Não queria que este blog se tornasse num boletim necrológico. Mas este ano a morte veio e bateu à porta de um, e outro e outro até final do ano. E neste berço onde nascemos, nesta terra onde vivemos, todos somos actores, todos somos protagonistas de uma história que tem aspectos trágicos, aspectos cómicos, que tem todos os ingredientes de um conto. No último mês do ano bateu à porta de Isabel Valente. Podíamos dizer que era uma mulher levada do diabo. Para os menos conhecedores das expressões usadas pelo povo deve-se dizer que levada do diabo nada tem de perjorativo. Pelo contrário, significa uma mulher de armas do género da minha avó Isabel: activa, trabalhadora, empreendedora.
A minha imagem de Isabel Valente é em cima da burra indo ou vindo da Correia ou do Porto Sabugal; de uma mulher alegre, conversadora e bem disposta. Era sempre um prazer cruzar com ela porque a salva era sempre uma verdadeira saudação.
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