Pede-me o nosso Presidente da Junta que publique:
«... para que os nossos conterrãneos tenham conhecimento e inssistam se assim o entenderem junto do IGESPAR e que eu desde já agradeço e quanto mais inssistência melhor para ver se não se esquecem.
A nossa ponte, sim, está em risco de ruir, como se pode ver nas fotos que envio em anexo a esta informação. Estava prometida pelo ex IPAR uma intervenção para este ano de 2009, O ano está prestes a terminar e a época de fazer obras na ponte já terminou porque esperamos que venham aí as chuvas porque grande falta fazem e pelos visto terá ficado no esquecimento assim como ficou o castelo de Alfaiates e disso já fiz questão de recordar mais uma vez ao IGESPAR enviando estas mesmas fotos.»
António Bárbara Cunha


De OLHOPASSARINHO a 21 de Outubro de 2009 às 18:26
Ai as imagens, as imagens!!!... Onde andarão elas?
De O AGRICULTOR a 21 de Outubro de 2009 às 21:12
Isso sim seria importante , cuidar primeiro do que está e depois sim obras novas , não só a ponte como todo o leito do rio , açudes , caminhos e talvez plantação de árvores como por exemplo carvalho e carrasqueira e vinha porque não , ou seja dar vida ás nossas terras primeiro tem de haver sustento de quem está nesta terra , que por si só sem apoios não é possível .
De D.Quixote a 21 de Outubro de 2009 às 23:07
Já me referi neste espaço, por mais de uma vez, à necessidade de criar um movimento cívico formado por viarmaiorenses e até lhe sugeri um nome. Parece que até estou ver os sorrisos de desdém e a dizerem: não bate bem da bola. Ora, se ele existisse, aqui estava um bom motivo para se fazer ouvir. Na sua falta, dou outra sugestão, que é: façam correr uma lista de recolha de assinaturas com uma petição para reparação e restauro dos monumentos históricos da Freguesia de Vilar Maior e façam-na chegar a esse tal IGESPAR . Eu assino.
Vilar Maior já te uma Associação de Desenvolvimento. è dinamizar o que já existe... Digo eu.
De D. Quixote a 22 de Outubro de 2009 às 15:03
E porque não? Eu desconhecia a existência dessa associação. Conhecia, sim, a que foi fundada nos anos 60/70 (?). E tal como eu, outros conterrâneos a desconheceriam, tal como não conheceriamos algumas das situações referidas pelo Sr. Presidente da Junta no seu comentário relativo à criação do lar. Por isso, aí vai uma sugestão; Dada a existência deste espaço previligiado para fazer chegar aos vilarmaiorenses e amigos de Vilar Mair espalhados pelos quatro cantos do mundo este tipo de informação?
Presumindo (isto não é um remoque), que mais das vezes o tempo poderá escacear ao Sr. Presidente da Junta, ou por serem tarefas que saiem do âmbito das suas atrbuições, mas sabendo-se que a Junta é composta por vários elementos, não poderia algum deles ser incumbido dessa tarefa? Estou certo que seria um bom serviço prestado a todos os conterrâneos, mormente aos não residentes. E, quem sabe, algum deles não se disponibilizaria para assumir algum cargo que não exigisse uma presença permanente na aldeia.
Uma boa tarde para todos.
De D. Quixote a 22 de Outubro de 2009 às 19:52
Errata: No fim do 1º. parágrafo onde está o ponto de interrogação, leia-se ponto e vírgula.
De ABC a 22 de Outubro de 2009 às 23:50
Olá Sr. D. Quixote!
Não é meu hábito responder, sem saber a quem. Se não se quizer identificar aqui neste espaço, telefone para 271 647 672 e identifique-se que eu terei todo o gosto em falar acerca das quetões que colocou.
António Cunha
De D.Quixote a 23 de Outubro de 2009 às 23:30
Agradeço a gentileza, mas prefiro na próxima vez que for à aldeia, falar pessoalmente consigo sobre estes assuntos, se para tal tiver disponibilidade.
Muito boa noite.
De Rique a 24 de Outubro de 2009 às 02:11
Boa Noite
Para quem quizer colaborar e mandar uma mensagem par a Egispar, aqui esta o Link :
http://www.igespar.pt/account/protejaopatrimonio/
e so preencher os espacos e enviar , eu ja mandei uma ha coisa de um mes , e aqui esta a resposta deles:
Exmo. Senhor,
Está este Instituto sempre receptivo à participação dos cidadãos e, por isso, muito agradecemos o seu “email” que revela sensibilidade e cidadania.
