Sábado, 4 de Outubro de 2008

A Vilar Maior o que é de Vilar Maior

Agora há dias um comentador do blog sustentava que alguns dos valores que se encontram no museu de Vilar Maior (que poucos visitam) pudessem estar no museu do Sabugal que teriam outra notoriedade e que isso levaria mais pessoas a visitar a vila. Haveria, assim, um interesse recíproco. Porém, questiono que interesse poderá ter Vilar Maior se alguns dos motivos de visita estiverem ausentes. Pergunto se o canhão que se encontra á entrada do museu da Guarda, não deveria estar no local onde desempenhou funções, isto é no adro da Igreja de Vilar Maior. Pergunto o que recebeu (recebe) em troca Vilar Maior pelo facto de no museu distrital da Guarda se encontrar exposto um dos objectos de maior interesse e valor – a espada encontrada nas cercanias do castelo. Estes objectos estão lá com que acordo, com que protocolo, com que contrapartidas, com que direito?

 

publicado por julmar às 23:00
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19 comentários:
De "O Canivete" a 5 de Outubro de 2008 às 21:01
Muito sinceramente, essa de as pessoas verem no museu do Sabugal achados provenientes de Vilar Maior e que as levaria a visitar a Vila, para mim não colhe.
Podemos admirar e achar muito interessantes tais achados históricos mas daí até aguçar a curiosidade de ver o local da sua origem, sinceramente.....não!!.
Gostaria de saber qual o número de pessoas, após terem admirado a tal espada e o tal canhão que se encontram no museu da Guarda, já rumaram a Vilar Maior para verem com seus próprios olhos o local onde (de)apareceram!!!!.
Para mim essa maneira de pensar só pode vir de quem quer fazer de nós "trouxas", analfabetos na matéria ou de uma cultura igual a 0!!!.

Parece-me ser sempre a mesma pessoa que nos habituou a este tipo de comentários, de pessoa que tudo sabe
e por força tenta minimizar tudo quanto possa elevar o valor da Vila e da sua história. Estarei errado??.


De Jarmeleiro a 6 de Outubro de 2008 às 11:16
A estas perguntas eu não sei responder mas pode ser qe o Sr. Toninho Gata saiba.


De Manuel Maria a 6 de Outubro de 2008 às 16:36
Jarmeleiro... não é Gata que tem que saber... todos nós temos uma cota de responsabilidade por omissão, por comodismo.


De Jarmeleiro a 6 de Outubro de 2008 às 19:17
Mas que grande novidade. Isso até eu sei e nao sou dotor. Sabe que mais? até esperava muito mais dos seus comentários. Têm pouca sustância. Só quem quer é que se candidada a alguma coisa. Quem o faz e ganha é porque as pesoas acreditam neles e os eleitos ficam com mais obrigassões. Por isso lhe pagam e tem outras regalias. Até acredito que muntos, como será o caso é mais por amor á camisola mas o certo que são eles que lá estao. Sei que fazem o melhor que podem mas como todos, nem sempre as coisas batem certo. Com isto não estou nem quero dezer mal de niguem. Não gosto é de lamúrias nem acredito em insustituiveis. Desses os cemitério estão cheios e o mundo inda não acabou.
Boa noute a todos.


De Manuel Maria a 8 de Outubro de 2008 às 15:49
"Sustância", meu amigo... só no caldo, e de bagens secas de preferência! Já tenho idade e juízo para não jogar conversa fora! Foi tempo!
Abraço


De Jarmeleiro a 8 de Outubro de 2008 às 19:39
Se calhar até tem razão. por isso... Amen


De "O Canivete" a 7 de Outubro de 2008 às 00:10
Amigo Jarmeleiro , se o seu comentário diz respeito ao que atrás eu referi, apenas queria esclarecer que não é ao Sr. António Gata que me refiro mas sim ao dos chicharrões !!!!!.
Um abraço.


De Jarmeleiro a 7 de Outubro de 2008 às 00:33
Ó homen atão vocemecê não vê que o meu comentário está a seguir ao do Manel maria? Veja que foi ele que me chamou à atenção e não o meu amigo. Esse dos chicharrões já está a melhorar. Vai ver que se deixar de aparcer inda vamos sentir a falta. O homem tem um umor e de ironia do mais fino que já vi e poder de encaiche nem se fala. Tenha uma boanoute.


De João que Ri a 7 de Outubro de 2008 às 09:05
Os chicharrões!!! Boa! Boa!


De Jarmeleiro a 12 de Outubro de 2008 às 16:34
É só pra dizer que li o que escreveu no jornal O Cinco Quinas sobre Vilar Maior e gostei do que li.
Os meus cumprimentos.


De Jarmeleiro a 12 de Outubro de 2008 às 16:40
O anterio é a respeito do que escrevi acima sobre o sr.Toninho Gata.


