Quarta-feira, 6 de Julho de 2022

O Cimento e a sueca

cimento1.jpg

Uns jogam, outros assistem com vontade de jogar. O vinho foi substituído por Água das Pedras. Já ninguém se importa de ser chamado Bebe Águas.

publicado por julmar às 08:45
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Terça-feira, 28 de Junho de 2022

O Cimento

Cimemto 2008 VM 059.JPG

O Cimento, na sua traça original, também tinha momentos assim, momentos de espera, de vazio.

publicado por julmar às 17:56
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Sexta-feira, 10 de Junho de 2022

Requiescat in pace, José Viana

ze viana.jpg

Desta vez, cá pela Vila, ouvi tocar a sinal, esse anúncio inconfundível do sino. Na falta de gente ao redor, surge a pergunta imediata: - Quem morreu? 

O Zé Viana com quem conversara por volta da Páscoa, que me disse que as coisas tinham estado muito mal, agora bem melhor, como aparentava, mas cético sobre a recuperação. Natural dos lados de Leiria, emigrado em França lá encontrou a Ester Rasteira com quem casou. Mestre na construção civil deixou a França e passou a residir na Vila onde os emigrantes precisavam de construir uma casa de raiz ou remodelar, restaurar, ampliar, fazer uma garagem ou um terraço e o Zé Viana não tinha mãos a medir. Assim, o rosto físico da Vila também passou pelo seu trabalho de artista. Mas o Zé Viana marcou todos os que o conheceram pela franca sociabilidade, educação, ajuda pronta aos outros.

Ao fim da tarde, em conversa com o Xico que dá voz ao sino, falando do acontecimento do dia, levou a mão ao rosto e limpou uma lágrima, era muito meu amigo, disse. Para aliviar a conversa e, num sentido de humor que lhe é próprio, prometeu que não me tocaria o sino tão cedo e riu-se.

Aos filhos e restante família apresento sendidas condolências.

Nota: O funeral será em Vilar Maior, dia 10, pelas 17,30h

publicado por julmar às 09:34
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Domingo, 22 de Maio de 2022

Um passeio sonoro pelo Vale Carapito

REW1.jpg

Tornar Vilar Maior uma aldeia cultural também passa por aqui.

Nas Portas é onde tudo principia. Na imagem é o princípio onde a arqueóloga Bárbara Carvalho nos convida a dar corpo, nesta parte do vale do rio Cesarão, ao projeto Wild Côa Synphony que envolve todo o percurso da nascente até à foz de que resultará um filme-retrato poético. Caminhámos até à Fonte Velha e, em silêncio, ouvimos na voz do eco-artista Antony Lyons um texto poético sobre a natureza. Descemos o caminho ladeado de uma miríade de flores que esgota toda a paleta de cores, ao som do chilrear das aves. Cada participante foi convidado a colher uma flor com a qual seria fotografado no final. Junto da entrada deste santuário natural que é o Vale Carapito, colocados em círculo, com breve explicação deste lugar fomos convidados a fazer silêncio para ouvir todos os sons circundantes. Depois foi a vez do Antony nos fazer ouvir a gravação de sons de mamíferos que habitam ou habitaram este lugar. Seguimos para proximidade do Cesarão e, sobre uma imponente lage, foram referidos animais que habitaram em eras passadas o planeta e esta região e ouvimos, em silêncio, as suas vozes. Descemos ao rio e no comprido  e singular pontão do Pindelo, à sombra dos freixos e salgueiros com o som do Cesarão em fundo, escutámos, então, o som dos animais amfíbios. O fresco da sombra dos freixos, o murmúrio das águas, o chilrear das aves misturado ao canto das rãs envolviam o convívio dos participantes. Subimos as Escaleirinhas e ao cimo da Costa, entrados no (des)povoado Cimo da Vila, foi tempo de, dispostos em circulo, o compositor e músico Jesse d Vernon nos conduzir à execução de uma coreorafia sonora que terminou com uma composição dedicada a  Vilar Maior. Terminou animada com um lanche no "Cimento" com comes e bebes e canções acompanhadas à viola pelo Feranando Duarte e pelo Jesse, em modo rapsódia, deste "Menina Estás à Janela", ao "Yesterday", "Grandôla Vila Morena" e cantares alentejanos.