Em consequência do Programa de Reestruturação da Administração Pública cabe às recém criadas Direcções Regionais de Cultura prestar os esclarecimentos sobre os imóveis classificados ou em vias de classificação edificados na sua área geográfica. Neste caso específico o contacto deverá ser feito para a Direcção Regional de Cultura do Centro, pelo que tomei a liberdade de reenviar o seu pedido.
Cordialmente
Maria Resende
Gabinete de Comunicação
Instituto Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P.
Palácio Nacional da Ajuda,
1349-021 Lisboa
Telefone: +351 213614200
Email: mresende@igespar.pt
-----Mensagem original-----
De: IGESPAR IP [mailto:jpc@igespar.pt]
Enviada: terça-feira, 13 de Outubro de 2009 2:53
Para: IGESPAR Contact Manager
Assunto: [194.65.130.238] Proteja o Património
Cprs.
Rique
De Canivete a 7 de Novembro de 2009 às 17:02
É o habitual. Todos afinam pelo mesmo diapasão e "tiram a água do capote". Deve escrever-se para determinado departamento mas chegado que seja aí qualquer tipo de documento a reacção é idêntica em todos os organismos públicos desta natureza. Isto não é connosco é com o do lado, o do lado diz que é com o vizinho....e assim as coisas que no início parecem facilitadas...vai tudo a dar "em águas de bacalhau".
É a nossa sina.
De Carlos Martins a 24 de Outubro de 2009 às 15:28
Boa tarde a todos
No meu entender acho que o povo de Vilar Maior deveria ser mais radical, atendendo ao arrastar de tempo que tem vindo a decorrer para a reparação da ponte.
Atendendo a que ninguém tem autoridade para intervir e salvaguardar os monumentos da terra mais carenciados (Ponte, Pelourinho e Capela de Nª Senhora do Castelo), sem a autorização do IGESPAR , porque não partir para a comunicação social nacional (Nós por cá da SIC, por exemplo) e quem sabe se assim eles não perdem a vergonha e intervêm na devida reparação.
Isto é uma sugestão que no meu entender não deveria ser descartada, pois se assim não for, tudo acaba por cair e depois já não se justifica a sua reparação.
Cumprimentos para todos os Vilarmaiorenses .
De manuel fonseca a 28 de Outubro de 2009 às 12:09
carlos já mandei um mail para a sic com fotos da ponte onde se ve bem o seu estado de conservação ,comprimentos dsd a cidade da gurda .MF
De manuel fonseca a 31 de Outubro de 2009 às 01:10
já agora por falar na ponte que tal se o proximo passeio pedestre a realizar em vilar maior se chama-se "rota das pontes" ou "salvemos as pontes" reparem, saída do castelo as 8h da manhã com o estomago bem aconchegado principalmente com fruta (bananas) descida até ao pinguelo com um visita ao pombal e sepulturas escavadas na rocha, mais a baixo as retórtas depois passando pela ponte da guarda de seguida as poldras do moinho de agostinho mais acima o pontão da quinta dos rebochos depois o do porto do sabugal de regresso caminho a cima passando pela fonte das hortas fazendo uma pausa no campo da bola "reabastecer"a seguir sem deixar arrefecer os motores seguir viagem direção a balsa passando pelos vales depois aí sim já de regresso pelo caminho dos regatos passar pelas eiras e terminar na ponte (bairro s sebastião) com uma boa refeição servida no salão da junta de freguesia para recuperar forças.a organizar talvez pela comissão de festas do sr;dos aflitos mas que os participantes pagassem um preço simbólico pelo menos para a refeição e para uma t-shirt para recordação.eu sei que não é facil organizar e talvez o percurso seja longo mas eu acho que valia a pena, tenho quase a certeza que á muita gente que não conhece alguns destes locais,a altura ideal para este passeio seria o inverno ou a primavera pois a panoramíca é outra mas nessa altura do ano o nr; de participantes seria reduzido por isso a altura mais provavél é no mes de agosto para haver um maior nr, de participantes, fica a idea...comprimentos MF.
De Bárbara Cardoso a 10 de Novembro de 2009 às 11:39
Olá,
Parece-me uma excelente ideia. E se pelo menos conseguíssemos que o cinco quinas acompanhasse pode ser que ajudasse também na divulgação da riqueza da nossa terra e na divulgação a governantes das necessidades de intervenção em alguns locais.
Também acho que a Comissão de Festas do Sr. dos Aflitos devia agarrar a ideia e organizar uns eventos deste e de outro género à semelhança da anterior comissão. Força nisso e se puder ajudar contem comigo, nem que seja com a minha presença para fazer nº, que também é importante.
Cumprimentos,
Bárbara Cardoso
De JC a 16 de Novembro de 2009 às 12:16
Pelo relevo e Kms este percurso não é muito adequado para cardiacos, mas qualquer das formas e à semelhança de anos anteriores eu alinho nessa.
Um abraço
JC
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