Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

( Foto cedida por José Valente Simões)
Vila na década de 60. O dinheiro de França ainda não tinha dado efeito.
De Erros Meus? a 1 de Maio de 2010 às 11:34
Foto cedida por João Valente, pelo irmão José radicado nos USA, ou por outro?
Em resposta a pregunta se a fotografia de Vilar Maior, e do Ze ou do Joao.
Resposta e do Ze, as fotografias que teem sido vistas, nada teem a ver com o meu irmao Joao.
Esclarecido e confirmado por mim.
Jose Simoes Valente
De Erros Meus? a 1 de Maio de 2010 às 15:23
Era o que eu supunha, porque suas são as fotos antigas que ultimamente aqui têm sido publicadas. Foi lapso do administrador do blog. E quem os não tem? Muito obrigado pelo esclarecimento e também pelas fotos, as quais tenho apreciado muito. Cumprimentos de um Vilarmaiorense que o conhece, embora vagamente.
De
julmar a 1 de Maio de 2010 às 22:06
São mesmo erros meus. Obrigado a todos os comentadores atentos.
Júlio Marques
De Jarmeleiro a 1 de Maio de 2010 às 23:43
Ai como eu gosto destes retratos antigos da Vila! E as saudades que sinto ao ver o casario. É porque ao mesmo tempo que olho prás casas eu veijo as pessoas que lá moravam. Aqui mesmo à dreita a casa da srª Elvira Cardosa e irmão Joquim Ribeiro, seguindo-se a da Srª Marquinha, a do ti Francisco Cerdeira e filha Laurinda e depois a de Manuel Marques e Joaquina Monteiro, pais do ti Albino Arminda e João Marques. Lá no cimo a velha escola onde o Sr. Pressôr velho, o Pressôr Pinheiro e os que se seguiram conseguiram moldar cabeças mais rijas que nem o granito do barroco dos martírios que está mesmo por baixo. E na praça lá está a casa onde o ti Chico Enriques criou os filhos, plo menos os mais velhos e hoje no seu lugar está o Castelo do Joquim Miguel. Ai a praça! a velhinha praça que nos domingos e nos dias da festa até parcia o centro do mundo. E eu, a quem a vista já falha porque os anos pesam que nem chumbo, ainda na praça enxergo princípios ou fim de festa, porque lá estão os quatro pinhos a segurarem os tabuões do recinto da cremesse e no centro ao alto, a mesa em forma de bico, onde eram espostas as oferendas pra serem arrematadas. Hoje, aquase tudo mudou; as gentes, as casas, a praça... Resta o castelo, a capela de Santa Maria, os ciprestes das portas e pouco mais.
Uma bôa noute pra todos.
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