A Comissão de Festas do Sr dos Aflitos organizou a passagem de ano no Centro de Dia. A avaliar pelas fotos retiradas do face book da Bárbara foi festa animada.

De Arraiana a 4 de Janeiro de 2011 às 23:19
Parabens aos organizadores eaos participantes. È bonito ver as pessoas a conviver.È destas iniciativas que as aldeias precisam para não ficarem no esquecimento.
De Bárbara Cardoso a 5 de Janeiro de 2011 às 12:51
Olá,
Obrigado por divulgar.
A festa foi divertida. Estavam todos muito animados.
Cumprimentos,
Bárbara Cardoso
De Anónimo a 5 de Janeiro de 2011 às 20:36
Efectivamente, a festa de passagem de ano esteve muito animada. Comeu-se, bebeu-se, conversou-se, dançou-se. E, deste ambiente de salutar convívio, para além de outros objectivos, é óbvio que saíram reforçados os laços de amizade e fraternidade entre todos os convivas. À meia noite (momento alto do evento), uma vez comidas as tradicionais doze passas de uva, jorrou o champanhe, ao mesmo tempo que o céu era rasgado por clarões resultantes de belo fogo de artifício, cuja sessão foi promovida pelo Sr. José Pedro. Aí (salvo as devidas proporções), até me imaginei algures no Funchal ou na foz do Douro, perto de Gaia ou Porto. E para completar o menu não faltou um grupo de crianças cantando e pedindo as janeiras, trazendo-nos à memória essa velhinha tradição da Vila. Em suma, foi uma óptima iniciativa bem concebida e bem sucedida. Estão de parabéns os mordomos e todas as pessoas que, de alguma forma, contribuíram para o sucesso do evento.
Carlos Marques.
De Anónimo a 5 de Janeiro de 2011 às 21:56
Pela primeira vez tive ensejo de confraternizar desta forma, com todo este grupo de pessoas, mais parecendo uma ceia (como se dizia antigamente na Vila ao que hoje chamamos de jantar). Houve na verdade um espírito de família e na minha opinião pessoal, seria um evento a repetir pelo menos mais uma vez, talvez na Páscoa. Nesta data porque haverá na Vila pessoas que habitualmente não estão cá.
Constatei que foi do agrado das pessoas que participaram e não se importariam de dispender uns euros na inscrição para novo convívio deste tipo. Sentiu-se um ambiente familiar que só trás benefícios a toda a família vilamaiorense, reforçando os laços de amizade já existentes.
Bom Ano 2011 para todos, incluindo os amigos da nossa terra.
João Marques
De Sãozinha a 6 de Janeiro de 2011 às 12:46
É bom ver os participantes tão animados é sinal que gostaram e que se deve repetir!
Desejo um Ano Novo cheio de SAUDE e PAZ a todos os vilarmaiorenses e famílias espalhadas pelo mundo fora!
Sãozinha
De Comissão de Festas 2011 a 6 de Janeiro de 2011 às 13:03
Olá a todos,
Agradecemos os elogios. Gostámos muito de organizar este evento. Vamos tentar fazer mais e ver se da próxima o jantar demora menos a ser servido. A experiência a trabalhar com o forno comunitário era pouca....
Bom ano a todos e muito obrigado pela vossa participação.
Comissão de Festas 2011
De Jarmeleiro a 10 de Janeiro de 2011 às 22:39
É o resultado dos novos ( neste caso não os de agora) não terem inclinação pra aprenderem as artes e saberes dos mais antigos. E mesmo assim até me custa a crer não haver ninguem que saiba dessas lidas do forno porque vistas bem as cousas, o ti Águsto André e a ti Biatris inda não morreram assim á tantos anos. Mas eu disso tamém no pesco nada. Se fosse do gado, das vacas ou amanho das terras outro galo cantaria.
Munto bôa noute a pra todos.
De Anónimo a 11 de Janeiro de 2011 às 20:22
Neste caso não se tratou nem de inclinação nem de falta de vontade de aprender. A vida "dos novos... não os de agora" não lhes tem permitido, infelizmente, ter disponibilidade para praticar "as artes e saberes dos mais antigos" (de teorias e sentenças está o mundo cheio mas não se faz o pão). Apesar de "a experiência a trabalhar com o forno comunitário ser pouca" ou nenhuma não faltou força de vontade em superar os obstáculos e desbravar caminho desconhecido.
Estão de parabéns os que não desistiram perante as adversidades.
Já agora porque não criar actividades dentro das aldeias para passar a riqueza de conhecimentos dos mais antigos para os mais ou menos novos? Hoje em dia quem sabe tratar do gado? Quem sabe fazer um simples queijo? Quem sabe do amanho das terras? Quem sabe fazer pão? E já agora quem sabe utilizar, devidamente , um forno de aldeia?
Os museus são peças fundamentais para mostrar a riqueza da cultura das aldeias.
Falta agora transmitir o saber-fazer, criar situações de aprendizagem activa para as gerações que não tiveram oportunidade de conviver com os aspectos da vida efectiva dessas aldeias.
Apesar de fundamentais, não se preserva a memória de um povo, apenas, com edifícios recuperados mas sem utilização, fotos para bons tempos recordar, memórias com histórias deslumbrantes de outros tempos, objectos expostos já sem utilização.
É preciso algo mais para que se perpétua a vida activa das nossas aldeias.
Saudações Amistosas
De Jarmeleiro a 12 de Janeiro de 2011 às 23:07
Ora munto bem. Quem bem fala inda melhor escreve. E por mõr disso, melhores são as sentenças e as tiorias que saem. Não foi meu intento nem nunca á-de ser fazer pouco ou ofender alguém e nem é pra isso que por aqui ando. Eu não sou desses. Quanto as meus saberes e fracos préstimos até me sinto bem quando outren deles possa precisar. E até nem me fasso rogado prós passar. Mas como o mundo não comessa nem acaba na sua orta nem na minha eles vão ficando por onde vou passando. Dezendo isto doutra maneira consuante uma cousa que li á dias; Não podemos olhar só pró nosso imbigo. E eu vergado ao peso dos anos e de uma vida de travalho duro, até passo esses meus saberes de graça e inda pago porcima, indo uns dias por semana a um sítio onde eles são precisos. Dão a isto o nome de trabalho de voluntário. E vocemeçê no caso de poder?
Saudaçoes amistosas tamém pra si e
tanha uma bôa noute
De O Ilustrado a 18 de Janeiro de 2011 às 18:15
Dançar mesmo só o Carlos e a Lena. Os outros estão a posar para a foto, atentos a tudo menos ao que estão a fazer.
De Carlos Marques a 19 de Janeiro de 2011 às 13:40
O meu lema é: Põe tudo o que podes e sabes, no mínimo que fazes. Como não sou perfeito, nem sempre consigo fazer jus ao mesmo.
De O Ilustrado a 19 de Janeiro de 2011 às 15:54
So F. Pessoa o diria melhor!
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