Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Um lar da 3ª Idade - Henrique Silva

Há comentários que merecem uma primeira página. Como este.

«Caro Amigo Papa Acorda
Pediu Ideias , pois ai vai uma e com assinante :
Passo poucos de dias em Vilar Maior,pela razao de estar muito longe mas nao esqueco Vilar Maior nem as pessoas que la residem, e defenitivmente gostaria de ter um restaurante na Terra , e nao digo que nao fosse la a comer de vez em quando nas minhas curtas estadias , mas eu daria a prioridade a outra obra.Nao sei exactamente como isso funciona devido a todas essas burocracias mas o que mais precisamos em Vilar Maior e um lar da Terceira idade,pois ha uma grande quantidade de Pessoas de Vilar Maior espalhadas pelos lares das freguesias do conselho do Sabugal , que penso eu teriam muito mais Gosto nos ultimos anos de Vida se estivessem rodeados das pessoas da Terra com quem conviveram toda a vida . Alem disso ,se pretende formar uma sociedade privada com fins lucrativos , pois esse e o investimento certo pois nao vao faltar clientes.Alem disso iria desenvolver Vilar Maior trazendo empregos , e talvez mais gente para la ,que bem precisamos .Seria talvez uma maneira de nao deixar fechar o centro de dia tambem ,que deve de estar prestes a fechar, mais dia menos dia perdendo assim mais uns quantos postos de trabalho.
Outra razao para esta obra seria uma maneira de trazer talvez mais reformados da terra a regressar e deixar as Cidades,pois depois de uma vida de stress nas cidades o sossego iria cair bem .Eu Penso que se os idosos e reformados residentes nas cidades voltariam para a Aldeia se tivessem la as condicoes que tem nas cidades estou a falar medicos,pessoas para tratar deles ,ou em casa ou nos lares ,condicoes nas habitacoes,transporte para se deslocarem,coisas que eles ja usufriram e que sao indispensaveis para eles .
Isto para mim seria a primeira obra a fazer em Vilar Maior ,O local nao creio que as escolas seriam um local ideal,pois os edificios sao muito pequenos para isso e ficaria mais dispendioso para os aumentar do que para fazer um edificio Novo de raiz.Ja agora proponho o local ideal seria no Serrado junto ao centro de Dia , Pois porque nao Falar com o meu Padrinho Jose Pedro e com a Senhora D. Mariazinha(Viuva do Sr. Carlos Freire) e arranjar ali um bocabinho de terreno de cada um a um Bom Preco??
Mais Uma vez insisto que esta obra iria trazer muita gente do povo a nossa terra , pois se os idosos e reformados estiverem na Terra , tambem os mais novos passam a ir la mais vezes para os ver , e isto tudo traz desenvolvimento,mais umas casas velhas reparadas para passar uns dias,Talvez depois com mais um pouco de movimento o meu Primo Ze Carlos se anime a abrir o tao desejado restaurante que todos querem em Vilara Maior,e que esta quase pronto e que penso que nao abre pela razao de nao haver clientes.
Outra Coisa Nao se esquecam que todos nos que usamos este Blog estamos a caminhar para a nossa Velhice , e isso seria uma maneira de nos reencontrar-mos todos na mesma casa , como uma Grande Familia .
Quanto As escolas , a minha opiniao , nao a deixem cair por favor , pois para mim tambem e um monumento De Vilar Maior (Nem a Mudem De sitio)
Para Mim seria Um Lindo Lugar Para por uma Esplanada para o Verao,e com umas piscinas ao Lado? Umas salas de jogos? para os jovens No Verao? Acho que seria uma maneira de chamar os Jovens para passarem ai uns dias nas ferias,e com as coisas bem organizadas,esse bar poderia ser esplorado pela comisao de Fetas do Sr. DosAflitos,pois creio que Durante o resto dos meses do ano nao iria ter muito negocio . ...
Pense Nisso e diga alguma coisa».
Cprs
Rique

 

publicado por julmar às 11:54
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40 comentários:
De O ALDIÃO a 19 de Outubro de 2009 às 13:11
Pois o local não seria melhor escolhido , mas sabes que também há gente que não dá nem nunca deu nada a ninguém sem interesse , mesmo que seja em beneficio da terra ou em prol de caridade , mesmo que não fosse dar mas sim devolver algo para quem tanta gente contribuiu , trabalhando e não recebendo pelo seu trabalho por vezes de sol a sol .
Só resta esperar por alguém que sinta essa necessidade de ( doar - oferecer ) para uma boa causa .


