Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

E Esta?!

Para os que pensam que em Vilar Maior se cometem disparates, deviam viajar por terras circunvizinhas para saberem que estamos longe de ganhar o primeiro lugar. Pprimeiro lugar tem desta vez, com direito a prémio (que como sabem são óptimos) o comentarista que identificar onde fica esta obra de arte. Primeira ajuda: é uma freguesia do concelho do Sabugal.

 

publicado por julmar às 14:12
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26 comentários:
De O Cota a 19 de Novembro de 2008 às 16:28
Uma autêntica aberração, até por pertencer a uma aldeia com um passado histórico muito idêntico ao de Vilar Maior. Tem a agravante de estar implantada num largo em que as construções são todas (ou na sua generalidade), da traça das que aparecem na imagem. E a cereja no topo do bolo, consiste no facto de distar poucos metros de uma capela antiquíssima. Tenho quase a certeza que não estou enganado.
Abdico do prémio a favor de agluém que venha defender que a construção até está bem e refira o nome da aldeia.


De "O Vila" a 19 de Novembro de 2008 às 18:25
Não faço a mínima ideia onde possa "admirar-se" ( as aspas ficam para mim...) esta preciosidade, no entanto olhando para o ambiente que rodeia este conjunto de casas, arriscaria tratar-se de Alfaiates (lá no cimo , sem montanhas em redor....não passam de palpites meus!!!:::).


De Sentinela a 19 de Novembro de 2008 às 22:05
Estará mal? Estará bem? Os gostos são relativos. Ele há os gostos pessoais do cidadão comum e os gostos dos institucionais ; dos experts na matéria. E quem me garante que o imóvel não obedece a todos os requisitos e conceitos das actuais tendências no âmbito da recuperação de habitações na região?


De Jarmeleiro a 19 de Novembro de 2008 às 23:31
Acho que sei onde fica e tanho pra mim que neste largo todos os anos fasem uma toirada de forcão. Já que os homens no têm mando para esbarrondar aquilo, avia de aparecer por ali um toiro com tamanha força que com meia dusia de escornadas escangalhasse a gaiola. Esse sim havia de receber um bom premio.


De Manuel Maria a 21 de Novembro de 2008 às 14:51
Umas valentes marradas ou marretadas e a coisa vai abaixo... Como numa terra tão bonita e típica, se pode fazer tamanha asneira!


De agent provocateur a 20 de Novembro de 2008 às 00:32
Cá volto.
Enorme sobranceria.
Um homem, uma familia, presumo que com esforço e amor, recontrói a sua casa (o seu castelo), torna-a confortável, habitável, civilizada, e aparecem logo uns intectuais de soberbo e refinado bom gosto a diminuir a obra.
Talvez prefiram os "palheiros" que envolvem a casa.
Tanta arrogância!!!


De O Cota a 20 de Novembro de 2008 às 09:09
Cada um come do que gosta. Ele até dizem que agora há os direitos á difrença . E tmabém há o dito: todos diferentes-todos iguais. E aí está. Se lermos tudo o escreve às avessas não econtraremos difrença alguma. À procura do prémio não?.. Cá pra mim e como diz o Cota já o gahou . Basta de abonda nomear a terra onde está este castelo. Não o outro que tamém o tem.


De O Cota a 20 de Novembro de 2008 às 09:25
As minhas desculpas pelos erros, gralhas e lapsos. Acontece até aos intelectuais de soberbo e refinado gosto.


De Anónimo a 20 de Novembro de 2008 às 21:18
Pois seja benvindo e com saúde. Mesmo que provoque "algum reboliço"; reconheçamos que nestas coisas faz falta, por vezes, um "abanão" para que não se tornem sensaborâs.
Não quero com isto deixá-lo a pensar que estou a apelidá-lo de "bobo da corte".
Cumprimentos.


De Manuel Maria a 21 de Novembro de 2008 às 14:19
Ó Leal,
Até um labrego vê que o burro foi mal albardado! Aquilo é uma aberração! "non sense" no enquadramento geral.


De agent provocateur a 21 de Novembro de 2008 às 15:14
O enquadramento é que está em ruinas.
Abri milhares de corações: o dos "labregos" é igual ao dos outros.


De João que chora a 21 de Novembro de 2008 às 21:52
Eu nada tenho contra labregos que eu acho que fazem a riqueza dos ociosos. Acho mesmo que a labreguice natural é uma coisa estimável. Porém, o horrível é o labrego negar a sua labreguice de maneira tão atabalhoada. Então, ele fica ali amarrado ao seu passado de labrego? Desce as escadas e encara de imediato com a denúncia de tudo o que foi? Mas isto é umproblema do labrego.
Agora por que é que o senhor que diz conhecer os corações, há-de achar que o labrego tem um coração igual aos outros? Ser labrego é uma marca de identidade que nada tira. E pior do que um labrego genuíno, só um labrego disfarçado.
Olhe, senhor doutor, eu falo sincero, diria mesmo que falo com o coração nas mãos! Mas estes, o senhor não conhece.