Uma tarde animada, verdadeiramente cultural.

Vilar Maior, 30 de Abril de 2022

publicado por julmar às 11:28
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2022

Fotografia da semana - O Cimento em 1990

cimento em 19901.jpg

(Fotografia de Maria Bárbara)

Com o tempo tudo muda. As gentes e os lugares. Aquelas ao ritmo natural. Os lugares artificiais, por decisão das gentes. Os nomes dos lugares, alguns permanecem, outros mudam, outros caem no esquecimento. No Cimento - foi o material de que era feito que lhe deu o nome - havia o Comércio e a Taberna. Por ali passavam as vidas das gentes para tratar de coisas sérias e de coisas banais, para ouvir e contar histórias ou para jogar a raioila ou, mais tarde, jogar matraquilhos. Ao tempo, a higiene deixava a desejar e as moscas atormentavam as gentes que punham reposteiros na porta para poderem estar sossegadas. As cadeiras de plástico eram uma novidade que, antes, as gentes sentavam-se no cais ou nos maçadoiros. A glicínia foi-se estendendendo e teve direito a um suporte próprio da idade do ferro. O garoto, em vez de beber um pirolito, chupa um gelado. A caixa de correio funcionava todos os dias como no tempo de Bento Pertunhas da Morgadinha dos Canaviais.

publicado por julmar às 15:27
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2022

Requiescat in pace, Quim Miguel

QM.jpgFaleceu dia 28 de abril, no hospital da Guarda, onde dera entrada dias antes, o nosso conterrâneo Quim Miguel que de algum tempo a esta parte residia no lar da Bismula.

Filho de Miguel Martins Duro e de Gracinda da Conceição Palos, uma família moradora no largo da Igreja matriz, numa casa baixa como eram todas as casas do Cimo da Vila. Todos os vilarmaiorenses têm uma história de vida interessante só por serem da Vila. A história de vida do Quim Miguel além de interessante é invulgar. Fosse eu um conversador e contador de histórias como ele e não me faltasse tempo e talento e até Tchekov havia ficar roído de inveja. Vivia a vida intensamente, quando rapaz era capaz de, ao som da concertina, beber uns copos e cantar à desgarrada. Foi como todos para França, ganhou, poupou mas não era a terra dos seus sonhos. Ia e vinha, cada vez ia menos até deixar de ir. Se lhe déssemos cavaco, tínhamos conversa por largo tempo. Uma manhã de primavera, na ponte sobre o Cesarão, despejou o saco. E no saco estava a realização do seu sonho maior - construir um ‘chateau’, uma casa tipo ‘maison’ com ‘fenêtres’ e tudo. Aquilo que pensei ser uma coisa impossível ele tornou- a realidade e motivo da maior discórdia dos gostos arquitetónicos de forasteiros e residentes, responsabilizando o seu proprietário por uma construção tão incomum. Eu, apenas lembrava aos que o apoucavam que ele tudo fizera à vista de todos com licenças e licenciamentos das autoridades competentes. Sobre o assunto, a minha mãe em quem muito do seu saber andava embrulhado em versos, disse-me:
Quem fez sua casa na praça
A muito se assujeitou
Uns dizem que ficou baixa
Outros que alta ficou.
Ninguém como o Quim Miguel investiu em Vilar Maior. Bem, mal? Bom, pelo menos o dinheiro dele ficou por aqui, não o podem acusar de ter contribuído para o empobrecimento da região. Comprou terras, comprou gado, fez muros muitos muros. Como me contou teve uma má experiência como accionista da Torralta.
- Sabe? Ficaram-me com o dinheiro e até hoje ninguém me disse nada! Antes quero comprar um barroco e mijar-lhe em cima do que entregar o dinheiro a esses ladrões.
No fim dessa conversa tirámos uma selfie. Gostava de a publicar mas não à consegui encontrar. Caro Quim Miguel vou sentir a tua falta. Estou, ocasionalmente, na Vila e acompanhar-te-ei à última morada.
publicado por julmar às 18:26
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2022