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 14:02
Caro Aldiao
O que menos precisamos neste momento e criticas como esta.Voce ja foi pedir Alguma coisa a qualquer um deles? O que passou ,o tempo levou ,nao sao os mesmos tempos,nem as mesmas pessoas, e penso que esta errado de pensar assim a cerca dessas pessoas. Que eu saiba foi o Falecido Sr. Carlos Freire que doou o terreno Para o Centro de Dia e ouvi-lhe eu dizer numa conversa que eu tive com ele acerca do lar da Terceira Idade que se fosse preciso mais Terreno nao Havia qualquer Problema. Portanto Vamos Por Partes, se quizer fazer parte da equipa , Identifique-se ponha o seu nome na lista ,quando a lista estiver formada e haja nocao de que se pode fazer alguma coisa eu proppio irei pedir (em nome dessa equipa e de todos os Vilarmaiorences )a essas pessoas se podem contribuir ou ajudar para essa causa,e tenho a certeza que nao me iram fallhar.
Cprs.
Rique


De Tília a 19 de Outubro de 2009 às 15:00
Caro Rique : essa ideia do lar da terceira idade, pelos motivos que apontas e de que nós nos esquecemos um pouco, enquanto pessoas que pensam que nunca chegam ao ponto de necessitarem desse tipo de casas, é de primordial importância para terras como a nossa. Pena é que não pensemos na dor que cala bem fundo no coração daqueles que, para continuarem com um nível mínimo de qualidade de vida, têm de ir de charolas para lares de terras vizinhas, deixando atrás todos os lugares onde cresceram, se fizeram adultos, viveram, deixando ainda as poucas pessoas que foram suas companheiras de caminhada, rumando a sítios que nada lhes dizem. Vão, sem dizerem palavra porque a necessidade assim o exige e não há hipótese por onde escolher. Creio mesmo que esse trajecto do resto da sua vida que "são obrigados" a fazer, lhes abreviam os dias da sua vida terrena. Agora passando á realidade daquilo que se passa em Vilar Maior as ideias passaram, por força das circunstâncias, à história.
Houve quem pensasse nisso atempadamente como foi o caso da Bismula .Eu senti na pele o fecho pelo actual governo, na última legislatura, d e maternidades em hospitais cuja distância uns dos outros era notória pela distância entre si (não tendo sido bom para mim, não discordei totalmente da ideia por conhecer os benefícios que daí advinham a começar pelos interesses económicos). Isto tudo para dizer que normalmente essas casas são subsidiadas pelo governo que não pode suportar custos de lares que se encontram a meia dúzia de kms . A sua política é a de precisamente evitar um posto médico em cada rua ou serviços deste género a servir os cidadãos porta a porta.
Creio que agora o que é mais viável é manter o Centro de Dia mas trabalhar pela existência de equipes multidisciplinares que levem a casa de cada utente os cuidados que diariamente necessitam (desde a alimentação até aos cuidados higiénicos e de saúde, além do apoio em cuidados continuados e mesmo paleativos de que a maior parte carece.
"Daria pano para mangas" este assunto, mas deixemos mais alguém meter a colherada se assim o desejar.
Um abraço


De O ALDIÃO a 19 de Outubro de 2009 às 18:45
Pois bem sabe que não estou a falar do Sr. CARLOS FREIRE que muito ajudou VILAR MAIOR e suas gentes e que não o fazia com qualquer interesse isso toda a gente sabe , outros não o fizeram quando se falou em aumentar o centro de dia .
Quanto ao comentário da TÍLIA estou completamente de acordo em que se cuidasse das nossas gentes nos seus lares , individualmente , seria bom para eles .


De Bárbara Cardoso a 19 de Outubro de 2009 às 22:52
Boa noite caro Aldião,
É admirável a coragem de criticar sem se identificar.
Apetece dizer "Mande a conta", mas para isso tinha de dizer quem é.
Sou neta de uma das pessoas citadas e nunca aqui escrevi sem me identificar e também nunca aqui ofendi ninguém.
Mas é com estes ricos contributos que temos a grande Vila transformada em pequena aldeia.
Todos temos qualidades e defeitos. Com certeza que o meu avô terá defeitos e virtudes como todos nós, mas será que a terra não tem mesmo nada para lhe agradecer??
Faça lá um esforço e pense um bocadinho.
Boa noite.
Bárbara Cardoso


De Pedro Cardoso a 20 de Outubro de 2009 às 11:09
Caro Sr. Aldi(e)ão,
Se tivesse toda a certeza e convicção naquilo que está a dizer não se esconderia atrás do anonimato para tecer tais comentários.
Já agora tente compilar todas as suas acções em beneficio da terra e em prol da caridade e peça ao prof. Júlio para publicar aqui no blog. Eu adoraria saber.


