(Fotografia cedida por José Valente Simões)
Vilar Maior de outras eras, das procissões das esperas ... Era muita gente! Tanto homem!Vestidos de fato, alguns de gravata e chapéu na mão. Muitos deles, emigrantes, a seguir à festa voltariam a França. As janelas engalanadas com colchas. Os pinhos antes de serem substituídos pelos arcos de ferro. E a casa dos Esperanças tal como nunca deveria ter deixado de ser.
(Foto cedida por Manuel Fonseca)
Não é a mesma coisa.
De Ribacôa a 20 de Abril de 2010 às 23:24
A diferença do número de fieis bem como da quantidade de santos na procissão é abissal. Dos fiéis e com um pouco de perspicácia ainda dá para reconhecer alguns). Assino por baixo, o que refere quanto à casa dos Esperanças.
De Lian a 21 de Abril de 2010 às 13:03
Quem não conheça, nunca poderia dizer tratar-se da mesma festa e do mesmo local.
De Pedro Cardoso a 22 de Abril de 2010 às 15:34
Somos sem dúvida menos (infelizmente), mas a fé que nos move não é inferior aos de outrora.
De O Ilustrado a 22 de Abril de 2010 às 19:48
Somos menos; a fé será a mesma mas, há uma diferença que não é apenas quantitativa que diria ser a atitude. Na primeira fotografia há um sentido, uma ordem, um recolhimento, uma comunhão. Na segunda se existe não é suportada em nada: parecem desorientados.
E a forma de vestir é importante, nos homens. E se a comparação fosse nas mulheres a diferença seria ainda maior.
Como dizia o poeta: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
De Carlos Martins a 22 de Abril de 2010 às 21:06
É de facto abismal a diferença entre participantes no mesmo acontecimento religioso. Efectivamente existem algumas diferenças e uma delas é que as pessoas rumavam todas num sentido que era de confluir a Vilar Maior, fosse qual fosse o seu local de vida e não se olhavam a meios para marcar presença nesse acontecimento. Nos anos que correm, cada um tenta fugir o mais que pode para não comparecer. Este é o meu ponto de vista.
Vilar Maior continua a ter muitos filhos da terra por esse Portugal fora, para não dizer por esse mundo fora, só que as circunstâncias da vida fizeram-nos esquecer as suas origens.
De Carlos Martins a 22 de Abril de 2010 às 21:09
Já agora, os poucos também fazem com que a Festa do Sr. Dos Aflitos, continue a ser uma festa religiosa de referência na região.
De Bárbara Cardoso a 26 de Abril de 2010 às 00:03
Olá,
Subscrevo a opinião do Carlos Martins, mas também não posso deixar de referir que nem sempre o ângulo das fotos e a forma isolada como se mostram traduzem a realidade. Eu, que ainda não faltei nenhum 1º Domingo de Setembro, sei que somos mais do que os que se vêem na foto.
Agora, e ao contrário do que acontece na foto antiga, na procissão, as pessoas vão todas atrás do andores e ao lado dos mesmos vão apenas as pessoas que pegam. Fica o esclarecimento.
Cumprimentos para todos.
Bárbara Cardoso
Não é fácil comparar as duas fotos no que diz respeito ao local, pois a primeira com um número maior de fies esconde a visão da Rua.
O que ficou bem claro foi a redução no numero de pessoas atualmente em relação ao passado.
Fabio
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