De JC a 7 de Outubro de 2008 às 11:09
Amigos Vilarmaiorenses e outros comentadores deste blog, últimamente tenho vindo a observar que grande parte dos comentários fogem sempre ao cerne das questões, o principal objectivo tem estado a fugir as soluções dos problemas ou mesmo a criticas contrutivas para dar lugar a comentários de roupa suja ou mesmo enchuvalhar quem tem feito algo em prol do desenvolvimento da Aldeia. Uma verdade também vos digo, pouco ou nada tenho feito, mas pelo menos não critico, e magoa-me imenso ver certos comentários que últimamente tenho visto. As pessoas que criticam ( Francisco Leal, Fantasmadocesarão, etc, etc), no fundo criticam para testar a nossa/vossa paciencia e adoram a nossa/vossa reacção) atenção tambem me incluo, naqueles que reagiram a comentários porque como vilarmaiorense tambem me magoraram e magoam, mas é este o objectivo destas pessoas, brincar com os sentimentos dos outros, como tal a melhor solução é a ignorancia, o desprezo, etc, etc,
Um abraço a todos os Vilarmaiorenses e a todos os bloguistas com energias positivas.
JC


De agent provocateur a 9 de Outubro de 2008 às 21:28
“O museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que promove pesquisas relativas aos testemunhos materiais do homem e do seu ambiente, adquire-os, conserva-os, comunica-os e expõe-nos para estudo, educação e prazer” (conceito de museu do Conselho Internacional dos Museus – ICOM).
Aplica-se?


O Inimigo Público




De "Anónimo" a 9 de Outubro de 2008 às 21:52
Temos "Homem"!!!!!!....Bom é que compartamos os nossos saberes com os outros (quer conheçam ou ignorem o que lhes transmitimos).
Não sendo longo o comentário....gostei.
Não interessa se é em segunda mão ou não......ensina conceitos a quem não sabe e aviva-os a quem já os conhece.


De O Cota a 9 de Outubro de 2008 às 22:32
Temos homem. Mas...!!! Podia ser mais original. Quem entrar no Google e digitar as palavras "definição de museu", de imediato aparecerão "n" definições, vindo logo à cabeça, ipsis verbis», a que o caro Dr. nos trás à estampa. Louve-se a boa vontade.


De Xi ió mim a 9 de Outubro de 2008 às 22:02
":; _=)(!!!!) ?=&% €€€)@@---- /****/**++++$ |||:: ,,,xx<<<xx& % . Xi ió mim traduzir . Deixen-no a pregar no deserto. Xi ió mim


De Manuel Maria a 10 de Outubro de 2008 às 15:54
Tirando o "permanente" e o "sem fins lucrativos"... até parece uma definição de prostituta que outro dia li numa sentença. Só que o Juiz, preconceituoso como era, dizia "prostituta-chefe"...


De beirão manhana/canivete a 25 de Outubro de 2008 às 01:37
Sei que este comentário vem muito atrasado, mas só recentemente tomei conhecimento do blog.
A questão dos objectos para os museus das terras é, na minha perspectiva, muito sensível. E por vezes é bom olhar-mos para o que se passa lá fora.
Nas grandes nações europeias encontramos sempre 1 grande museu nacional que congrega as peças mais importantes do país respectivo e que por isso mesmo acabam por ser polos de grande interesse nacional e internacional.
A dispersão por uma miríade de locais dos objectos mais importantes e representativos de um país torna esses pequenos museus irrelevantes e as peças desconhecidas, impedindo a divulgação daquilo que de importante temos. Ninguém imagina qualquer turista nacional ou estrangeiro a andar a percorrer todas as aldeias ou sedes de concelho deste país para ver um peça verdeiramente importante aqui e outra ali.
Por isso, penso que é insustentável que a "espada de Vilar Maior" continue no Museu da Guarda e não esteja num grande museu nacional, seja ele em Lisboa ou Porto. É uma peça valiosíssima, ímpar e que continua tremendameente desconhecida do páis inteiro e do estrangeiro. Acrescente-se que então a sua ida para Vilar Maior é não faz qualquer sentido, a começar desde logo pelos problemas de conservação e segurança que tal acarreteria.
Se a espada estiver num grande museu nacional isso não diminui Vilar Maior. Pelo contrário, tornará a nossa Vila mais conhecida.
Para os museus regionais ou locais, as peças de interesse regional ou loocal. Para os museus nacionais, as de interesse nacional.
Assim se deveria aquilatar do dsetino dos achados recentes.
Saudações para Vilar Maior.




De Sentinela a 10 de Novembro de 2008 às 21:15
Muito embora não concorde integralmente com as teses expendidas , aduz argumentos válidos susceptíveis de levar a equacionar outras leituras do assunto em discussão. Gostei.
Já agora que seja bem vindo ao blog.
E o pseudónimo parece como que uma espécie de geminação entre Vilar Maior e Porto de Ovelha. Será?


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