De O ALDIÃO a 20 de Outubro de 2009 às 12:50
Pois não citei qualquer nome no meu comentário e também não sei porque é que sente ofendido , pois o que na altura correu de boca em boca é que algumas pessoas não estariam de acordo com esse aumento não por terrenos mas por verbas a doar (que fariam falta) para a ampliação , e senhores bem apetrechados não corresponderam á chamada , talvez fosse eu que não me tenha expressado bem no comentário peço as minhas desculpas , mas porquê que pedem o não anonimato cada vez que se critica ? vendo bem as coisas é uma ferramenta que temos ao dispor do documentário para a critica se bem todos nós o fazemos ?


De Pedro Cardoso a 20 de Outubro de 2009 às 15:13
Ofendido!!!
Talvez fosse esse o seu objectivo. Mas sou muito superior a isso.
O boca a boca, as criticas feitas à boca pequena e não no cara a cara, são próprios dos fracos.
Tudo o que não corre bem na Vila é sempre culpa dos mesmos, e Sr. sabe tão bem como eu o porquê. É defeito da articulação húmero-radiocubital .
Já agora o que entende por apetrechados?
Um abraço.


De O ALDIÃO a 20 de Outubro de 2009 às 18:31
Como é que se queixa tanto ? SERVE A CARAPUÇA ? não para de se queixar são primos ? sim primos porque todos os ricos da VILA são PRIMOS porque será ?


De Bárbara Neves Cardoso a 3 de Novembro de 2009 às 17:20
"sr." Aldião

já se olhou ao espelho?
Ah, não, claro que não tem coragem para o fazer, tal como não coragem para se identificar.
Todos nós somos seres humanos, e como seres humanos que somos temos defeitos e virtudes! Se o meu avó tem defeitos, você descanse que também não lhe fica atrás, pois também.
Deixe-se de dores de cotovelo e una-se ao resto do povo que se empenha nas causas.
Saudações
Bárbara Neves Cardoso


De António Gata a 19 de Outubro de 2009 às 17:51
Rique:
Como sempre disse, volto a repetir, não me envolvo em questões com autoria anónima, a não ser que seja envolvido o meu nome.
Neste caso, porque sei com quem estou a falar, tenho todo o prazer em colocar-me do teu lado e a apoiar-te incondicionalmente na opinião que tens e que também é a minha, de que o Lar da Terceira Idade é, neste momento, a obra prioritária em Vilar Maior.
E mais te digo.Estou disponível para colaborar mas não para liderar. Já o fiz e o que colhi foram criticas e invejas, situação que não quero que se repita.
Mas voltando ao tema posso adiantar-se que quando deixei a liderança da Santa Casa deixei também um anteprojecto para um lar que se enquadra perfeitamente dentro daquilo que estás a defender.
Peço-te para não ligares a vozes que afirmam ser impossível a concretização da obra. São sempre os mesmos que só sabem criticar...
Não posso deixar de relembrar a quem já o esqueceu que a totalidae do terreno onde se encontra o Centro de Dia foi oferta do saudoso Sr. Carlos Freire e eu não vou esquecer que tive a honra de ter sido a pessoa que dele recebeu essa oferta.
Deixo-te esta mensagem:
-os que conseguimos, repito conseguimos, pois sózinho nada teria conseguido, pôr o Centro de Dia a funcionar, tivemos também os velhos do Restelo que tudo fizeram para que a obra não fosse feita, mas que quando a viram a crescer rápidamente se transformaram em apoiantes incondicionais.
Força Rique, certamente que os verdadeiros Vilarmaiorenses não te deixarão sózinho.
Um abraço


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 22:16
Obrigado Gata
ja somos dois e mais se iram juntar a nos.
houve um cumentarista agora a dias que disse :
"Tu sozinho nao es nada ...Juntos temos o mundo na mao!"
Com mais uns poucos de apoiantes e a aprovacao da Santa Casa para dar seguimento ao projecto, nao vamos ter o mundo , mas vamos ter um lar em Vilar Maior .Pessoal nao Tenham medo nem receio, nem se deiam por vencidos.A esperanca e sempre a ultima a morrer.
Um Abraco


De D. Quixote a 19 de Outubro de 2009 às 23:24
Para a criação do tal movimento de cidadania por Vilar Maior, poderiam contar comigo. Mas pelos visto de nada valeu o apelo ao poeta. Já para o lar é muita areia para a minha camioneta.
Muito boa noite.


