Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Ontem, há cem anos

Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.

publicado por julmar às 15:27
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34 comentários:
De Ribacôa a 28 de Setembro de 2008 às 22:57
É pena a fotografia não nos dar um plano mais próximo da Igreja de Santa Maria do Castelo. Eu, pessoalmente, saciaria toda a minha curiosidade quanto ao seu todo exterior e particularmente em relação ao alpendre que diziam possuir, bem como quanto ao campanário, do qual jugo vislumbra-se a cimalha no local onde seria a junção da capela mor e o corpo da igreja na ala da parte do castelo e de cujos alicerces ainda lá existem sinais. Não haverá ninguém que possua uma foto da igreja (desta ou de época anterior) e a queira disponibilizar para o blog?.


De Katekero a 29 de Setembro de 2008 às 13:21
Se não estou em erro, aqui há uns anos vi publicada num dos jornais ou boletins paroquiais dessa zona (Renascer, Nordeste Arraiano?), uma fotografia que mostrava a igreja antes de desmoronada. É possível que o original da mesma, pertença à professora Delfina Marques.


De João que Chora a 29 de Setembro de 2008 às 14:31
O João Martins deve ter


De Manuel Maria a 29 de Setembro de 2008 às 16:12
Num tenho, infelizmente.


De Ribacôa a 29 de Setembro de 2008 às 22:45
É pena. De todo o modo, o meu pedido continua em aberto.


De Carlos Martins a 30 de Setembro de 2008 às 22:22
Olá a todos
Tenho estado a ler os vossos comentários e no que diz respeito ao tema, este verão visitei o museu do Sabugal, onde pude verificar a existência de um vasto património de Vilar Maior, de onde constavam algumas fotografias bem antigas. Não me recordo se existe alguma nas condições desejadas.


De julmar a 1 de Outubro de 2008 às 14:47
Também eu neste Verão o visitei e fiquei agradavelmente surpreendido: pela forma como está organizado, pela interessante exposição fotográfica e, naturalmente, pela sequência da exposição do espólio. Uma boa lição. Para ver demoradamente.
... e a mágoa de um museu etnográfico em Vilar maior fechado


De Ribacôa a 1 de Outubro de 2008 às 23:09
E quantos visitaram o museu de Vilar Maior? Eu não. No entanto, na semana antecedente à festa, numa conversa casual com o arqueólogo que pesquisava junto à Igreja Matriz, ouvi-lhe dizer algo que me deixou apreensivo; Dizia ele que havia dúvidas se o espólio arqueológico recentemente descoberto na Vila, ficava no respectivo museu, ou se, pelo contrário, seria entregue ao do Sabugal. E argumentava com a falta de de condições, designadamente as relacionadas com um elevado grau de humidade. A ser verdade, das duas uma: ou ao contrário do que se pensava, a construção do nosso museu não obedeceu aos requisitos a cujos fins se detinava, ou estão a arranjar "pé" para os referidos achados "zarparem " da Vila para fora, o que até já nem é novidade. Até poderão argumentar que um museu que não se sabe se está vivo, moribumdo ou morto, não merece mais. Pura azneira, porquanto foi feito um um investimento com fins específicos. Responsabilize-se, isso sim, quem tem que ser responsabilizado pela inércia a que, desde sempre, o mesmo foi votado.


De ANTONIO GATA a 2 de Outubro de 2008 às 08:53
Senhor RIBACOA
Gostei deste seu comentário.
Relativamente à parte final do mesmo, quando fala em "responsabilidades", coloco-me à sua inteira disposição para, perante si, assumir as minhas, enquanto UNICO responsável, pela idealização e concretização da recuperação do edificio em causa.
Posso,também.pessoalmente, dar-lhe alguns esclarecimentos que eventualmente possa desconhecer.
Bastará saír do anonimato e dizer-me quem é.
Com consideração
António César Marcos Gata


