(II Feira de Talentos)
Manuel Henrique Silva Cerdeira, filho de Fernando de Deus Cerdeira e de Ester da Ressureição Silva nasceu no ano de 1951 e faleceu no dia 18 de Agosto de 2015. Assim ficará registado.
Para nós, era o Manuel da ti Ester, tão amigo da Vila como não havia igual, vivendo a vida com uma intensidade ímpar. Para mim foi o colega da 1ª à 4ª classe, companheiro de histórias e aventuras. Todos sentiremos a sua falta, todos ficamos mais pobres sem o Manel.
E, claro, não podia faltar a banca do Senhor dos Aflitos que é a causa incausada de tudo, ou quase tudo, o que acontece na Vila, até de uma parte substancial da economia, ainda que uma economia da graça, que não do interesse. Uma economia da dádiva.
E porque a Feira e Talentos é, em primeiro lugar uma feira de ideias, porque não começar a construir uma exposição (programas, fotografias, objetos...),para a V Feira de Talentos, da festa do Senhor dos Aflitos?
Viver, divertir-se, divertir os outros.
- Ó Zé Silva, não tem por lá umas coisas velhas para vender na feira?
- Velho, sou eu, mas não estou à venda! Bom, como o requerimento que fiz a S. Pedro foi aceite, para me deixar vir à Vila vou buscar uns trastes velhos e boto-os aqui aum canto.
Coisas do Zé Silva que consegue dizer as coisas mais sérias da vida a brincar.
Em vez de irmos à feira, foi a feira que veio até nós. Tão junto à porta que tive de me encolher para sair.
O trabalho em equipa, a boa disposição, o saber e o engenho só podiam resultar em excelentes biscoitos e doces para acompanhar um chá.
Gosto das pequenas coisas. Porque algumas coisas pequenas, como uma árvore, se tornam grandes; porque há coisas pequenas que só são belas se forem pequenas; porque só as coisas pequenas podem ser verdadeiramente nossas; porque a soma de muitas coisas pequenas se tornam grandes, razão porque a nossa idade é a soma dos nossos dias, de cada um dos nossos dias. Por isso, gosto de escrever este post no dia de hoje, do poema que fiz antes de ontem, da floreira (na imagem) que fiz ontem, onde espero, para o ano, partilhar com os olhos de quem gosta de flores a policromia de uma bela hortência.
As fotografias de Carlos Fragoso não são simples retratos. Há nelas muita arte, despertam em nós um sentimento estético. Não sendo apologista de concursos no que respeita a talentos, penso que no âmbito da V feira de Talentos se poderia organizar uma exposição de fotografia. Alguém quer pensar nessa organização?
O arroz doce é a típica e tradicional sobremesa dos dias de festa na Vila, no tempo em que só nos dias de festa havia direito a sobremesa. O arroz doce da Leonor conserva todo o sabor do tradicional. Os limões - não se dá por cá essa fruta - mas são produção de um conterrâneo por outras terras.
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