De Tília a 19 de Outubro de 2009 às 18:13
Só depois de fazer o meu comentário li o repto do Rique , em comentário mais atrasado, em relação á identificação de quem comenta; claro que tomei a liberdade de usar o método que vimos (alguns) utilizandio até aqui, Não quero com isto dizer, que se de algum modo isso ajuda, não terei problema nenhum em faze-lo.
Continúo a dizer, dando razão a Sentinela, que nesta altura do campeonato em que nos deixámos ultrapassar pela Bismula, não podemos pensar em construir um lar igual (nesta matéria, sei do que falo). Por isso entendo que nos devemos debruçar sobre a assistência aos idosos, não com assistências arcaicas de "caridadezinhas" mas acedendo ao que hoje se começa a praticar com diretrizes modernas de uma assistência condigna e que proporciona ao idoso qualidade de vida.Claro que isto necessita de alguém, sejam os nossos conterrâneos com responsabilidades nos órgãos autárquicos, que chamem a atenção quem de direito para a existência destes problemas; foi para isso que foram eleitos; ninguém vai fazer nada se dos factos não tiver conhecimento. Poderá e deve ser necessária a colaboração dos Vilarmaiorenses, mas essas tais equipas multidisciplinares têm de ser oficiais, pagas pelo estado, que não fará nada de mais ao gastar o cerca de quase metade dos nossos vencimentos que mensalmente leva para os seus cofres.
Abrc.


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 21:55
Ola Tilia
estou de acordo consigo em manter a sua forma de responder aos comentarios como temos vindo a fazer ate aqui,mas mais tarde ou mais cedo se quizerem tomar accao no assunto entao temos mesmo de nos identificar Ja sabemos que nao pode-mos fazer um lar como o da Bismula que tem capacidade quase para cinquenta pessoas,mas acho que poderiamos , para comecar tentar arranjar qualquer coisa como para 15 ou 20 pessoas , e depois logo se via . Para ja penso que com 20 pessoas tnha-mos lugar para todos os conterraneos e provavelmente mais alguns .
Temos outra Vantagem em caso de aprovacao Da Santa casa, temos quase metade do projecto feito,e muito brevemente sem uso algum se nada for feito.Toda a parte da cozinha , refeitorio,wc comuns,sala de enfermeiros e atendimento medico ja esta feita , e sem duvida que esta parte , principalmente a cozinha e o mais dispendioso.
Quanto a sua proposta de assistencia ao Domicilio , completamente de acordo , e isso seria para ja,mas sem esquecer o lar.
Cprs
Rique



De Manuel Maria a 20 de Outubro de 2009 às 11:19
Sim, essa parte das cozinhas e zona administrativa já está feita. Seriam os quartos em princípio a fazer-se. mas atenção que as novas normas podem implicar remodelação de tudo o que já está feito.


De Rique a 20 de Outubro de 2009 às 23:56
Sr. Manuel Maria
Pode acontecer que seja preciso "alterar" alguma coisa , pois depois de vinte anos de uso algumas coisas precisam ser mudadas como em qualquer casa. O meu ramo de construcao e mesmo lares e centros de dia , ja renoveis e construi dezenas deles , e sei do que voce esta a falar,mas realmente nao estamos a procura de entraves neste momento,(Seguramente eles vao surgir mais Tarde) mas sim de apoiantes. para arrancar com o projecto .
Cprs.
Rique


