Chegar à aldeia é mais fácil, quer se vá de Lisboa, do Porto, de Coimbra ou de outra parte. Há as auto-estradas. Eu estive lá na Páscoa que é uma das épocas mais bonitas na aldeia, ainda que este ano o tempo tenha estado frio. As ruas estão todas viradas. Está-se a fazer o que deveria ter sido feito há quarenta anos quando havia gente. O povo diz que mais vale tarde do que nunca; mas também diz depois de morto cevada ao rabo. Finalmente a água vem da barragem do Côa dando termo à penúria e falata de qualidade.
O largo da praça vai ficar muito bonito. As opiniões dividem-se sobre o lugar em que o chafariz deve ficar. Os técnicos devem ouvir e explicar ao povo. Este também tem de aprender a ouvir as razões dos técnicos. A razão porque no passado se fez tanta asneira (um dia destes vamos enumerá-las) deve-se a esta falta de diálogo. A única, digo eu, obra de vulto bem feita foi a restauração da casa onde se encontra o museu. As outras foram feitas por palpite, quantas vezes misturadas com interesses alheios ao interesse comum.
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