Quinta-feira, 6 de Agosto de 2020

Comemorar o nascimento de Vilar Maior

Vilar Maior (Sabugal) - Brasão - coat of arms - crest of Vilar ...

Hoje todos os vilarmaiorenses e todos os amigos de Vilar Maior dveriam estar em festa e cantar os parabéns: Vilar Maior nasceu há 815 anos (sim, leu bem - oitocentos e quinze anos). Foi fundada em 1215 pelo rei D. Afonso de Leão que, estando no Sabugal, lhe concedeu carta de povoação. A decisão há-de ter tido como fundamento o facto de por lá haver gente e casas e, sendo um lugar estrategicamente situado, servir como polo para o povoamento e defesa dos ataques dos mouros que já a haviam habitado. E o texto em latim macarrónico, traduzido, dizia:

«Seja notório a todos, presentes e futuros que eu Afonso, pela graça de Deus, Rei de Leão e Galiza (…) fundo a povoação de Vilar Maior»

O Município de Vilar Maior surge apenas em 6 de Agosto de 1227, portanto 12 anos após a fundação do povoado. Em 1296 tem foral concedido por D. Dinis, em 1510 tem foral concedido por D. Manuel I e em 1855 é extinto o concelho.

Temos todos de dar um pouco de nós para que Vilar Maior continue. Esse é, desde o primeiro momento, o objetivo deste blog - Vilar Maior, Minha Terra Minha Gente, que , acaso feliz, também faz hoje anos, 14 anos.

publicado por julmar às 10:54
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2020

A praça de ontem, a praça de hoje

HPIM1990.JPG

No dia 19 de setembro de 2003, era assim a praça. O cais antigo, o Cimento no seu estado original com os bancos originais. O chafariz,O burro e a carroça, o bar da festa. E gente conhecida.

praça3.jpg

A praça no dia 4 de Junho de 2020

publicado por julmar às 16:38
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Sábado, 20 de Junho de 2020

Tornar Vilar Maior uma aldeia cultural

Dia 27 de junho vai realizar-se uma reunião da Associação Muralhas de Vilar Maior. Pediram-me que desse o meu contributo: Na continuação do que há longos anos venho fazendo neste blog e, mais especificamente nos últimos posts, apresento um resumo muito esquemático de obras a realizar(incluindo algumas já apresentadas anteriormente).
Naquilo que se segue é tão só a minha visão do que poderia ser feito. Sintam-se perfeitamente à vontade para concordarem, discordarem, alterarem, mudarem, sugerirem. 
 
A- Obras sem custo ou baixo custo: 
  1. Hino do Senhor dos Aflitos, escrito em azulejos ou noutro suporte na sua capela ou no largo
  2. Toponímia: A toponímia, que etimologicamente significa o nome dos lugares, pode constituir um precioso contributo para o fortalecimento da identidade de uma comunidade na medida em que por ela se pode transmitir a sua história.
  3. Forca : tomando por base o desenho de Duarte de Armas poder-se-ia reconstruir esta forca. O sítio alto onde se encontra atrairia o olhar de quem visita Vilar Maior. No mesmo sítio  (por sugestão do Carlos Gata)poderia ser construído um miradoiro.
  4. Colocação de cruzeiros anteriormente existentes: Fonte Nova, Largo das Portas. Um cruzeiro que assinalasse o local da extinta capela do Espírito Santo
  5. Plantação de medronheiros e mostageiros nas cercanias do castelo
  6. Implantação de uma nora  e de uma burra (picanço, picota) na Horta da Ribeira ou, em alternativa noutro local público.
  7.  Iluminação da torre da Igreja, da ponte românica, da Forca, do Arco, do Museu, da Igreja da Senhora do Castelo
  8. Reabilitação das Eiras
  9. Desocultação do arco antigo da capela de S. Sebastião
  10. Reclamar o canhão de VM que está à entrada do museu da Guarda e colocação no local em que exerceu função

B - Com algum custo:

1. Consolidação das ruínas da Senhora do Castelo e construção de um átrio partilhado com o cemitério

2. Aquisição e construcão de um largo junto da Igreja Matriz

3. Reabilitação da Torre de Menagem, tornando possível a subida à mesma e o disfrute da paisagem.

4. Mostra das estruturas  de três culturas impotantes: O ciclo do pão - arado(tapada) - Eira - Moinho - Forno; O ciclo do vinho - lagar/prensa - dorna/ tonel - Alambique; O ciclo do linho - Ripanço, maçadoiro - roca - tear

5. Valorização da encosta norte do castelo; incluindo o trajeto (passadiços?) desde a barragem das Eiras até ao pontão do Pindelo (com reabilitação do moinho, visita ao Pombal, às sepulturas antropomórficas ...); os caminhos que vão dar à Fraga e um miradoiro no Saltadoiro dos Cães.

