Bernardo Seixas). Do seu lado esquerdo a sua primeira mulher, Ana Cerdeira (mãe do António e do César) e a irmã desta Filomena Cerdeira. O cão também teve direito a ficar no retrato.

A  casa  que meu  pai mandou  alindar e se  situa  na  freguesia  da  Bismula, junto  ao largo  do  mercado  das  gentes,  ostenta na fachada  um  belo  reboco, que, mau grado os seus setenta  e  cinco  anos, ainda  hoje  impressiona, quer   pela  forma, quer  pelo colorido. Trata-se de uma sucessão de  pequeníssimos  cones  que  preenchem  todo o espaço.

Suponho eu, alheio  às  técnicas  e  materiais  da  construção  civil,  que  terá  sido utilizada  argamassa  embebida   em  qualquer  tinta  ou verniz  cor  de  rosa  palodo.

O  efeito  agradabilíssimo para  os  olhos  teve  ainda  a  virtude  de  resistir  ao  tempo - os  já  invocados  três  séculos  de  duração - e  às  asperezas  e  oscilações  climáticas  que  vão  dos  quarenta  graus  de  Agosto aos dez  negativos  das  noites do  advento ou  dos  reis.

Pois  foi  tudo  obra  de   Mestre  SEIXAS   que  eu  conheci  nos meus  verdes  anos e   deixou, pelo menos, dois  filhos.

António que  lhe  seguiu   a  arte   e  graças  a  Deus  nela  prosperou  e  vive   ainda  e  César, infelizmente já no   Além, que  seguiu  outro  caminho  profissional, pois tendo  sido  marçano  até  à  incorporação  militar,  se  alistou  na  guarda  fiscal  onde  fez  carreira  e  era  muito  querido e  respeitado.

Com  ambos  fiz  laços   de  perene  amizade   e  com  o  César  privei  longos  anos pandegando  juntos no  grande  Porto, nomeadamente  na  Casa da Beira Alta  e  em  riquíssimos  banquetes   com  quadros  superiores  da  Guarda  Fiscal  e Delegações   Aduaneiras, despachantes  e  grandes  importadores.

Devotados   amadores   da  Santa Terrinha, Vilar Maior, Bismula, Todo o Carril dos dois lados da Fronteira, centenas de vezes viemos juntos do Porto para a Raia, trazendo connosco companheiros de farra para matanças, jantares de bucho, cabritadas e arrozadas de lebre...

Mas  voltando  ao  talento   do  MESTRE  SEIXAS  PAI, recordo-me  de  o  ver  em  obras de  Aldeia  da  Ponte - restauro  do  Posto  Fiscal, de  parte do  velho   convento, Claretianos, das  residências  de  quatro  grandes lavradores  locais, Doutor Camejo, Professor   Arnaldo  Manso, Francisco  Chorão  e  António  Barreto.

Trabalhou  igualmente nas  Termas  do  Cró - balneários  e  casas  de  hóspedes.

E  na  estação  da  Cerdeira, ao  tempo  de reconhecida  importância  como   porta   e  pulmão   de  uma  vasta  zona  que ia  da  Raia  Sabugalense  às Abas  do  Jarmelo.

Como  na  Ruvina, em  instituições   de  benemerência  e  casas  de recepção  a  altos  dignitários  da  Igreja

A  fama  dos  Seixas, os  filhos  de muito  novos  coadjuvavam  o pai  e  com  ele  aprendiam  os  segredos  e  as  técnicas  do ofício, chegou ao limite  sul  do  concelho.

