Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

O Pombal

Por Fora

 

 

Por dentro

A quem souber sobre a história destas construções ou queira fazer um pouco de investigação.

 

 

 

publicado por julmar às 18:06
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15 comentários:
De "O Vila" a 23 de Setembro de 2008 às 22:28
Desde criança que me habituei a ver esta singular construção a que sempre chamámos "pombal". Durante muitos anos parecia que nem dávamos pela sua existência!!!.
Nunca tinha estado junto dela, o que fiz este ano por altura da festa.
Agora sim, pergunto-me o porquê da sua construção neste local; claro que não foi por acaso que foi construída aqui e não noutro sítio qualquer!!!...seria curioso saber um pouco mais da sua história e dos lugares circunvizinhos. Não será tarefa fácil investigar se é que existe alguma ponta da meada pela qual se possa começar a desenvolver tal investigação. Quem possa e saiba podia, ainda que no campo das hipóteses, sugerir algo de verosímil sobre a sua existência!!.


De Manuel Maria a 24 de Setembro de 2008 às 10:46
Meu amigo...
porque não é um pombal, como o povo lhe chama, mas um falcoeiro. que pertenceu aos condes de Vilar Maior, proprietários daquelas terras, desde a "limpa" correia, até à margem do cesarão.
Esclarecida a dúvida?


De "O Vila" a 24 de Setembro de 2008 às 17:44
Obrigado Manuel Maria.
Convenhamos que se em cada buraco houvesse um ninho de falcão, os donos teriam falcões aos montes para ir vender ao mercado da Bismúla (claro que estou a brincar!!!!).
Um abraço.


De carnefritada a 24 de Setembro de 2008 às 21:39
Falcões !!!???
Conde de Vilar Maior (!!!???) (o Alegrete?)
Snobeira saloia. Por isso...também lhe chamam peneireiro (que caça pombos) e não cabe naqueles buracos
Simplesmente pombal. Prosaicamente para produzir... adubo orgânico. Quantos mais buracos mais pombos, mais estrume. Optimo para as vinhas como podem ver no vale do douro onde há muitos e bem conservados. Não há prados, não há vacas: há pombos. Quem não tem com cão caça com gato.
Falcões. Ideia peregrina, como os falcões.


De Tonho a 24 de Setembro de 2008 às 22:17
Aves de arribação por aqui? Nada disso; talvez um senil e depenada faisão a pôr-se a jeito para levar uma chumbada. Ou melhor; Como o chumbo está caro, é melhor mandar o galo garnizé para lhe tratar da saúde.


De João que chora a 24 de Setembro de 2008 às 22:31
Guerra de palavras,ainda alinho. Mas quando mete chumbaria, ala embora! É que sou medroso mesmo. Medroso e choramingas. E eu acho que o carnefritada tem razão. Onde é que foram descobrir essa da falcoaria mais dos condes? Quem viajar de Vilar Formoso a Almeida verá dezena de pombais. Certo sem a imponência deste. mas todos com o mesmo fim: produzir estrume e carne.
E aqui vai um site onde poderão aprender alguma coisa
http://www.palombar.org/index2.htm


De Jarmeleiro a 24 de Setembro de 2008 às 23:17
O Manel Maria que veio com essas aleluias dos condes de Vilar Maior e caça com falcões, que venha a defender a sua causa o que até nem será deficil pela sua profissão advogado- Ele que diga qual foi a obra de história ou da ciencia onde apurou tudo isso que eu tamem gostava de ler. No meu modo de ver , é um pombal mas não por môr do estrume. Isso não cabe na minha cabeça. Pois se numa terra onde havia mais de mil ovelhas e cabras, dezenas ou até centemas de burros (só os de duas patas), vinte ou mais juntas de vacas, galinhas e cães a dar cum pau e já não contando com o das pessoa, pra quê o estrumo dos pombos? Eu bem sei que tem umas qualidades diferentes, mas em vez de um carro punham-se dois. às vezes era tanto que nem se arranjava terra para enterrar as sementes.Os pombos para carne? Ná eram precisos muitos para encher a barriga a um homem. Por mim até podiam ser pombos correios para mandar mensages de guerra. E se calhar nem era nada de coisa nenhuma do que aqui se disse. Ninguem fez prova de nada.


De carnefritada a 24 de Setembro de 2008 às 23:54
ora aí está o futuro económico da terra:
fazer renascer as "mil ovelhas e cabras, dezenas ou até centemas de burros (só os de duas patas), vinte ou mais juntas de vacas, galinhas e cães a dar cum pau e já não contando com o das pessoas" com o necessário apoio do Q.R.E.N e produzir trampa. E exportá-la. Bastava tornar o cesarão e o côa navegáveis. Construiam-se grandes armazens em Vila Nova de Gaia e despachá-la para as quintas biológicas do Kentucky nos States. Trocávam.se por computadores ou misseis patriot.
Devemos orgulhar-nos do nosso passado!!!