De Ribacôa a 3 de Outubro de 2008 às 00:24
Senhor António Gata.
Muito sinceramente, apraz-me saber que gostou do meu comentário, facto que vem provar que mesmo anonimamente, é possível tratar assuntos sérios de forma séria, fazer crítica construtiva, sem sofismas nem subterfúgios. Por isso e porque escrever sob anonimato não me tolhe as ideias nem me diminui, assim penso continuar. Quanto à questão de fundo respigada no meu comentário traduzida na frase: "responsabilizar quem tem de ser responsabilizado", quero dizer-lhe desde já que nem por sombras pensei no seu nome. E sabe porquê? É porque quando diz ter sido o único responsável pela idealização e concretização da recuperação do edifício em causa, está a dizer o que todos sabemos, que é muito, é meritório e é de enaltecer. Mas, para além disso, existe a vertente técnica respeitante à arquitectura, à engenharia etc., que muito naturalmente o terão ultrapassado. Assim, a ser verdade que existem humidades no museu e se estas forem devidas a eventuais erros técnicos de concepção ou falta de conservação, é evidente que tais factos não são de sua responsabilidade.
Já quanto à questão Fulcral, qual seja a de saber a quem assacar responsabilidades pelo facto do museu estar votado ao marasmo, a conclusão é a mesma; O meu caro nada tem a ver com isso. Porém, o certo é que essa triste realidade existe e aqui com a agravante das responsabilidades terem que ser presumidas, já que, pelos vistos, ninguém sabe a quem imputá-las. Até o meu caro quando convidado apontar os responsáveis por esse estado de coisas (vide blog capeia raiana na secção "À fala com..." de 8 de Setembro último), depois de ter enumerado os não culpados, preferiu "fechar-se em copas" (o que fez no exercício de um legítimo direito) quanto aos responsáveis, isto no caso de saber quem são.
Posto isto, reforço a minha ideia mestra;
Para além de triste e vergonhoso, é de lamentar a existência de um museu em Vilar Maior, onde é guardado um considerável e valioso espólio, o qual por incúria ou desleixo, não cumpre a finalidade suprema para que foi criado, consubstanciada no nulo aproveitamento das vertentes culturais, lúdicas, didácticas, com evidentes prejuízos principalmente para as gentes desta região já de si tão fustigadas e carenciadas de estruturas desta natureza.
Atenciosamente,
Ribacôa


De João que Chora a 3 de Outubro de 2008 às 09:18
Gaba-te cesto que hás-de ir às vindimas


De João que RI a 3 de Outubro de 2008 às 09:27
Gaba-te cesto que hás-de ir às vindimas!!!
Quem efectivamente faz, nunca se põe assim em bicos de pé. Quem faz não precisa disso. Não lhe fica bem, pois sabe que o auto elogio não cheira bem. Confie no juízo dos outros que uns de um modo outros de outro acabarão por construir uma realidade mais equilibrada e mais credível.
Então, que lhe parece aquele único em letra maiúscula? Não pode ofender pessoas que rechearam aquele museu com objectos uns mais valiosos do que outros mas que não são tralha.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 19:46
"ajoelhou... teve que rezar!"


De fantasmadocesarao a 2 de Outubro de 2008 às 21:21
Gente quezilenta.
É fácil, aos que nada fazem, criticar os que fazem.
E ter feito aquela obra numa terrinha no fim do mundo onde cristo perdeu as botas ... É OBRA!!!
Senhor António Gata felicito-o e... tem-"os" no sítio


De Carlos Martins a 2 de Outubro de 2008 às 21:34
Mais uma vez Vilar Maior fica para trás.
Despejado do seu espólio (que por direito lhe pertence), por argumentos (que a serem verdade), devem deixar preocupados os naturais de Vilar Maior. Efectivamente visitei os dois museus neste Verão e é claro que foi com um misto de alegria e tristeza que vi muito património da minha terra na sede de concelho. Também é verdade que tive oportunidade de visitar o museu da Vila e efectivamente é um cartão de visita que faço questão de mostrar com grande orgulho às pessoas que me visitam, contudo e não servindo de crítica a ninguém, (pois quem está faz o melhor que pode) este ano pareceu-me mais abandonado e a fogosidade de outros tempos parece que se esvanece com o passar dos anos e é evidente que se quisermos preservar o nosso património teremos que apresentar argumentos para que eles não saiam da terra da sua origem.


De "O Canivete" a 2 de Outubro de 2008 às 22:04
Na minha maneira de ver, creio que António Gata não deve "acusar logo o toque" desta maneira pois creio que ninguém lhe pode atribuir exclusivamente o que se passa com o museu de Vilar Maior. Desconhecendo os primeiros passos dados na criação do museu e quem o amparou no inicio da caminhada, parece-me que o maior problema estará em quem não deu continuidade àquilo que se conseguiu pôr de pé.
É claro que tudo gira num enorme turbilhão de de razões para as quais nem só os presidentes da Junta são capazes de dar resposta. Como manter o museu de portas abertas (apenas este exemplo) sem pagar a alguém que se responsabilize por esse serviço?!!.
"Por amor à camisola" já houve (há...) quem o fizesse anos a fio....
Agora o que naturalmente os responsáveis "da coisa pública" devem fazer é não deixar correr o marfim, sem tentarem alertar quem de direito para as necessidades de manter e dar continuidade ao que foi criado.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 19:57
Ora... aqui está o "busilis" da questão! pagar para o ter aberto... compensa pelo número de visitantes? A professora Delfina tem-se ocupado da chave e muito boa vontade e paciência para acompanhar os visitantes e já é bastante, porque mais ninguém o faria!
A fuga e delapidação do património, já é questão antiga em Vilar Maior. Que o povo os "tenha no sítio" e actue como quando quiseram levar a pia baptismal da Senhora do Castelo!