Levando-os  trabalhar  na  freguesia  do  Casteleiro, nomeadamente  na  Quinta  de  Santo  Amaro, na  Vila  Mimosa   e  no  solar  dos  Rosas

Aliás  transcendeu-o  mesmo, pois  andaram por  Pega, já  do município  da  Guarda, sendo  numa  povoação das cercanias desta  terra de sapateiros, padeiros, laneiros  e  manteiros, se me  não  engano  em   Monte  Brás  que  o CESAR   trocou   a  espátula  e o  pincel  pelo  metro  do  chitolenço

Enfim, o  talento dos  SEIXAS  DA  VILA está  bem  documentado  algures   e     nenhures, ou  seja  na Raia  e  para  além  dela

As  nossas  homenagens, pois...

publicado por julmar às 11:27
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Domingo, 17 de Novembro de 2013

Obras no Castelo

Quando não sei bem o que fazer vou dar uma volta pelo Castelo. É um lugar inspirador. Neste Sábado, com a máquina fotográfica que, nestas andanças é um acessório essencial, passe o paradoxo, vadiei até lá. Com espanto com a quantidade de trabalhadores e surpreendido por um senhor que pediu para me identificar e que eu não podia tirar fotografias. Pedi ao senhor que se identificasse para poder saber porque tinha assim autoridade sobre mim. Que era o engenheiro encarregado de fiscalizar a obra. Acabámos por conversar um pouco sobre as obras do castelo. Pouco porque, como me disse, apenas cumpria a sua parte e que embora tendo opinião a não podia expender assim sem mais. Amável, prestou-me vários esclarecimentos sobre as obras realizadas e sobre o que faltava. Está na parte final, devendo estar concluídas para a semana.

Na 5ª feira um casal idoso, vindo de Lisboa, quis visitar o Castelo mas estava fechado, sem informação escrita sobre a razão.(Habituámo-nos até na estrada ao "pedimos desculpa, estamos em obras, seremos breves"); queriam visitar a Igreja Matriz mas estava fechada; queriam visitar o museu mas estava fechado. Na 6ª feira um casal muito jovem, vindo de Lisboa também, entrou no Gatas Bar e perguntou:- o que se pode comer?
Simpaticamente, a funcionária respondeu: - Batatas fritas. O casal nem pôde visitar o Castelo nem pôde comer. Indiquei-lhes Badamalos ou Aldeia da Ribeira.
O relógio continua parado porque ninguém dá corda ao tempo. 
É  tempo de pensar o que se quer fazer em Vilar Maior e no Concelho do Sabugal.

 

publicado por julmar às 09:33
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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Obras no Castelo

 

Ontem fui visitar o Castelo.  Trabalhos (e trabalhadores) dentro e fora de murallhas. Por fora, fica concluído o passeio em cimento. Por dentro está limpa a cisterna, vedada com madeira e corda, uma escada em cimento partindo da porta norte, com porta em ferro. 

Independentemente do bom ou mau gosto das obras e do seu acerto é a falta de informação, é o entrarem por ali dentro com se a gente da vila não contasse; é o decidirem o que importa para nós.  

E, volto a dizê-lo: importante é olhar pelo arco da Igreja de Nossa Senhora do Castelo que se encontra em eminente perigo de derrocada. Já alertei o sr. Presdente da Junta e o sr Presidente da Câmara. O que urge não pode esperar.

publicado por julmar às 21:27
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Terça-feira, 12 de Novembro de 2013

Ninguém dá corda ao tempo na vila


O tempo a vila continua parado. Assombra-se  a Praça, escurece a torre, caia a noite sobre as casas, nasce o sol e o tempo parado dia e nite e dia após dia. E o Chico da ti Elvira que sempre me cumprimenta, lamenta-se na sua linguagem: - Que me ensinem que eu trato do relógio. E eu que sim, e acredito que o faria tão competentemente como toca os sinos. O Chico que merece uma justa homenagem pelo brio que põe há anos no tocar dos sinos. Esquecemos ou não lembramos suficientemente este meritório serviço. O Chico iria ficar muito honrado se lhe permitissem dar corda ao  tempo. Por mim ficaria contente por tempo contado pela mão do Chico.
publicado por julmar às 22:57
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Sexta-feira, 8 de Novembro de 2013

Palavras para quê?











Se todos acharem normal, eu fico preocupado.

publicado por julmar às 18:44
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Vilar Maior - Campeão de futebol em 1950 - Dr Leal Freire

Por  esse  tempo, à  falta  de  outras  diversões, todas  as  aldeias  engendravam  equipas  de  futebol. Na  própria  terra, jogavam  ou  casados  contra  solteiros  ou  os  moradores  de  cima   contra  os  moradores  de  baixo.

