Pertence a uma freguesia do extinto concelho de Vilar maior
Friederich Nietzche,poeta e filósofo, nascido neste dia em 1844.
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida. Ninguém, excepto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem número, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio, mas isso te custaria a tua própria pessoa: tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Aonde leva? Não perguntes, segue-o!"
Era pela tardinha,
Lá para as bandas dos Galhardos,
Campos e campos à beira rio,
Bem cultivados,
Cabeços repletos
De giestas negrais.
Na veiga entre o milho
A Isabel regava
E o Joaquim as cabras
Nos cabeços guardava;
Quando viu a Isabel
Desceu a encosta,
Meteu pela vereda,
E Fez-lhe a proposta:
- Dá-me um beijo, ó Isabel!
Era pela tardinha,
As giestas floriam,
Todo o campo floria
Na blusa da Isabel:
-Só mo roubando, ó Joaquim!
Ele enlaçou-a pela cintura,
A ela falharam-lhe as pernas,
E ali mesmo,
No chão
Ao primeiro beijo,
Fizeram o Zé.
Com as novas tecnologias aplicadas à fotografia desapareceram conceitos essenciais como o de revelação.
Numa acepção diferente foi difícil (para alguns impossível) saber quem são os retratados.
Pois então, aí vai:
Local: Casa da família Marques, lugar da Praça.
Data: Diria, pelas minhas contas, ser no Verão de 1962 (aceita-se correcção)
Os retratado: Da mais velha para o mais novo: A mãe Graça e os filhos: Natália (de pé ao lado da mãe); a Beta (sentada no chão);o João (janeca aperaltado de gravata, cabelo para trás que era moda, vaidade demais para um seminarista); o Júlio ( este vosso humilde servidor que reparte convosco estas recordações e deve ter sido o único a trabalhar nesse dia a avaliar pela indumentária); a Belita ( de fita na cabeça); o Zé Albino (um menino bonito que à altura gostava de fazer sermões e adorava animais - uma miniatura de S. Francisco em que as galinhas se lhe pousavam nos ombros)
E não me parece que o sorriso fosse apenas para o retrato, antes traduz a felicidade da união de uma família onde para estar completa faltava o pai ausente em França e os irmãos Carlos e Manuel.
Catarina Marques Falcato a 10 de Outubro de 2008 às 21:12
Atrevo-me a dizer que este retrato é de 1961. Quase 50 anos!
De quem se trata? Resposta proibida para os retarados e parentes em 1º grau.
Quem já encontrou uma cabra
que tivesse ritmos domésticos?
O grosso derrame do porco,
da vaca, do sono e de tédio?
Quem encontrou cabra que fosse
animal de sociedade?
Tal o cão, o gato, o cavalo,
diletos do homem e da arte?
A cabra guarda todo o arisco,
rebelde, do animal selvagem,
viva demais que é para ser
animal dos de luxo ou pajem.
Viva demais para não ser,
quando colaboracionista,
o reduzido irredutível,
o inconformado conformista.
(João Cabral de Melo Neto)
Agora há dias um comentador do blog sustentava que alguns dos valores que se encontram no museu de Vilar Maior (que poucos visitam) pudessem estar no museu do Sabugal que teriam outra notoriedade e que isso levaria mais pessoas a visitar a vila. Haveria, assim, um interesse recíproco. Porém, questiono que interesse poderá ter Vilar Maior se alguns dos motivos de visita estiverem ausentes. Pergunto se o canhão que se encontra á entrada do museu da Guarda, não deveria estar no local onde desempenhou funções, isto é no adro da Igreja de Vilar Maior. Pergunto o que recebeu (recebe) em troca Vilar Maior pelo facto de no museu distrital da Guarda se encontrar exposto um dos objectos de maior interesse e valor – a espada encontrada nas cercanias do castelo. Estes objectos estão lá com que acordo, com que protocolo, com que contrapartidas, com que direito?
Já o disse mais de uma vez que se tata da obra mais bem conseguida em Vilar Maior por razão de ter sido feita sem palpites de quem julga entender de tudo.
Pena, muita pena que não tenha ninguém que olhe por ele. Qualquer projecto de desenvolvimento de Vilar Maior há-de passar necessariamente por aqui. Aceitam-se sugestões.
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