De fantasmadocesarao a 3 de Outubro de 2008 às 06:38
Os museus (arqueológicos, etnográficos ou outros) servem para preservar e mostrar o seu acervo.
Quantos visitantes tem o museu da vila? cem por ano?
Se o espólio estiver no museu do sabugal e referenciado como pertencendo a vilar maior então muitos mais visitantes o apreciarão e, eventualmnte, terão a curiosidade de conhecer a terra donde vieram aquelas peças.
E convenhamos que por muito carinho que aquelas peças nos mereçam, muitas não passam de "tralha".


De Katekero a 3 de Outubro de 2008 às 11:08
Mas que cheiro intenso a carnefritada !
E que tirada extraordinária esta! Um museu de portas fechadas ter cem visitantes por ano, é obra. Melhor de que isto, só mesmo o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. Agora imagine se estivesse aberto durante todo o ano. Abra a mente e veja as coisas não de forma isolada, mas sim no seu conjunto. Comentários destes só podem provir de quem ignora a realidade, a riqueza patrimonial e outras potencialidades turísticas de Vilar Maior e, quiçá , ditados por despeito ou inveja. É mais um a ditar a pena capital para a nossa terra. Estes não fazem cá falta.


De "Tília" a 3 de Outubro de 2008 às 14:48
De facto ainda não tinha acedido ao meu computador e já me cheirava a carne frita (e não foi isso, nem coisa parecida que se comeu ao almoço aqui em casa). Voltamos outra vez à linguagem posta na boca dos velhos do Restelo , camonianos.
Não é difícil a todos os comentaristas, aperceberem-se de que uma voz, vinda deste grupo, tenta imitar o modo como Judas agiu (segundo o que contam os sagrados livros), na situação que de todos é conhecida. Crítica destrutiva para arrasar, fazendo dos outros campónios incultos e incapazes de pensar. Que bom seria que ao invés utilizasse uma linguagem e sentimentos que se encaixassem mais no pensamento dos restantes. Não estou a pedir-lhe que esteja de acordo (de entre os outros também há discordâncias...). No seu caso, adivinha-se uma posição de ódio por esta terra (vá-se lá saber porquê!!!). Muito provavelmente porque algum copo de zurrapa que por lá bebeu, lhe tenha provocada tamanha azia. Ou talvez lhe tenha feito apanhar tamanha narça " que se prolonga ad aeternum !!!!.


De agent provocateur a 3 de Outubro de 2008 às 20:07
Há dias que correm mal!
O patrão puxou-nos as orelhas, o chefe mostrou má cara, a adorada esposa acordou mal disposta e moeu-nos a cabeça ou o filho faltou às aulas. E até há quem sem nenhuma destas benévolas razões acorde zangado com o mundo (maus figados ,diz o povo na sua imensa sabedoria).
E perdemos a capacidade de tolerar os outros.
E não suportamos a ironia.
Compreende-se e perdoa-se.


De Joana D´arc das Beiras a 4 de Outubro de 2008 às 22:33
E eu que pensava que já tinha sido declarado o banimento eterno pelo povo de Vilar Maior ao Dr. Francisco Leal, eis se não quando o cheiro a carnefritada (resultante do Auto-de-Fé) se torna insuportável e o volto a encontra-lo por estas paragens!!!!


De Lian a 4 de Outubro de 2008 às 23:47
Qual quê? Este não é um D. Sebastião adolescente de trazer por casa, que promete aparecer numa qualquer manhã de nevoeiro e ...!!! Nada... !!! Nem vê-lo Não. Este aparece esteja chuva, esteja vento, ou esteja sol. A grande diferença nesta ESTÓRIA , é que o outro teve o cognome de "O DESEJADO".


De agent provocateur a 5 de Outubro de 2008 às 09:19
Isto tem sido um grande divertimento!!!
E também um grande estimulo para os distintos leitores. Venho lendo todos os posts do autor do blog - que felicito e cumprimento . e raramente merecem daqueles distintos leitores um comentário; e de repente - ai a minha modéstia - chega um estranho, um plebeu da vizinha terra da carne fritada, e é um alvoroço: há posts - coisa inimaginável - que merecem mais de 40 comentários.
Não sendo este blog um privadssimo british club, nem os seu autor censurar os comentários, vão ter a santa paciência de "vêr" por aqui o intruso - um atrevidote.
O banimento decretado "in absentia" aplica-se ao corpo. E mesmo assim sempre se pode, copiando o marquês de pombal, pôr terra da bismula no chão do carro e visitar, sem o profanar o sacrossanto solo de vilar maior.
De qualquer modo seria uma bem avisada ideia construir uma torre de vigia sobre ponte da ribeira de alfaiates (uma nova ponte sequeiros) ligada por cabo óptico à torre do sino, não vá ser necessário tocar a rebate.
E mesmo as coisas sérias podem ser tratadas com alguma ironia: faz bem à sáude!