Mais  excitantes  eram os desafios   de  povoado   contra  povoado. Recordo-me  de  um  derbi  BISMULA-VILAR  MAIOR, em  que   apesar  do caseirismo  proteccionista   do  árbitro   a  Vila triunfou. Ora, a  Bismula  havia  poucos  dias  antes  vencido, aliás  copiosamente, Aldeia da  Ponte, que, por  seu  turno  havia  derrotado   pela  mesma  margem  os  de  Fuenteginaldo. E  este  não  tinha  um  conjunto  de  desprezar   já  que  em  torneio  adrede  disputado se sobrepusera  ao  MIROBRIGENSE, de  Cidade  Rodrigo. Proeza  tanto mais de realçar, quanto  é  certo  haverem   os  de  CID, pela  mesma  época   humilhado  o SALAMANCA, então  no escalão  principal   do  futebol  espanhol, ombreando    com os  grandes - REAL   SOCIEDADE, BETIS, VALENCIA, SEVILHA, ATLETICO   DE  BILBAU, ATLETICO   DE  MADRID, BARCELONA e  vencendo mesmo o REAL  MADRID, campeão  de  Espanha, da  Europa   e  do  Mundo.

Como  se  acaba  de  demonstrar isto  de  campeões  e  campeonatos é  muito relativo  e por gradações  sucessivas   todos  lá  podem  chegar.

publicado por julmar às 18:35
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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2013

PESCARIAS - Dr Leal Freire

O limite  de Vilar  Maior  beneficia  de  dois cursos  de  água, ambos  feudatários ou, mais  propriamente  subfeudatários  do  Coa, ou  da  Coa, como  alguns  lhe  chamam, menorizando-o, isto  é, baixando-o  à  classe   de  simples  ribeira. Mas ribeiras são, isso  sim, o  Cesarão, que, depois  de bordejar  Aldeia  da Ponte  e Aldeia  da   Ribeira, passa  também  por  Vilar  Maior, e  o  Pereiro, vindo  da  segunda   linha de  fronteira.

O  nome do  primeiro evoca  um romano, provavelmente um  centurião  e  ao  substantivo  principal  adita  um  qualificativo  de  diminuição—CESAREU.

O do segundo radica, ao  que  se  supõe, em  qualquer  tufo de pomíferas selvagens. Um e  outro  são  ricos   em   peixes. Alias o  Cesarão é  conhecido pelos populares  por  Cesarão  Peixeiro. O poeta  reconhece-lhe  o sestro:

Robalo, enguias, trutas,

Peixes que a barbas enxutas

Não pesca o próprio Nereu

Fizeram ninho nas grutas

Tersas de rochas hirsutas

Di Cesarão Cesareu

 

E também :

Ao Pereiro

Rio pesqueiro

Nos açudes 

Aos almudes...

Os  pescadores  civilizados  e  conscientes   pescam  ao anzol, ao  tosão  e às  redes. Aproveitam  também  a  abertura  dos  saudes  e o empoçamento  das  águas  para as grandes apanhas. Os  que  não  têm  espírito   desportivo  usam uma  substância    que  adormece  os  peixes - o  bude  ou  embude, planta  opiácea   que cresce  nas  margens  de  algumas  correntes  de  água.

Havia ainda   a pesca  criminosa, feita  com  explosivas, que  dilacera  as espécies ou com recurso  a  envenenamento das  águas. Felizmente, essas  duas  formas  de pescar, só  usadas  por  marginais, foram  eliminadas  com  a  consciençalização  das  populações. Agora, a  pesca  é  limpa. O  peixe  é  consumido  essencialmente  de três  formas - simplesmente  frito, frito e escabechado, ou, quando  é  maior  em  caldo  ou migas.

E  que   saborosos   pitéus   assim  se  conseguem!

publicado por julmar às 11:23
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Terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Dádiva da natureza


Quis a natureza brindar-me com este presente que é bem um milagre da multiplicação - uma única semente produziu doze exemplares (quatro ainda não foram colhidas). Fico grato a quem me der sugestões de tratamento, uso e decoração. 
publicado por julmar às 11:12
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