Vale Carapito, tornar Vilar Maior uma aldeia cultural

vale carapito.jpg

 Hoje, quinta-feira da Semana Santa, dia 14 abril, manhã de nevoeiro denso, desci o caminho da Fonte Velha, virei parao caminho das Entrevinhas no termo do qual à esquerda se encontra a imagem refrente ao lugar a visitar. Talvez o que neste outdoor  se mostra possa ser o princípio de um novo tempo para esta região. O Vale Carapito, qual pequena mesopotâmia, é um espaço que fica entre o rio Cesarão e a Ribeira de Alfaiates no fim do qual se abraçam e juntos se lançam ao rio Côa. Aqui, em baixo, rodeado de frescos lameiros, bordejados de freixos, tem como fundo sonoro a voz do Cesarão à qual se juntam as vozes dominantes do cuco e da pôpa e mais uma infinidade de clhilreares. E logo me dou conta que entro num território diferente onde a natureza protegida se mostra a quem ousar nela reparar. Uma imensidade de teias como roupa a corar pelo chão, pousadas nas giestas de maia branca e intenso odor, nos bracejos - teias feitas na noite para se desfazerem de dia e voltarema fazer-se quando a noite chegar.À medida que fomos subindo do caminho até o ponto mais alto foi-se dissipando o nevoiro e acentuou- se a aragem fria da Primavera
Caminhando em direção a sudoeste fomos depois descendo para a ribeira de Alfaiates cavada lá no fundo. No cimo do monte, llagedos enormes pregados ao chão  e, junto ao rio, grandes blocos verticais . Algumas partes do leito  atulhado de enormes pedregulhos soltos, num trabalho feito à pressa,  contrastam com a ordem escultural firme que a paciência do tempo gerou, com bacias enormes escavadas pelo redemoinho de águas e areias. Esta é a ordem do reino mineral. No reino vegetal, mais efémero, temos os amieiros e salgueiros no rio, os freixos em sítio mais enxuto mas com água abundante e para cima os carvalhos e o crescimento  rápido e recente das azinheiras. De arbustos, para além da giesta dominante, há , cada vez mais raras, as gilbardeiras ( aquele arbusto que servia para limpar as chaminés, para afastar os ratos, para varrer e para fazer os cabos das nossas canetas de aparo que molhávamos no tinteiro). 
A gilbardeira, o trovisco as roseiras de Santa Teresinha. Muito bracejo.
Um conselho - Não vá só! Ousei descer ao Insumidoiro, esse lugar mágico onde o rio desaparece por baixo de enormes penedias. Escarpa abrupta, rochas escorregadias, galhos secos, arbustos ocultando o chão são armadilhas, onde um pé em falso pode dar para o torto. Olho o telefone, nem sinal de rede! Há que subir - de gatas, de joelhos, de modo seguro, demore o que demorar. Finalmente, começam a aparecer os cagalhões dos sorraias - os cavalos - que não vi. 
Caminho até ao cume do monte, agora em direção a Nascente com o sol a bater-me nos olhos. Uma águia rasga os céus, grasnando para aoutra que a seguia, a caminho de Badamalos.
De regresso, com o castelo lá no alto, subo as Escaleirinhas com o basófias do Cesarão
de voz grossa no inverno  e sem pio no verão
É assim! Quem me quiser ver morto, tire-me a natureza. Ou o castelo!

castelo.jpg

publicado por julmar às 16:35
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Sábado, 12 de Março de 2022

Tornar Vilar Maior Uma aldeia cultural - José Ribeiro Leitão

galinha.jpg

O que é que a imagem tem a ver com o assunto? 

As zonas de fronteira foram, são ainda noutras paragens, lugares de guerra. Os castelos, de um lado e outro do rio Coa eram os lugares estratégicos de defesa e de ataque. Há pouco mais de duzentos anos, os nossos tetra e penta avós enfrentavam os exércitos franceses que roubavam e aterrorizavam as populações. Louis Henri Loison (1771-1816) ficou célebre pelas torturas, crueldades e  pilhagens. Tudo ia parar a este general que perdera uma mão durante uma caçada, ia tudo para o Maneta como foi alcunhado. Mas as gentes daqui não lhe tornavam a vida nada fácil.

