Terça-feira, 11 de Setembro de 2012

Trunfo é Copas!


Cenas de todos os anos (esta de 2011). Jogadores de excelência com uma assistência atenta!

Mas pelo que se vê são quase todos todos uns bebáguas
publicado por julmar às 19:36
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Depois da Festa

Depois da festa, outra festa vem. Estou em crer que todos queremos que as coisas melhorem a cada ano. Isso só é possível com o empenho de todos e, certamente, a nova mordomia estará recetiva a todas as ideias que ajudem nessa melhoria. 

Depois de anos acaloradas discussões sobre a mudança da data da festa, acabou por se chegar a uma solução com a manutenção da data em que tradicionalmente é celebrada e uma festa a " Festa do Emigrante" no mês de Agosto. Neste momento é questão arrumada e ainda bem.

Parte Religiosa

A festa do Senhor dos Aflitos continua a ser uma festa muito participada em três momentos fundamentais:

1- No sábado - Procissão de Velas da Igreja Matriz de S. Pedro para o Largo da Capela do Sr dos Aflitos com a reza do terço.

2 - No Domingo - Celebração da Missa campal com pregação, Procissão e Adeus ao Sr dos Aflitos - climax e momento mais emocionante de toda a festa.

3 - Na segunda feira - Procissão com a imagem da Senhora de Fátima e outras para a Igreja Matriz, com celebração de Missa Cantada.

A banda de Música, por norma tem sido a de Loriga (são já tantos os laços que dever-se-ia avançar para uma geminação), é imprescindível a estes actos religiosos pelo condicionamento de um estado de espírito ao recolhimento, à meditação, à ligação ao transcendente, digamos, ao espírito religioso.

De salientar e de louvar o silêncio e o aprumo dos participantes. Nada que não possa melhorar. Nas procissões o sr padre poderia pedir para para que se respeitassem as filas  e os mordomos poderiam ser mais activos na condução e desenrolar da procissão. Felizmente nas nossas procissões são muito mais as pessoas que nela participam do que os espetadores. Algumas pessoas colocam colchas nas janelas e varandas mas poderia haver um apelo a que todas as casas por onde passa o Sr dos Aflitos o fizessem.

A parte profana

Festa é festa, é animação, excitação, diversão, abundância, excesso. É reencontro de amigos, conversa banal revivendo cenas passadas, música e dança para os corpos que a pedem. É comida e bebida sem medida. Festa é festa.

Como não há festa sem música veio um conjunto na sexta, outro no sábado, outro no domingo e outro na segunda. Chegam em camiões maiores ou menores, com o cenário praticamente montado mas todos com enormes colunas que debitam decibeis a um nível que atenta contra a saúde dos circunstantes. Ouvi muitas pessoas queixarem-se do fato. Não sei se a intensidade serve para cobrir muita falta de qualidade. Eu que não sou apreciador de música pimba, bem   Bem preferiria as letras do Quim Barreiro e outros da mesma escola. Antes músicas brejeiras que músicas chocarreiras. Para mim não serve o argumento de que é assim em todo lado.

Porque nós temos de fazer a diferença.

publicado por julmar às 19:02
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Video festa sr dos Aflitos 2011- Vitor Gonçalves

Para recordar, obrigado ao Vitor Gonçalves
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fyoutu.be%2FUBEYtu6tX5c&h=7AQEOlVgnAQHEQlhdy_CRQNxM86AFQs_aEb67M99YDErMGw&s=1
publicado por julmar às 08:39
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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012

Vamos fazer a diferença?

Se quer fazer a diferença, comece por si. Depois contagie a sua família, a seguir os seus amigos, os seus vizinhos, os seus conterrâneos. E se a nossa aldeia, a nossa vila começasse a fazer parte do nosso projeto de vida? Abra o seguinte link:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura

Que acha?

publicado por julmar às 10:11
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012

Saudades de Vilar Maior no Alto Minho - Dr Manuel Leal Freire

 O primeiro domingo deste ano da graça de dois mil e doze, dia em que, por força duma tradição quase milenar, se celebra, em Vilar Maior, o Divino Senhor dos Aflitos,bem como o tríduo precedente, passei-o eu, por obrigação parental,   peregrinar pela Ribeira  Lima, terras onde a mãe de Portugal, a Rainha Dona Teresa tinha a  sua Vila, a da Ponte  de Lima—diremos nós.

Como para a soberana, para mim há tambem só uma vila,Vilar Maior, que foi sede   meu concelho antes de o Degola-Municípios, Passos  José ou a seu mando qualquer secretário de estado,  o ter extinguido e mandado integrar com  a  Bismula, minha  pátria chica ou santa terrinha, no do Sabugal.