6. Dado quase como certo que a zona das Lages, as casas jamais serão recuperadas para viver, deveria haver um trabalho de limpeza e conservação de ruínas. 

 

 

publicado por julmar às 11:03
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Domingo, 14 de Junho de 2020

Tornar Vilar Maior uma aldeia cultural - 4

Foto igreja.jpg

Repito o que disse em post de 27 de Fevereiro:

«Todos os vilarmaiorenses sentimos que a nossa terra, a Vila, tem alguma coisa de diferente, de especial que nos faz sentir orgulhosos por sermos sua pertença. Ao mesmo tempo, sentimos que está a ficar cada vez mais deserta, mais abandonada, temendo, com fortes razões, que o seu tempo esteja a chegar ao fim. Seria muito triste que um passado de mais de oito séculos acabasse assim, sem mais nem menos, como se todo o seu passado se enterrasse. Mais triste, ainda, por sermos nós a assistir à sua agonia sem nada fazermos. Por isso, antes que morra, antes que alguém, por milagre, a  viesse a ressuscitar, vamos todos fazer o que deve ser feito. E o que deve ser feito? Pensar, comunicar e agir. Sem medo e sem vergonha. Com transparência e clareza. Com responsabilidade, com respeito, em diálogo. Começando por pequenas coisas. Começando por coisas que não custam dinheiro - há muito a fazer e, uma vez feitas, fazem a diferença; por coisas que custam pouco dinheiro - e valem muito; por coisas que custam mais dinheiro mas quando tivermos feito as outras estaremos preparados para elas. (...)»

Propusemos até agora

1) Devolver às Eiras - um lugar das nossas memórias - o aspeto  de um lameiro. Iniciou-se, já, com o levantamento do monte de terra.;

2) Construir um painel com os versos do Hino do Senhor dos Aflitos a colocar na parte exterior da respetiva capela ou do respetivo largo;

3) Levantamento da Forca, de acordo com o desenho feito por Duarte D'Armas.

Convido-vos a olhar para a fotografia que inicia este post. Quando tiverem oportunidade, vão ao local. Observem, olhem com atenção. A Igreja matriz de S. Pedro não mereceria um outro enquadramento?

Faço, apenas, notar que estamos na parte histórica da nossa vila e que este largo seria  a ligação para o museu, para a Igreja da Senhora do Castelo /Cemitério e Castelo

Aceitam- se sugestões.

publicado por julmar às 12:20
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Terça-feira, 2 de Junho de 2020

Histórias de vida à volta de um corno!

rica vida.JPG

(Fotografia retirada do facebook de António Simões)

Adoro fotografias antigas, a preto e branco, de gente da Vila. Trata-se de uma fotografia de 1943, dentro das muralhas do castelo onde, nos dias antes se tinha representado um drama ( o que era feito com alguma frequência), como testemunha a estrutura de madeira que serviu de palco ao espectáculo. As gentes da vila eram muito dadas à farra e, volta e meia, lá reuniam segundo afinidades de amizade, parentesco, vizinhança, de pertença a grupos sociais e de sexo separadas no templo e no tempo. Dos presentes na foto conheci o sr Raul, o sr José Simões e o sr Fernando Castelo Branco. Apostaria que o senhor atrás do sr Raul seria seu pai, Alexandre Araújo que, com a D. Olívia sua esposa, constitíram uma das mais extensas e prestigiadas família de Vilar Maior, unindo as linhagens Araújo e Ferreira Franco.

O sr Fernandinho ( Fernando, Castelo Branco, Boavida e Areias para os invejosos), vindo da Orca, com saber e sorte, com o casamento com  Adélia Gata (minha excelente professora), enriquecido com a exploração do  exploração do volfrâmio, ganhou prestígio e direito a estar no grupo.

 

publicado por julmar às 11:09
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Domingo, 31 de Maio de 2020

Vá para o interior, porra!

O burro e a carroça.JPG

Desde já felicito o fotógrafo a quem peço desculpa pelo (ab)uso da imagem que recolhi do facebok. Tenho várias fotos sobre o tema mas confesso que esta me agrada mais. A senhora é-me conhecida, o burro também e a paisagem familiar. Diria que é a estrada Aldeia da Ribeira - Vilar Maior. Cada vez mais rara,  esta é uma cena típica do concelho do Sabugal. Em termos históricos (sim, a História também é feita por carroças, burros e pelos seus proprietários) este tipo de transporte surge nos anos sessenta quando começa o exôdo migratório para França e os lavradores se desfazem da possante e pachorrenta junta de vacas, do respetivo carro (maciço, pesado,  de rodas de meia lua em madeira cravejada de ferragens), do arado, da charrua e demais arreios pondo termo a uma economia secular do trato da tapada de centeio, da cultura de regadio (sobretudo a batata mas também o linho) e da vinha complementada com a piara do gado. Na impossibilidade de continuar com uma estrutura tão pesada - é mais difícil alimentar uma vaca do que meia dúzia de burros -, as mulheres que ficaram encontraram uma solução: o burro e a carroça. 

