Domingo, 9 de Março de 2014

Saldos das Festas do Senhor dos Aflitos

A pedido do senhor Presidente da Junta, torno público:

 

Caros Vilarmaiorenses!

 

No dia 24 de dezembro de 2013, teve lugar uma reunião no Centro de Dia, para a qual estavam convidados todos os que estivessem interessados em nela participar. Estiveram presentes nessa reunião, cerca de uma dúzia de pessoas, maioritariamente elementos que fizeram parte das Comissões de Festas do Senhor dos Aflitos dos últimos anos, mais precisamente dos anos 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013.

Essa reunião tinha como objetivo único criar consenso para que, de uma vez por todas, os saldos das festas se juntem numa só conta, de modo a que:

1º - Se evite que o dinheiro ande disperso e todos conterrâneos saibam quanto existe e onde está;

2º - Ao juntar-se, permitir fazer melhorias na nossa terra, a começar por situações que têm a ver diretamente com a capela do Senhor dos Aflitos.

Todos os presentes, por unanimidade, concordaram em que:

1º - É desejável, urgente e de extrema importância juntar todos os saldos das festas, apelando a todas as comissões de festas de outros anos, que tenham saldos, para que adiram a esta iniciativa;

2º - É urgentíssimo fazer obras de manutenção da capela do Senhor dos Aflitos (reparação do telhado, do altar e pintura);

4º - Seria constituído um grupo que acompanharia e dinamizaria esta ação e dela irá dando conta a todos os Vilarmaiorenses.

5º - O grupo de trabalho integra os seguintes elementos:

            - Mário Cerdeira Silva

            - António César Marcos Gata

            - António Bárbara Cunha

            - Cláudia Magalhães

            - Joaquim Simões dos Santos.

publicado por julmar às 11:26
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Sexta-feira, 7 de Março de 2014

Parem com este genocídio cultural!

Parem com este genocídio cultural!

"A obra do Castelo de Vilar Maior atenta grosseira e frontalmente contra o património cultural e histórico desta antiga vila. Com efeito, a rampa em betão a serpentear e a iluminação descaracterizam o ambiente do Castelo de Vilar Maior. O terreiro do castelo existia com aquelas características desde tempos imemoriais. O enquadramento e a leitura do castelo foram agredidos e descaraterizados, sem que houvesse qualquer necessidade que o justificasse. Trata-se de uma agressão sem qualquer contra-partida. Outros monumemtos de Vilar Maior, como as ruínas da Nossa Senhora do Castelo e a ponte sobre o Cesarão, carecem de intervenção urgente, dado o risco iminente de colapso. Em vez de canalizarem verbas para salvar esses monumentos, despediçaram avultadas quantias nessas obras inúteis, ilegais e violadoras do património cultural na área do castelo. Além do mais, o gasto com a iluminação é elevado. Tais gastos injustificados são imorais, no período de crise que vivemos. Além do mais, realizaram um ajardidamento na zona envolvente do casteo que é desdequado e também descaracteriza a história do local. Um pequeno parque de automóveis também é injustificado, porquanto agride urbanisticamente o ambiente rural e histórico do local e não resolve quaisquer problemas de estacionamento, dada a sua exiguidade. Esta intervenção é completamente desadequada e confere um ambiente urbano a uma zona com uma história secular e com um carácter rural. Por estes motivos, requer-se que a rampa em betão, o ajardinamento e o estacionamento sejam retirados, a iluminação seja suprimida e substitída por uma adequada menos despendiosa e de cor discreta e que tudo seja reposto com se encontrava antes desta intervenção criminosa. Não há direito de retirarem ao povo de Vilar Maior o que de mais precioso tem: a sua história. Este é o bem que lhe resta depois da falência do sistema económico em que assentava a sua vivência. O único bem que pode assegurar a subsistência desta antiga vila e que pode evitar a sua total desertificação e abandono. Não podem destruí-lo!, como estão a fazer. Não se sabe se é intencional, se é só ignorância e impreparação: o que é certo é que tem de cessar imediatamente este atentado e esta extriminação de Vilar Maior, das suas memórias, da sua cultura e, consequentemente, das suas Gentes!. Parem com este genocídio cultural!"

Para assinar esta petição, clique

http://www.change.org/en-GB/petitions/igespar-parem-com-este-genoc%c3%addio-cultural

publicado por julmar às 12:21
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Sábado, 1 de Março de 2014

Etnbotânica - A cana babosa

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As fotografias e informação foram retiradas o blog O Botânico Aprendiz na terra dos espantos http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/search/label/Canafrecha

 

«Canafrecha [Ferula communis L. subsp.catalaunica (Pau ex C. Vicioso) Sánchez Cuxart et M. Bernal]
Também designada pelos nomes comuns de Canavoura e Férula-vulgar, aCanafrecha é uma planta herbácea, perene, glabra, da família Apiaceae. Apresenta um caule erecto que pode atingir até 3m; folhas penatissectas, com folíolos lineares, glabros e muito segmentados, as basilares mais compridas (até 1m) e as caulinares progressivamente mais curtas; flores amarelas, relativamente pequenas, dispostas em vistosas umbelas terminais e laterais.
Distribui-se pela Região Mediterrânica, aparecendo geralmente em locais rochosos, preferentemente calcários, secos, mas com humidade temporária. Em Portugal ocorre no centro e sul do território do Continente.
Compartilha com a Thapsia villosa, as designações comuns de Canafrecha e de Canavoura, facto que tem uma explicação simples: as duas espécies são muito semelhantes, á primeira vista. Um leigo, tal como eu, muito provavelmente só as distinguirá pelas folhas: as da Thapsia villosa são mais curtas, muito menos segmentadas e e francamente hirsutas.
Floração: de abril a julho, variando de local para local»
E em dia de andar de empréstimo fomos colher no blog Mistérios do além, o seguinte:
«Canafrecha: chamam-lhe por vezes “heracleia”, o que parece indicar, por referência a Héracles – denominação grega de Hércules -, que as suas propriedades afrodisíacas (que excitam a apetência sexual) são conhecidas há muito tempo. A sua acção estimulante sobre as funções sexuais é muito eficaz. Entre os diversos preparados à base de canafrecha, citemos o vinho aperitivo, que se prepara macerando, durante 10 dias, 50 gramas de sementes de canafrecha em 1 litro de vinho tinto. E para obter o “tal” efeito basta beber 1 copo daquela infusão antes das refeições e pronto: abaixo o Viagra e voto a favor da Canafrecha; é mais barato e já os gregos diziam que era muito eficaz»
O que sabemos de conhecimento próprio é que abunda na vila em terras altas e pobres, é extremamente resistente. É muito parecida com o embude (budle) de que já falámos - os dois são tóxicos e têm uma estrutura semelhante, o mesmo tipo de flor ainda que sela vranca a do budle e amarela ada cana babosa que é este o nome que aqui lhe dão.
Uso: As crianças usavam-na para fazer um brinquedo a que chamavam cravela que era feita assim:
Cortavam uma cana com cerca de um metro. Rachavam uma outra parte com cerca de 25 cm  a que faziam um furo ao meio «. Neste furo colocavam um prego e cruzavam esta travessa com o cabo de modo a poder rolar em sentido circular. Na tavessa era colocada com picos de silva - em cada ponta e em sentidos opostos, um quarado de papel. Depois era correr e a deslcação do ar punha a girar, como uma turbina a cravela. 
A brincar se aprendia a vida.
publicado por julmar às 19:16
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