De joão Marques (Tília) a 20 de Outubro de 2009 às 14:08
Caro Rique:
Não sei se me conheces (duvido) e deixa-me tratar-te por tu, o mesmo gostando que faças em relação a mim.
Em primeiro lugar tenho de dar-te os parabéns pelo teu espirito voluntarioso e empreendedor demonstrando vontade de fazer e não falar por falar ou criticar de uma forma gratuita, métodos esses que muitas vezes poucos frutos dão ou nenhuns(naturalmente que defendo as críticas construtivas não as tais conhecidas de todos nós como sendo do "bota abaixo").
Eu de obras públicas pouco ou nada percebo e deixo isso para quem é especialista na matéria.
Agora, alerto para uma coisa: não vamos pensar de uma maneira demasedo linear para não darmos origem a obras como a tal segunda ponte que quiseram fazer, á revelia de qualquer tipo de legislação...deu no que se pode ver. Creio que tudo o que há a fazer tem de começar por fundamentos legais e com consistência a todos os níveis para que as mesmas tenham depois pernas para andar. Não podem apenas num entusiasmo momentâneo que, repito, é de louvar e é assim que as coisas boas muitas vezes nascem.
Com apoios oficiais creio não ser possível fazer um Lar da Terceira Idade em Vilar Maior tal como gostaríamos. Defendo que não sendo possível avançar com esse tipo de obra, se deve incrementar uma assistência oficial aos nossos idosos com uma equipa profissional composta por um médico, enfermeiro, assistente social, psicólogo, além de pessoal auxiliar minimamente preparado para exercer tais funções. Nunca gostei de ver entrar para uma instituição hospitalar (campo em que posso falar) pessoal a quem não foram ministradas acções de formação que lhes dê conhecimentos teorico-práticos das tarefas que os esperam.
Portanto, resumindo, se houver possibilidade dentro dos termos legais e económicos, a execução de um Lar como todos gostaríamos, óptimo.... não sendo possível (o que pessoalmente se me afigura como mais provável), entãp partamos para uma assistência oficial e condigna de maneira a minorar as condições bastante adversas como os nossos idosos têm sido tratados. E, não querendo meter foice em seara alheia, tenho de desabafar com uma pergunta que há anos me anda a incomodar: como podem os nossos idosos com uma média de idades entre os setenta a oitenta anos, ter uma alimentação preparada para os trabalhadores das obras (sal, ainda que em quantidade normal, gorduras, etc, etc). Quem não sabe que estas pessoas além de uma alimentação equilibrada e variada, necessitam de obedecer a um tipo de alimentação mais consentânea com a sua idade??|.
Pretendo que esta observação pertença à tal crítica construtiva (é esse o meu objectivo) e não quero beliscar a sensibilidade de quem quer que seja, não conhecendo mesmo as pessoas a quem se dirija esta crítica e responsável por tal procedimento (bom ou mau...cada um faça o juizo que entender).
Organize-se uma das comissões a que já várias pessoas aludiram e primeiro que tudo começar por contactos com organismos oficiais que superintendam nestas areas de assistência social e começemos pela base o edifício que pretendemos levar por diante. Da minha parte não terei disponibilidade para já mas a curto prazo, dentro do que possa fazer, não me negarei a pegar no remo e fazer avançar o barco para o objectivo comum.
Um abraço.
J. M.


De Rique a 21 de Outubro de 2009 às 04:57
Ola Joao
Primeiro lugar Obrigado pelo apoio ,pois nunca e demais para estas coisas.
Sim conheco-o , mas creio que nunca tive o prazer de falar consigo, que eu me lembre , mas seguramente irei falar consigo no futuro,e espero brevemente .
Cprs.
Rique


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 22:03
Ola Julio
Estou muito agradecido pelo facto de colocar este comentario em primeira Pagina ,talvez assim as pessoas se inclinem um pouco sobre este assunto que para mim e de grande urgencia para a nossa aldeia .Espero que as pessoas deiam as suas opinioes sobre o assunto ,e que todas elas sejam constructivas e animadoras.Precisamos de Boas Ideias para o melhoramento e de gente de Boa vontade de ajudar.
Mais uma vez muito obrigado
Rique


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 22:28
Sr. Presidente da mesa da Santa Casa Da Misericordia
Gostaria de saber qual e a opiniao da mesa da Santa Casa da Misericordia Acerca deste assunto .Tambem gostaria de Saber quem sao os Membros da mesa e a opiniao pessoal de cada um deles .
Fico a aguardar resposta.


De Bárbara Cardoso a 19 de Outubro de 2009 às 23:28
Olá Rique,
Vejo que andas animado e fico feliz com isso. Vi também que lançaste um repto a um grupo de pessoas onde me incluíste por achares que teria algo de bom para contribuir, o que agradeço.
Aqui vai a resposta ao repto: Aceito esse e outros desafios que se coloquem, desde que de facto seja aceite por um grupo de pessoas capazes, da terra e com vontade de trabalhar. Julgo que essa organização pode passar por criar uma associação de desenvolvimento local, ou como julgo que já referiram associação dos amigos de Vilar Maior. Na minha opinião deve ser uma associação sem fins lucrativos, ou seja, uma associação, que se pretende rentável, mas cujos rendimentos sejam todos aplicados em prol do desenvolvimento da nossa terra.
Se existir vontade dos citados e de outros podíamos começar já a trabalhar no Natal.
Cpts.
Bárbara Cardoso


De Rique a 19 de Outubro de 2009 às 23:55
Ola Barabara
Obrigado pelo teu apoio,e eu espero que esse grupo de pessoas seja formado por pessoas com vontade de trabalhar como tu dizes e fica ja antecipadamente combinado para comecar a trabalhar ja no Natal. Este aviso e tambem para todos os apoiantes.Espero de os ver todos no Natal
Cprs
Rique


De Manuel Maria a 20 de Outubro de 2009 às 11:23
Bárbara,
Isso são tudo coisas a ponderar muito bem. É preciso pragmatismo: O quê, quem, e como?