Se quiser viver no interior e quiser prover ao seu integral sustento esta é a situação ideal. Sem estar dentro dos preços, diria que com dois ou três mil euros terá carroça, burro e respetivos arreios e acessórios. Com o burro tem assegurado um transporte seguro, barato e não poluente. Poderá fazer uma economia circular, uma agricultura inteitamente biológica, sem emissões de dióxido de carbono. Com o burro poderá lavrar a terra, transportar todo o tipo de produtos , incluindo o estrume que ele abundantemente produz e ter uma agricultura próspera,  fazer uma cultura de regadio à custa do burro, (arranje um chão, horta ou veiga que disponha de uma nora). 

Então, se começa a ficar entusiasmado, começe o projeto. Eu sugiro que vá para o interior, para os designados territórios de baixa densidade, de preferência para uma das quarenta e tal aldeias do concelho do Sabugal. Aqui tudo chega mais tarde ou nem sequer chega, como acontece com o vírus que graça por todo o planeta. Todas as aldeias têm os seus encantos naturais, a sua identidade, a sua história. Poderá optar por comprar a casa onde quer viver ou poderá arrendar (há muita oferta). Poderá comprar um terreno, arrendar ou até alguém lhe poderá ceder através de um contrato de comodato ou sem contrato. Depois decida se compra um burro ou uma burra. Para além da casa, do terreno, da carroça e do burro não se esqueça de comprar a melena, uma albarda (quando não quiser andar de carroça e preferir disfrutar da montada), o respetivo cabresto e rabeiro. E, claro (não compre, arranje você mesmo) uma vara que para além de conduzir a besta lhe virá a ser muito útil como, com tempo , descobrirá. Como irá descobrir muitas outras coisas. Mas isso também faz parte da parte interessante. 

O burro é um animal frugal, comunicativo, muito resistente, comunicativo, inteligente  e bom companheiro. Não compre relógio ou despertador porque ele é que lhe vai ditar o tempo. E acredite que se a voz de burro não chega ao céu, ela chega mais longe que qualquer outra.

Vá lá! Se entre o Ferrari ou o Tesla optar pelo burro, eu dou uma ajuda.

publicado por julmar às 07:11
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2020

A falar é que a gente se entende, ainda a piscina

Piscina.jpg

Propositadamente, em relação ao post que escrevi , "Piscina em Vilar Maior", fui suscinto e factual para que os possíveis comentários se centrassem sobre a obra em si. Daí resultou que as pessoas puderam exprimir as suas posições sobre o assunto, a maior parte, direta ou indiretamente, sob  a forma de perguntas;

- Esse projeto foi exposto ao povo?

- A piscina: a quem se se destina? Quem se vai responsabilizar por ela? Quais os custos associados?

- Esse projeto acrescenta valor a Vilar Maior?

- Os meios de publicitação da venda de propriedades ( da Irmandade da Misericórdia) foram adequados?

- As Assembleias Gerais não deveriam ser marcadas para alturas em que pudesse estar o maior número de pessoas? Na era da digitalização não seria possível participar sem presença física?

- As pessoas residentes fora de Vilar Maior não têm direito a ser informadas?

- Há problemas jurídicos nas vendas efetuadas?

- Deve haver (há) interdependência, independência, articulação, solidariedade entre as instituições/órgãos de - Irmandade, Junta, Associação, mordomia do Senhor dos Aflitos?

- Quem está a pagar a pscina?

- A piscina "será mais uma aberração a que Vilar Maior já nos vai habituando"?

Ficam as perguntas, aguardam-se as respostas. 

 

publicado por julmar às 08:44
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Sábado, 23 de Maio de 2020

Piscina em Vilar Maior

Piscina.jpg

piscina1.jpg

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia tem em fase adiantada a construção de uma piscina. Para o efeito vendeu as propriedades que tinha em Vilar Maior e em Aldeia da Ribeira. Eu não pertenço à Irmandade, não participei, por isso, em qualquer reunião, nunca li nenhum documento ou informação sobre o assunto. Tudo o que sei é do que ouvi. 