Por isso, e mau grado durante todos aqueles dias me ter passeado pelas amenas veigas do Lima, e  apesar da beleza da paisagem e da monumentalidade  da região  que integra os mais belos solares do Mundo, do que é exemplo a Casa de Bretiandos, de familiares do meu saudoso amigo Conde da Aurora, nunca me saiu da memória a imagem do Castelo de Vilar  Maior

Por todos esses dias as minhas papilas gustativas foram regaladas com o melhor da cozinha minhota… pratos tradicionais da antiguidade portuguesa, enriquecidos com aportes da India e dos Brasis, onde foram vice-reis e capitães-mores os antepassados destes que agora me recebem.

Rojões e sarrabulhos em restaurante famosos dos Arcos, Ponte da Barca ou Ponte de Lima, peixes daqueles  que os fidalgos requisitavam aos pescadores de Viana - os senhores dos Arcos e  Ponte da  Barca dizem aos fidalgos de Ponte de Lima que digam ao povo de Viana  que mande  peixe para cima - confeccionados  à beira-mar  por sábias mãos de nautas  e argonautas,- de tudo me foi dado provar.

Mesmo assim não me saíam  do goto os sabores de Vilar  Maior - os cozinhados da professora  Delfina, os melões do   senhor  Jose Pedro, as sardinhas  da feira dos talentos, do vinho do saudoso Primo Carlos, do  alvarinho do Alvaro Simões, do espumoso  que os irmãos Gatas  costumam abrir em minha  honra.

É que não há nada como a saudade para  emoldurar e dourar.

publicado por julmar às 18:46
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Momentos da festa religiosa

Há um tempo sagrado, há um espaço sagrado que corta o tempo profano. Penso que os vilarmaiorenses e os peregrinos que acorrem à festa do Sr dos Aflitos mais do que em qualquer outro espaço e tempo experienciam aqui a manifestação do sagrado. Mesmo os corações mais empedernidos dificilmente resistem à comoção no momento do Adeus.
Já há alguns anos que se regressou à missa campal, no largo do Sr dos Aflitos. Penso que intensifica o sentimento religioso, além da igreja da Misericórdia não comportar todos os fiéis.
Desenvolveu o pregador a tese : «Em teoria Deus ama a todos, na prática só ama aqueles que o amam»
Um sermão que pelo seu lcaráter prático se poderia chamar de PRÁTICA. Cheio de metáforas e de histórias, afinal falando aos homens como o seu mestre, por parábolas. Para meu uso pessoal de reflexão filosófica,  registei a história da Peixaria: «Aqui vende-se peixe fresco»
Está de parabens o pregador.
Depois da mudança de turno na condução dos andores, prossegue a procissão ao som da música da banda cadenciando a marcha.
                                                HINO DO SENHOR DOS AFLITOS

I

Nosso Senhor dos Aflitos

De dois anjos ladeado

Atendei corações contritos

Defendei-nos do pecado.

CORO

Ao deixar-te, ó meu Jesus

Ouvi hoje rogos meus

Derramai as vossas bênçãos

Aceitai o meu adeus

II

Nas desditas desta vida

E nas horas de aflição

Teu coração por nós palpita

Sede nossa consolação

III

Rei de Amor, Rei de Beleza

Sois o Deus, sois o Senhor

Canta a Terra Portuguesa

Canta o povo de Vilar Maior

publicado por julmar às 18:43
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012

A tribo Silva Leonardo voltou a reunir



Menos que o ano passado mas com alegria, entusiasmo e convicção de que somos uma família extraordinária e sempre na esperança de que todos o sintam e, ainda que às vezes com algum sacrifício, contribuam para o reforço destes sentimentos.

Continua de parabens a organizadora, a Susana Marques. Um agradecimento muito especial à Cristina e ao MarK pela generosidade pela oferta do almoço. Fica desde já agendado para o primeiro sábado de Setembro do próximo ano o encontro da família Silva Leonardo.

publicado por julmar às 12:59
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Sábado, 1 de Setembro de 2012

Sábado de Festa

Por cá o tempo vai fresco e pela manhã ou depois do entardecer sabe bem um agasalho leve. Assim se anuncia o mês de Setembro. Está tudo a postos para a festa: os arcos e a torre iluminados, as ruas enfeitadas, quiosques para o bar e para a quermesse, uma rolote de farturas ... e com gente que não teve ou não tem que regressar ao trabalho. Foguetes, poucos e ainda bem, fizeram a alvorada. Lá para a tarde chegará a banda de música, de Loriga, claro. E há-de se fazer a Procissão de Velas, seguida de reza do terço com explicação dos mistérios ... Talvez Dolorosos como convém ao Senhor dos Aflitos.
publicado por julmar às 09:00
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