De Bárbara Cardoso a 20 de Outubro de 2009 às 15:05
Olá,
O quê e como, digo, quando souber QUEM.
Assim, se de facto querem fazer mais e falar (escrever) menos sobre o que está mal na terra apareçam lá e veremos o quê, como e quando.
Cpts.
Bárbara Cardoso


De v.m a 20 de Outubro de 2009 às 15:12
Apoiado. Quem escreve assim não é maneta nem gaga.


De Manuel Maria a 20 de Outubro de 2009 às 15:39
Bem me parecia... O problema é QUEM!


De Carlos Marques a 20 de Outubro de 2009 às 15:47
Olá Rique :

É deveras aliciante, uma pessoa regressar a casa após um curto período férias e deparar-se com uma "proposta de trabalho" E nos tempos que correm...
Bom, agora mais a sério e indo directamente ao assunto;
Mesmo sabendo que muito provavelmente o meu projecto de vida na velhice não passará por aí (mas nunca direi desta água não beberei), disponibilizo-me para dar o meu contributo, quando e como puder. Porém e porque qualquer projecto antes de o ser formamente não passa de um emaranhado de ideias (as tuas, as minhas e as dos outros), sou de opinião que numa primeira fase, há que discutir as mesmas e dos resultados apurados, ver-se-á se é de avançar e em caso afirmativo, quais os caminhos e a melhor forma de os percorrer. Sim, porque escolhos não faltarão. Uma coisa da qual eu tenho quase a certeza, é a de que, se o processo correr por conta e risco de privados é de mais fácil aprovação. Pelo contrário, quando promovido por entidades que impliquem comparticipação da Segurança Social, torna-se mais difícil, já que a aprovação obedecerá a critérios de pertinência e oportunidade, onde seráo ponderados, no respectivo concelho, entre outros, factores a densidade populacional, número de lares em funcionamento etc..Ora, escusado será dizer que, atenta a nossa realidade, estes são aspectos que em nada nos favorecem.

Com os meus cumprimentos,
Carlos Marques


De Manuel Maria a 20 de Outubro de 2009 às 15:55
Era essa a ideia que tinha Carlos. Na Bismula foram tantos os entraves, que tiveram que avançar de forma privada. E depois para o licenciamento foi outra carga de trabalhos, porque o estado não comparticipando, fez exigências para as instalações e equipamentos, por tudo e por nada! Em suma; A ideia é boa, resta ver a sua exequibilidade... ou soluções alternativas.


De O AGRICULTOR a 20 de Outubro de 2009 às 18:24
Tenho muita pena de esta obra a realizar não passe de boas intensões , estamos em 2009 se bem que primeiro era fácil fazer obra de qualquer maneira , por isso se vê tanto mamarracho por todo o lado salvasse a boa vontade destas gentes mas estou certo que disso não passa infelizmente , tem de se começar fazer obra para fixar gente nova na Aldeia e aí haverá muito a fazer .


De Rique a 21 de Outubro de 2009 às 05:03
Ola Carlos
Obrigado pelo teu apoio
Um abraco
Rique


De António Cunha a 21 de Outubro de 2009 às 00:21
Depois de uma breve reflexão acerca de alguns comentários escritos neste blog por conterrâneos que se identificaram e que merecem todo o meu respeito, entendo que também deveria escrever alguma coisa.
Estou muito contente porque vejo sangue novo a fervilhar com ideias e interesse pelo desenvolvimento de Vilar Maior.
Foi pedido o nome dos membros da Mesa da Santa Casa da Misericórdia se não estou enganado pelo Rique Os Órgãos Sociais estão assim constituídos:
Mesa da Assembleia,
Presidente - António Gata
Secretário - Ana Teresa Bárbara
Vogal - José Martins Almeida
Direcção/Mesa Administrativa,
Provedor – Profº. Mário Marques
Vice-Provedor – António Cunha
Secretário - Manuel Gomes Monteiro
Tesoureiro – Paulo Almeida

Conselho Fiscal;
Presidente - Profª. Maria Delfina
1º. Vogal - Carolina Franco
2º. Vogal – Filipe Lavajo