 

publicado por julmar às 08:30
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Sábado, 16 de Maio de 2020

Raizes da conflitualidade entre Aldeia da Ribeira e Vilar Maior

Os da minha geração recordam-se bem do espírito belicoso que opunha as duas aldeias vizinhas  que entre outros aspectos, se manifestava na maior festa de cada uma das aldeias na quantidade de foguetes que cada uma lançava para o ar. Eram recorrentes as histórias, em forma de epopeia, que de um lado e do outro se contavam em que os actores principais eram os rapazes solteiros. 

Na sequência de desentendimentos e conflitos entre os habitantes das duas freguesias reuniram no dia 17-11-1852,  as juntas de freguesia presididas por dois homens de grande autoridade que eram párocos das respetivas freguesias.

Acta da Reunião

(Vertido para Português atual)

«Reunidas as Juntas de Paroquia desta Vila e Aldeia da ribeira para deliberaremsobre o mais conveniente meio de proceder na administração e guarda do Montado das Razas, pertencente às ditas paróquias, depois de maduramente discutirem o que fosse mais acertado para levar-se a efeito a conservação do montado, acordaram o seguinte:

1º - que todo e qualquer vizinho de ambas as paróquias tem direito a tomar em dia de S. Martinho de cada ano uma raza somente na folha correspondente

2º - que nesta rasa que lhe toca pode arrancar toda a lenha bastante que for para uso de sua casa somente sem direito a vendê-la ou dá-la a outro qualquer vizinho.

3º Que será senhor de arrancar lenha até ao dia 25 do mês de Março de cada ano findo o qual dia as razas devolvidas(?) à paróquia, salvo o que a cultivar, que até terá direito … na sementeira o Zoço(?) que renascer depois da estravessa do terreno, não cortando lenha alguma, digo lenha ou Zoço(?)de outra natureza na sua própria raza.

Para cumprimento exacto do artigo 1º, as juntas farão distribuir um bilhete a cada vizinho, o qual, depois, de tomada a raza apresentava ao escrivão respectivo, declarando com quem parte de um e outro lado para se sindicar da sua veracidade e transgredido o dito artigo perde o direito às razas que tomava e pagará multa de três mil reis, metade para o denunciante e metade para s despesas da paróquia e será punido correcionalmente; e na mesma multa incorrem os que transgredirem as disposições do artigo 2º e 3º.

Acordaram mais que nenhum vizinho tem direito a arrancar lenha em folha diferente que no ano se constitui; que os guardas do Montado são estritamente responsáveis do bom arranque e (?) cuidado do Montado (…)

Acordaram mais que nas disposições do artigo 2º que nenhum vizinho tem direito a ceder a sua raza para um segundo a cultivar tem somente o usufruto (…)

A tomada das razas será ao sol nascer.

O Escrivão da Junta da Paróquia extrairá duas cópias que serão lidas de viva voz pelo mesmo, no domingo, 21 do corrente ao Povo para que não haja ignorância e depois afixada no lugar público, e por este ano será a tomada da raza correspondente na manhã do dia 22 do corrente ao sol nascer. »

Assinam os Presidentes da Junta:

Aldeia da Ribeira – João de Mattos

Vilar Maior – Jozé Ignácio de Farias

publicado por julmar às 07:48
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2020

Da janela do meu quarto

janela.jpg

Quem quiser saber o que se passa na Vila tem que ir à Praça. Sempre foi aí que a vida passou, desde as banalidades dos dias comuns às celebrações profanas dos garotos e das cantigas de roda e bailes dos rapazes e das raparigas. Quem, de fora, tinha assuntos a tratar, era aí que o fazia ou iniciava. Por vezes,  os personagens mudavam mas a liturgia era a mesma, como a chegada do correio: Primeiro o ti Agostinho, de Aldeia da Ribeira, montado numa mula, depois o ti Chico Mónica, montado na bicicleta e depois outros e outros que traziam e levavam as notícias para o mundo. O jogo da Arraioila passava de pais para filhos sempre com gestos e jeitos iguais. O Cimento, esse altar profano, era o palco onde em cenas não ensaiadas, actores efémeros esbracejavam, questionavam, discutiam, concordavam, riam, troçavam. Por vezes, incendiavam-se os ânimos, afloravam iras, ódios e vinganças e a tragédia acontecia. 

Hoje, um pouco alterado, o cenário é o mesmo, os actores mudaram. De manhã, ao levantar-me, da janela do meu quarto, era assim. Em vez dos burros com enchalma colorida e, anos depois o autocarro da "Viúva Monteiro", uma carrinha com um único passageiro, a caminho do Sabugal. No Cimento meia dúzia de atores mascarados.

 

publicado por julmar às 07:36
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