De João que Ri a 25 de Setembro de 2008 às 21:05
Ora até que enfim começam a surgir cabeças pensantes com propostas criativas sobre como a Vila pode fugir a uma morte que se anuncia a cada dia que passa:
Há dias aparecia um a anunciar uma fábrica de gamelas, agora aparece uma proposta de exportação de trampa. Com imaginação a morte anunciada ... não se concretizará


De Cotenas a 25 de Setembro de 2008 às 23:35
O futuro económico da terra está assegurado diz carnefritada , ao que eu acrescentarei ; Da terra e arredores. De facto, num verdadeiro rasgo de inteligência e como é seu apanágio, acabou de descobrir o novel negócio do século, ao trazer à tona o último grito na área de produção de fertilizantes, que mais não é, de que...!!! pura trampa, cuja exportação será feita, em exclusivo, para os States. Sem pretender desvirtuar o seu projecto, permita-me que, muito desinteressadamente (não quero tomar parte no negócio), lhe sugira o seguinte, de molde a rentabilizá-lo exponencialmente:
Deixe-se de bicharada, porque todas essas animálias só darão despesa e a matéria prima por elas gerada já não é o que era. Como quase tudo, já vem contrafeita;
Em sua sustituição, deite mão à etar construida ou a construir nos arredores da Bismula e dertemine-lhe uma finalidade diferente, qual seja a de armazenamento de toda a trampa proveniente dos esgotos quer da Bismula, quer de Vilar Maior:
Por último, no seu estado puro, siga toda a tramitação de escoamento da mercadoria conforme por si propugnado mas, obviamente, através da ribeira da Bismula, perdão, de Alfaiates, cujos custos de navegabilidade são menos onerosos de que o Cesarão.
NOTAS IMPORTANTES: Não se esqueça de registar a patente, se é que ainda não o fez, mais que não seja para melhorar a imagem de Portugal aos olhos do mundo, já que é o País da U E a 25 com menos patentes por milhão de pessoas;
Desencadei os procedimentos necessários temdo em vista habilitar-se ao tão aliciante subsídio (de preferência a fundo perdido)
Nada de belicismos. Deixe lá os mísseis. Computadores já cá temos o Magalhães.Traga mas é os dólares para desenvolver a terra e arredores.
Bons negócios.


De BismulaSeculoXXI a 26 de Setembro de 2008 às 09:48
Boa e excelsa ideia.
Contruir uma Etar na bismula com os efluentes da bismula e vilar maior.
Como sabe em Londres a água das etars (aqueles colossais tanques circulares que rodeiam a cidade) é reutilizada cinco (5) vezes.
Numa prespectiva de solidariedade inter-fronteiriça e de política de boa vizinhança o generoso povo da bismula que tem um super-avit de água potável poderá a partir da etar a construir minorar as dificuldades de abastecimento de vilar maior, que conforme já foi referido neste blog, são mais marcadas no verão.


De Cotenas a 28 de Setembro de 2008 às 23:30
Fiquem, fiquem, lá com a vossa ETAR na vossa ribeirinha e aproveitem bem os nossos e os vossos efluentes, enquanto nós ficamos com o nosso Cesarão Peixeiro, despoluído e a salvo de qualquer desagradável surpresa provocada por qualquer eventual fuga dos ditos. Poluição a lamentar no Cesarão, só a costumeira; A resultante do envenamento das águas pelos carnesfritadas, para apanharem (pescar não sabem) uns barbos, uns bordalos ou umas bogas. Porém, ultimamente ando mais descansado quanto a esse aspecto, já que me soou que vão instituir novamente a figura do Guarda Rios que ficará sob a alçada da ASAE e aí o caso fiará mais fino.


De Manuel Maria a 29 de Setembro de 2008 às 16:08
E porque haveria eu de "gastar cera com ruim defunto"?
Tanto é válida uma tese como outra. O Manuel Simões Dias aventa essa hipótese da falcoaria. Pessoalmente duvido dela. A de "carnefrita" até vem, na sequência do que ara tradição lá para os vinhedos de Mogadouro, corroborar o passado vinhateiro da região, com um vinho afamado e muito apreciado, lá pelos sec. XVI e XVII na corte de Castela, aí introduzido pelo conde do Sabugal, segundo li alugres. No entanto nada conheço que sustente quer uma, quer outra hipótese.


De João que Chora a 4 de Outubro de 2008 às 23:10
Não é bem assim, João! Quando se pretende historiar não se podem fazer afirmações levianas e dizer que se trata de uma falcoaria. Mesmo dizendo que se trata de hipótese o referido autor deveria fundamentá-la. Têm-se escrito muitas enormidades.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 20:08
pois tem....


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