Quanto á construção do lar:
Quando em 2006 a Segurança Social solicitou a licença de utilização do Centro de Dia de Vilar Maior ela não existia, assim como não existia para nenhum dos lares e Centros de Dia do concelho. Hoje se a tiverem 2 ou 3 será muito porque as burocracias são muitas.
Nesta data, e antes de se tratar da documentação, procuramos saber das hipóteses de avançar com um lar. Pegamos no ante projecto de que o António Gata já teve oportunidade de falar, pedimos ao gabinete de arquitectura, que já tinha feito o projecto inicial do Centro de Dia, para fazer um estudo de viabilidade para o espaço que temos disponível. Segundo a informação desse gabinete o espaço disponível nem para um mini lar é suficiente. Colocou-se a hipótese de o falecido Sr. Carlos Freire doar mais alguns metros. Apuramos que mesmo com boa vontade do saudoso Sr. Carlos Freire não era possível porque:
Na escritura de doação constam 1.000 metros quadrados e o terreno já tem cerca de 1.250 metros quadrados.
Este espaço havia sido desanexado de um terreno agrícola e segundo a lei agrícola, então em vigor, não era possível desanexar mais espaço enquanto não decorressem pelo menos dez anos.
Além disso, nessa data, já o concelho do Sabugal era considerado o melhor equipado a nível de Lares e Centros de Dia do Distrito e o 2º. Melhor do país. Nestas circunstâncias as probabilidades de obter financiamento para a construção seriam muito poucas.
Foi então quanto a então Mesa Administrativa, que em 2007 foi novamente reeleita, decidiu reforçar o Apoio ao Domicílio prestando um serviço mais alargado indo ao encontro das maiores necessidades dos clientes e que a segurança social também apoia desde que se atinja um serviço de muito boa qualidade. É isso que temos estado a fazer para aqueles que o solicitam procurando manter as pessoas na sua habitação. Até já candidatámos uma habitação, na Arrifana, ao PCHPI – Programa de Conforto Habitacional Para Idosos e as obras já foram realizadas para as pessoas poderem permanecer na sua habitação com o nosso apoio.
Quanto a criar nova associação, acho bem, mas:
1. Porque não dinamizar as que já existem?
2. A Santa Casa da Misericórdia de Vilar Maior está a precisar de sangue novo. Sempre que terminam os mandatos são anunciados em público para novas candidaturas se formarem e porque que elas não têm aparecido?
3. A associação de desenvolvimento, penso eu, que estará igualmente com as mesmas dificuldades.
Deixo estas questões para a reflexão dos comentadores e contem comigo, desde que esteja em causa o desenvolvimento de Vilar Maior. e não seja para assumir mais responsabilidades pelo menos enquanto tiver as que tenho na Junta e na Santa Casa.
Também sei que não é fácil para quem têm que lutar pela vida longe de Vilar Maior, até porque já passei pelo mesmo, integrar órgãos de gestão e assumir responsabilidades na freguesia porque as burocracias são muitas mas com um pouco de boa vontade as coisas fazem-se

Saudações vilarmaiorenses.
António Cunha


De Rique a 21 de Outubro de 2009 às 04:22
Boa Noite Sr. To Cunha
Obrigado pelo seu apoio e pela informacao prestada .
Gostaria que as pessoas lessem esta noticia acerca, destes dois lares( Creio que O Julio ja os Publicou aqui no blog) recentemente construidos Onde num deles aparece a opiniao do Sr.Secretario de Estado da Seguranca Social Pedro Mendes para terem uma ideia de como estes lares foram construidos:
http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=144&id=8280&idSeccao=1736&Action=noticia
http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=140&id=7997&idSeccao=1662&Action=noticia
Como podem ver estes lares foram construidos sem praticamente ajuda por parte do Estado, mas sim com emprestimos Bancarios . Esta e altura de movimentar esse dinheiro dos bancos a baixo custo .
E a altura de investir , sem investimento nao vai haver um lar.Se esperarem que o estado e SS vos disponibilize o dinheiro para a construcao isso defenitivamente nao vai Acontecer.Estes lares sao rentaveis na nossa zona , motivo porque os Bancos adiantam o Dinheiro.
Porque que Vilar Maior nao vai poder fazer aquilo que os outros fizeram??
Isto e um investimento a longo termo onde nao ha qualquer risco ,porque os idosos nao se vao acabar,pelo contrario estao a aumentar derivado as pessoas agora viverem uma vida mais longa
Quanto ao Problema do espaco, os Dez anos ja passaram a muito tempo, e ha duas ou tres opcoes livres neste momento Serrado de baixo e Serrado de cima, ou subir para cima com instalacao de elevador (mais dispendioso)ou por um lado ou pelo outro seguramente se pode resolver alguma coisa na devida altura .
Quanto a licenca de utilizacao ?Esta-me a dizer de que so 2 ou 3 lares e centoros de dia tem essa Licenca ??Nao compreendo Eles estao todos a Funcionar com lutacao esgotada , e seguramente que a SS esta a subsida-los , de outra forma eles nao poderiam subsistir .
Quando se refere na seu comentario "Nestas circunstâncias as probabilidades de obter financiamento para a construção seriam muito poucas." Aque tipo de financiamento se refere ?
Do Estado,da seguranca social???
Ja agora foi feito esse requerimento para esse financiamento a alguma instituicao do estado ou bancaria ?
Ja agora poderia-me mandar a informacao da firma de arquitectos que trabalhou no projecto e se sabe se ainda estao em pleno funcionamento?
Voces tem algumas plantas feitas por eles para o lar?
Tem algumas plantas do existente centro de dia?
Diga qualquer coisa
Cprs.
Rique




