Agora que o mundo - Vilar Maior - regressou à normalidade, sem inversões, falemos das Hortas da Ribeira.
Descemos pelos cabeços, tapadas, vinhas, lameiros até às margens da ribeira que as mãos dos homens pedreiros obrigaram a seguir o seu estreito curso. Das aluviões vindas dos altos se foi formando o húmus propício às culturas de regadio. Deixemos as vêgas ou veigas para outra ocasião. As hortas da Ribeira começavam às poldras das Eiras e, de uma margem e de outra vinham até à ponte. A maior parte das famílias tinha aqui a sua horta, às vezes apenas uma leira de três ou quatro passos de largo. Cavadas à enxada que nelas não cabia a junta de vacas. Uma burra para tirar água. Ali se abastecia a dona de casa de leguems e hortaliças com abastança: Os pimentos e as tomatas, as cenouras e as cebolas, as alfácias e as terrábias, as abóbras meninas e as porqueiras, os melões casca de carvalhoe as melancias, mais a leira do feijão de estaca, ervas aromáticas e tudo o a dona de casa precisava para uma mesa farta.
Este ainda era o tempo que o homem comia o que produzia.
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