Nas minhas ociosas pesquisas de documentos de Vilar Maior no século XIX, entre personagens de relevo social, aparece em vários registos o nome de José Ribeiro Leitão (do pai e do filho)

Casado com Isabel China, é um casal de proprietários fiador em quantias avultadas, nomeadamente, ao tesoureiro e subdiretor da alfândega da Vila (1843). Viúvo casou em segundo matrimónio com Maria da Cunha Cardozo. Era escrivão da Câmara Municipal deste concelho em 1843.

O seu pai tinha o mesmo nome, José Ribeiro Leitão e aparece referido nos Anais da Beira Côa (Parte II), de Fernando Larcher :

“25 Jul. Vão 15 franceses a Vilar Maior e tomando armas José Ribeiro Leitão com vários paisanos põem-nos em fuga e perseguem-nos por meia légua 992. (vide 27 Jul. e 3 Ago.)

 E dois dias depois

“27 Jul. Aparecem 25 dragões franceses em Vilar Maior. Resistiu-lhes o povo liderado por José Ribeiro Leitão, matando dois soldados e pondo os outros em fuga. (vide 25 Jul. e remissões aí constantes)”

“3 Ago. Tendo informação de que o inimigo viera a aleias vizinhas de Vilar Maior, partiu daqui José Ribeiro Leitão pelas aldeias de Arifana e Malhada de Açorda , com alguns paisanos. Juntaram-se outros destes lugares para atacar os franceses que eram de infantaria e cavalaria. Estavam alguns a roubar na Quinta do Jardo, que fugiram logo e se foram reunir a outros que estavam pelos moinhos do Coa onde juntavam o que pilhavam. Os portugueses perseguiram-nos até ali e em S. Caetano mataram 25 homens, um dos quais oficial, e tomaram-lhes 6 cavalos, 5 mulas, e armas, deixando um cavalo morto. Tomaram-lhes também muita farinha e vários trastes, como caldeiras, que na sua fugida se viram obrigados a deixar. O resto dos franceses que seriam cento e tantos retiraram-se com a maior precipitação pelos montes 998 .”

Então, conseguiu encontrar resposta à pergunta?

 

publicado por julmar às 21:29
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Quinta-feira, 3 de Março de 2022

Histórias de vida que começam assim

"Bartolomeu deu entrada na roda no primeiro dia abril de 1855 sendo encontrada a porta de Adrião Martins do Seixo do Coa, na madrugada do dia 30 março com um escrito que dizia: 'este menino já está batizado, o seu nome é Bartolomeu, e foi batizado por um sacerdote, aonde quer que fica estamos bem que por tempo será procurado', não traz enxoval algum mais que uns pequenos panos em que vinha envolto e não trazia sinal algum natural"

e para constar o registo eu José Ribeiro Leitão.

O Bartolomeu foi entregue a Isabel Chamusca de Vilar Maior no primeiro de Abril de 1855. Em 1 de Abril de 1861 foi dada baixa.

Talvez esta seja a única memória que fica deste menino.
 
Terminava assim o post que publiquei no blog Badameco em 24/11/2021. ( https://badameco.blogs.sapo.pt/historias-de-vida-que-comecam-assim-327442)
Afinal, vim encontrar o fim da história neste registo de óbito. Por ele ficámos a saber que viveu trinta anos e que exerceu a profissão de alfaiate. E talvez não saibam quão feliz fiquei em reencontrar o Bartholomeu!  

Bartholomeu, exposto e editado.jpg

publicado por julmar às 20:51
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2022

Requiescat in pace, João Duarte

joao duarte.jpg

Faleceu João Dias Duarte , hoje, 15 de fevereiro, no Hospital Amadora- Sintra. Nascido em 6 de junho de 1928, em Vilar Maior, filho de José Duarte e Joaquina Dias, irmão de Ana, Beatriz e Filomena. Após a escola primária foi para Lisboa onde, como polícia,  viveu até ao fim dos seus dias. Chegado o mês de agosto, aparecia na vila para disfrutar as férias. Bom conversador, sempre educado, atencioso e prestável, era-me especialmente querido. 

publicado por julmar às 15:38
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