De António Cunha a 22 de Outubro de 2009 às 23:31
Olá Rique:

• Eu acho que Vilar Maior pode fazer aquilo que os outros fazem, basta que as pessoas entendam que o devem fazer e trabalhem para isso;
• Quanto á questão dos 10 anos da desanexação do terreno, não tenho aqui disponível a cópia da escritura de doação feita pelo Sr. Carlos Freire para poder confirmar a data, mas pela data de entrada em funcionamento do Centro de Dia (meados de Junho do ano 2000) e tendo em conta que o projecto de construção foi aprovado pela Câmara nesse ano ou no ano anterior se não fez estará a fazer os 10 anos;
• No que toca á licença de utilização, parece que pelo menos até ao ano 2006, a Segurança Social realizava protocolos de apoio sem exigir a referida licença de utilização;
• O financiamento a que eu me referia no meu comentário era ao da Segurança Social e não se chegou a solicitar a nenhuma instituição porque nem se chegou a avançar para o projecto da construção do lar;
• O gabinete que elaborou o projecto foi o Tecnopórtico que é gerido pela Arqª. Celeste Vaz – Tel. 271 222 157, Fax. 271 200 879, penso que actualmente está a funcionar na zona industrial de Vale de Estrela na Guarda;
• Temos plantas do Centro de Dia, em papel que foram actualizadas e aprovadas pela Câmara em 2008 porque foi necessário para pedir á Câmara a licença de utilização e penso que este gabinete deve ter também em formato digital.
Se não respondi a todas as questões diz mais alguma coisa.
Um Abraço
António Cunha



De Rique a 22 de Outubro de 2009 às 23:52
Obrigado To
Se for necessario mais alguma coisa eu depois aviso.
Ja agora afinal o centro de dia ja tem a licensa de utilizacao, e se tem desde quando ?
E que gabinete se refere quando diz aue deve ter plantas digitais , ao da camara ou aos arquitectos ?
Se podesse saber tambem se a ultima parcela do serrado a ser desanexada foi a do Centro de dia e em que data foi?
Tambem gostaria de saber qual a opiniao de todos os membros da assembleia,da Direcao e do concelho fiscal , nao sei se todos tem acesso a este Blog, mas se o To pode-se fazer esse favor de falar com eles e procuraar-lhe a opiniao e depois dizer alguma coisa.
Mais uma vez obrigado
Um Abraco
Rique


De ABC a 24 de Outubro de 2009 às 21:59
Olá Rique!
Vou tentar responder a todas as tuas questões:
•O Centro de Dia e por incrível que pareça ainda não tem a licença de Utilização, porque desde 2006 que se iniciou o processo começando pelo registo do edifício nas finanças e todas as restantes burocracias associadas. Espero que falte somente os testes acústicos que estamos á espera que o IPG-Instituto Politécnico da Guarda o venha fazer para ser entregue Câmara;
•O gabinete a que eu me referia e que deve ter as plantas digitais é ao de arquitectura ao Tecnopórtico;
•Relativamente á desanexação do terreno para o Centro de Dia, a escritura de doação foi feita na Covilhã no dia 09/10/1997, portanto, pelo menos para esta parcela já decorreram os dez anos;
•Quanto á opinião dos restantes elementos dos Órgãos Sociais da Santa Casa e no caso de eles se não pronunciem eu acho que o melhor será marcar uma reunião para quando for oportuno para a maior parte das pessoas que não estão em Vilar Maior e para assim todos os irmãos terem oportunidade de dizer o que pensam no local certo.
Se houver mais alguma dúvida que eu possa esclarecer, diz alguma coisa.
Um abraço

António Cunha



De Rique a 26 de Outubro de 2009 às 00:28
Boa Noite
Obrigado To Cunha pela informacao e apoio .
Um abraco
Rique


De anonimo a 21 de Outubro de 2009 às 23:06
A gerencia da santa casa esta nas maos dos chefoes de VILAR MAIOR


De Manuel Maria a 28 de Outubro de 2009 às 15:36
Talvez não sejam os "chefões", mas quem se "chega sempre à frente quando é preciso fazer alguma coisa...


De anónimo a 30 de Outubro de 2009 às 23:11
Quando é preciso fazer mas não se faz , chegam á frente para quê .


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