(Foto cedida por Carlos Marques)
Antes da grande diáspora para França, os vilarmaiorenses rumavam a Lisboa na procura de melhores condições de vida. Várias famílias o fizeram na década de cinquenta. Uns puxavam os outros até se tornar numa comunidade que sentiam necessidade de anualmente conviverem e estreitarem laços. Dos mais velhos já poucos estão entre nós.
Então, aí vai o original com a tradução. E na falta de reprodução do coro de Vilar Maior
sempre poderá recordar a música. Claro que não é a mesma coisa! Mas aproxima-se.
Tantum Ergo
Tantum ergo Sacramentum Tão grande sacramento
Vê neremur cernui . humildemente adoremos.
Et antiquum documentum Da antiga Lei as figuras
Novo cedat ritui cedam ao novo rito
Præstet fides supplementum Sirva a fé de suplemento
Sensuum defectui. À fraqueza dos sentidos
Genitori, Genitoque Ao Pai e ao Filho,
Laus et jubilatio, seja dado louvor e júbilo.
Salus, honor, virtus quoque Saudação,honra,virtude
Sit et benedictio assim como a benção.
Procedenti ab utroque Ao que de ambos procede(o Espírito Santo)
Compar sit laudatio. Os mesmos louvores demos
Amen. Amém
Viajar, andar, caminhar, errar, mudar de lugar, mudar de vida, mudar de ideias, mudar de gentes é única forma de aprender, e aprender é a maneira mais interessante de viver.
A fotografia seguinte mostrou-me a Vila como nunca a vira.
(O atraso na publicação deste post deve-se ao facto de o sinal da Internet na Vila ser muito, muito fraco ... e já não há pachorra.)
Um dia de céu limpo com o sol a convidar aos soalheiros. Missa às nove horas da manhã com uma assistência a rondar as oitenta pessoas, seguida de procissão à volta do adro terminando com a bênção do santíssimo sacramento a que não faltou o cântico do Tantum Ergo Sacramentum. Aos que apenas o sabem de ouvido aqui vai a letra.
Tantum ergo Sacramentum
Veneremur cernui:
Et antiquum documentum
Novo cedat ritui:
Praestet fides supplementum
Sensuum defectui.
Genitori, Genitoque
Laus et jubilatio,
Salus, honor, virtus quoque
Sit et benedictio:
Procedenti ab utroque
Compar sit laudatio.
Amen
De tarde, a animação concentrada na Praça, em torno do Cimento: Jogo da Sueca dentro; fora valeu o aparecimento de dois forasteiros da malhada que desafiaram dois da vila para o Jogo da Raioila.
A todos os frequentadores deste blog, a todos os amigos e conterrâneos uma Páscoa Feliz

Mais uma vez se cumpriu a tradição. Então, digam lá qual o Passo que merece o 1º lugar:
Senhor do Aflitos
Misericórdia
Rua de Cima
Rua do Buraco
Quero agradecer, também publicamente, as fotografias (fotos antigas) que dos E.U.A. (Filadélfia) onde reside, me enviou o nosso conterrâneo José Simões Valente e que em mail enviado nos esclarece sobre quem é quem.
«(…) Quanto às pessoas que aparecem nas fotografias que lhe mandei, esclareço o seguinte:
1ªfotografia:
da esquerda para a direita as pessoas são: Mariana Simões, - Isabel Simões residente no Escabralhado – Marquinha Simões e Joaquim Simões (todos já falecidos). Filhos do sr João ferreira e Ana Valente. A fotografia foi tirada em frente da casa do sr Aurélio Valente.
2ª fotografia :
Da esquerda para a direita as pessoas são: Sr José Ribeiro, Srª Elvira Cardosa, Sr Júlio Lavajo, residente em Aldeia da Ponte, pai de Júlio Lavajo que casou em Vilar Maior com Fernanda Simões, por último, sr Joaquim Simões. Fotografia tirada nas traseiras da Capela do Sr dos Aflitos.
3ª Fotografia:
Da esquerda para a direita (era uma pessoa muito conhecida na vila, que vivia na casa do sr Alexandre (Praça) Ana Simões da Cruz, filha da senhora Patrocínia Simões, a outra prima e, a filha mais velha da senhora Mariana Simões, Joaquim Simões e a esposa ao lado. O miúdo que está no meio, é o neto do sr Aurélio Simões (Helder Rui, que é o meu filho), a última a minha esposa de nome Natália.
Mais tarde darei mais informações (…)
José Simões Valente

(Leonardo Da Vinci)
No tempo em que a liturgia era levada a preceito em Vilar Maior, 5ª feira santa, era o termo e o ponto mais alto da quaresma. Mão se podia trabalhar, ai do lavrador que junguisse a junta das vacas nesse dia! Dia de silêncio, de confraternização do pão e do vinho, do lava pés ... e da da negação de Pedro e da traição porque tem que haver sempre um Judas. Alguém tinha que ser porque as Escrituras tinham de se cumprir
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