De Katekero a 21 de Novembro de 2008 às 19:06
Acho que o Francisco Leal ainda não se deu conta de que aquilo é uma construção ex-novo e não uma reconstrução. Quando muito, utilizando uma linguagem mais familiar a certos velhotes dessa região ligados às fainas agrícolas e que tem a ver com o apuramento das castas das videiras (não, não vamos voltar à vaca fria do bom e do mau vinho), o que ali está é uma enxertia de encosto.


De agent provocateur a 21 de Novembro de 2008 às 19:55
Ex-novo ou reconstrução é irrelevante.
O que aqui se comenta é o bom senso e o bom gosto (a velha "questão Coimbrã" do Antero e do Feliciano de Castilho).
Já vi que "sabe da poda". Eu não.


De josé Martins a 20 de Novembro de 2008 às 02:41
Tenho a certeza que a foto não foi tirada na aldeia de Malcata. Há lá exemplos muito parecidos.Actualmente existem normas legais que impedem este tipo de "castelos". Sim, as condições são bem melhores do que viver num palheiro. Mas há limites para estas "maisons". Não há?


De agent provocateur a 20 de Novembro de 2008 às 08:48
maisons"?!
Que diria o Diogo Boitaca se visse o CC de Belém ao lado dos "seus" Jeronimos?
Que diria o Marques da Silva se visse os caixotes do Sisa a esconder a sua Casa de Serralves?


De João que Chora a 20 de Novembro de 2008 às 09:22
A relatividade que é condição de tolerância e de saúde de espírito, não significa nem pode significar o vale tudo. Que haja, alguém que resolva tornar a sua morada mais confortável, urbana e bela sem ter nenhuma noção do ridículo, podemos compreender. Que a junta de freguesia e sobretudo os serviços de licenciamento da Câmara do Sabugal permitam esta aberração é que é de todo incompreensível . O proprietário virou costas ao passado, e prantou no curral, palmando talvez um pouco do espaço público, uma construção que quando muito dará para um quarto de pequena dimensão.
Claro que o Francisco Leal só pode estar a reinar com isto. Mas que o faça de modo a que como os latinos diziam: Ridendo castigo mores.


De Sacaparte a 20 de Novembro de 2008 às 12:18
Um quarto de pequenas dimensões? Qual Quê!!! Mais parece um "castelo" para usar a palavra de Francisco Leal. Só à vista tem piso térreo, primeiro andar e águas furtadas. Poderá ter cave e tudo o mais que a retaguarda não mostra.


De "O Vila" a 20 de Novembro de 2008 às 19:02
Como já disse não sei a sua localização (pelo menos ninguém me anunciou de que teria ganho o prémio). Quem me diz a mim que o imóvel pode ter duas caras??- Certamente já devem ter visto espetáculos em que um actor aparece como sendo de raça branca de um lado e de negra no outro. Imaginemos que a casa tem este aspecto visto deste lado e terá eventualmente do lado oposto um aspecto rústico, tal como a maioria dos comentaristas preferem?!!.
Assim o seu dono estará a salvo de todas as críticas, agradando a gregos e a troianos?!:


De Manuel Maria a 28 de Novembro de 2008 às 15:11
"tem duas caras"... pois tem... cara e cú! LOL


De JC a 21 de Novembro de 2008 às 12:53
Creio que esta obra de arte fica localizada na Bismula.


De agent provocateur a 21 de Novembro de 2008 às 14:52
Sr JC
Subtil ironia a sua.
Até poderia ser na bismula.
Há algum tempo houve na bismula a chamada guerra das pedras: deveriam calcetar-se as ruas com paralelos de granito ou com calçada portuguesa? Ganharam os paralelos. Seguindo a "mainstream" do blog deveriam manter-se as ruas em terra: lama, muita lama, no inverno e poeira (e moscas) no verão.
Não tendo eu, ao contrário de vossas excªs (nasci na bismula!) um gosto refinado, felicito o dono da casa.
E porque será que nenhuma das casas "rústicas" da gravura foi restaurada?


De "O Vila" a 21 de Novembro de 2008 às 21:01
Na verdade igual a este exemplo que a imagem nos mostra, só uma visão do que seria toda a Bismula , impante nas suas ruas com calçada portuguesa.
E devia ser nos bons velhos tempos em que vacas e ovelhas se encarregavam de atapetar a mesma calçada com ornamentos do foro fisiológico, seria ouro sobre azul!!.


De Jofre de Lima Monteiro Alves a 22 de Novembro de 2008 às 01:13
Passei com grande prazer por este blogue, cuja tematíca é bastante interessante a actrativa. Para visitar mais vezes no futuro. Boa semana com tudo de bom.


De O Cota a 24 de Novembro de 2008 às 23:12
As boas vindas ao ilustre Courense. Ou será padornelense? Entre sempre e se posível participe.
Cumprimentos.


De Manuel Maria a 28 de Novembro de 2008 às 15:14
O Jofre por estas bandas?


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