De O Cota a 5 de Outubro de 2008 às 13:32
Ora então para seu gáudio pessoal aqui vai mais um. E é para lhe dizer, que o Dr. quando quer ou quando se esforça, valendo-se dos seus elevadíssimos e refinadíssimos dotes de pura ironia, até consegue entreter-nos. Mas, mais importante do que isso, é constatar que consegue escrever um comentário sem achincalhar nem os vilarmaiorenses , nem a terra que os viu nascer, nem mesmo os não naturais mas amigos de Vilar Maior, que são muitos, alguns deles e ao contrário do que o Dr. pensa, são participantes activos neste blog. E nem diga que, atento o teor de alguns dos comentários que por aqui deixou, estava à espera de ruidosas salvas de palmas. Não, não...!!! O sentimento de orgulho ferido é da natureza humana. E lá diz o ditado; Quem não se sente, não é filho de boa gente.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 20:05
Você é um parvo! mais parvo é quem lhe dá troco! Pode vir a Vilar Maior qunado quiser e sem medo, que ninguém vai sujar as mãos em si.


De agent provocateur a 6 de Outubro de 2008 às 11:46
Fico fascinado com a elegância, a finura, o recorte distinto dos seus vicentinos comentários comentários .


De Manuel Maria a 6 de Outubro de 2008 às 16:27
Consigo ser mais verrinoso que isso... não me provoque! LoL
Abraço


De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 20:34
Caro Doutor Leal, pergunto a mim mesma se o senhor não terá nada melhor para ocupar o seu tempo que frequentar este blog e confraternizar com o povo de Vilar Maior que tanto critica?
A sua Santa Terrinha não terá por acaso um blog onde o senhor, se não tem mais nada que fazer no seu tempo livre, onde possa ocupar o seu tempo?
Já que tanto insiste em conviver connosco, tenha ao menos o discernimento de o fazer com boa educação e bom gosto, de modo a não nos ofender, pois nós também, dentro do possível, tentamos ter paciência para o senhor!!!
Cumprimentos


De João que Chora a 6 de Outubro de 2008 às 21:40
Cada um tem seu feitio, sou medroso e sou chorão. Mas não sou parvo. Custa-me ver maltratar gente que o não merece e parece-me ser muito tacanho julgar alguém por ser ou não ser da terra. Ora, basta pensar em todos os que nasceram em Vilar Maior e que andam por outras terras (e são quase todos) e tratá-los assim: - Ora, o senhor cale-se que não é de cá!


De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 21:48
Eu não estava a ofender o Doutor Francisco Leal por ele ser ou não da Terra, mas sim por ele me ter ofendido ao dizer mal da minha Terra, que com muito orgulho digo: " Sou de Vilar Maior".
Não pretendo ofender ninguém mas sim defender a minha Terra.
Um Abraço


De O Cota a 3 de Outubro de 2008 às 21:32
E o que diz da afixação de um bom número de atractivos cartazes espalhados por toda a região ribacudana , apelando a uma ida a Vilar Maior, convidando todos a fazerem uma visita guiada ao museu, ao castelo, às ruínas da Igreja de Santa Maria, à ponte romana, às várias e antiquíssimas fontes de mergulho, à janelinha do Vale da Lapa, às sepulturas antropomórficas, ao pelourinho, à cruz da forca , às ruínas da porta da cidadela (vulgo arco), às ruínas das duas atalaias (na Sangrinheira e nas Moitas), às Casas dos Moiros, ao lagar dos Mortórios , à capela de S. Sebastião, à do Sr. dos Aflitos à Igreja da Misericórdia , etc. etc. E mais. Ao meu caro será reservado um lugar de honra na comitiva e, nessa condição, acompanhará uma comitiva até um lugar que se chama Santa Marinha onde terá oportunidade de deixar a sua marca no valioso património histórico da Vila. Escavará no local que lhe indicarem até encontrar as ruínas da igreja do mesmo nome; Santa Marinha. Creia que se vai sentir realizado.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 15:35
Esta vasta enumeração de valores patrimoniais só mostra que é necessário valorizar o que temos.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 20:00
Concordo em parte, quanto à "tralha". Libertava-se espaço para o que realmente é histórico e que náo devia ser desviado para outros museus.


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