
Décadas, ano após ano, mês após mês, duas vezes ao dia esta imagem repetiu-se com passo certo e cadenciado . A imagem não se repetirá mais.
Desfez-se da burra que ficou velha e a ciática do dono tornava o cumprimento do ritual cada vez mais penoso.
De índia a 14 de Janeiro de 2010 às 14:23
Ninguém se aventurou ao menos a falar ou simplesmente identificar o personagem. Certamente muitos saberão de quem se trata, mas eu não e serei uma entre tantos.
Que pisa terrenos "nossos" isso pareço não ter dúvidas, ainda que não o afirme de maneira absolutamente convicta. Parece-me tratar-se da avenida das escolas (estarei certa neste nome??).
Um abraço.
De D. Quixote a 14 de Janeiro de 2010 às 21:47
Ora essa; Não seja por isso. Trata-se se facto da Avenida das Escolas e o personagem, todos (ou quase todos) os Vilarmaiorenses o conhecem, pois trata-se do ti António Rasteiro. Imagino o quanto lhe terá custado desfazer-se do animal, companheiro de longos anos.
Boa noite.
De Índia a 15 de Janeiro de 2010 às 22:23
O meu obrigada a D. Quixote. Fico esclarecida e assim não fico a pensar quem seria o nosso conterrâneo. Sim porque naquele lugar, depreendia-se que fosse um habitante da Vila.
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