Sexta-feira, 26 de Abril de 2019

Requiescat in Pace, Júlio Leonardo

tio julio 2.jpg

Faleceu em 25 de Abril, uma data que lhe era cara, o nosso conterrâneo Júlio Silva Leonardo com 95 anos de idade. Filho de Albino Leonardo e de Isabel Maria da Silva, era irmão da Assunção, da Maria da Graça, da Sara, do Albino, já falecidos, e da Lúcia. Tendo ido a estudar, fez a sua vida fora de Vilar Maior, mas todos os anos pela festa do Senhor dos Aflitos regressava com sua esposa para conviver com a família e matar saudades. Homem bom, culto e sensato era um prazer conversar com ele. Ao Luís Filipe, seu filho, nora e netos as mais sentidas condolências.

publicado por julmar às 11:50
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Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

O burro da aldeia - mentiras que podiam ser verdades

Burro.JPG

No dia 1 de abril foi publicado aqui um post, cheio de mentiras que podiam ser verdades. Entre elas constava um um projeto: o burro do povo. Coisas simples, de baixo investimento e que somadas fariam uma enorme diferença. 

A foto é do Jornal de Notícias de 14-4-2019.

 

 

publicado por julmar às 16:25
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2019

Requiescat in Pace, Aníbal Sousa

Anibal.JPG

Aníbal Batista de Sousa passou a pertencer  a Vilar Maior no dia em que, no fim dum dia do mês de Agosto, subiu  a escada da casa do senhor João Marques para lhe pedir a mão de sua filha Maria Natália. O contrato ficou público e selado quando o chefe dos rapazes solteiros tratou com o pretendente o pagamento do vinho à rapaziada. Esta era, para além do mais, a forma de ficar a pertencer, por direito, à Vila. Pelo casamento ficou a pertencer à maior família da Vila (Silva /Leonardo Marques), oito irmãos. Falecido no passado sábado, foi hoje, 2ª feira, a enterrar no cemitério da Conchada, em Coimbra. Amigo e sempre pronto a ajudar estará sempre presente em nós.

 

publicado por julmar às 18:25
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Domingo, 7 de Abril de 2019

Requiescat in pace, José Pedro

ze pedro.jpg

Estava a telefonar para a Vila no momento em que a pessoa com quem falava me informou que os sinos  tocavam a sinal. Morte certa, hora incerta. Tinha chegado a hora do senhor Zé Pedro. Numa tarde de Verão, ao passar pelas Portas, com o seu modo amável, convidou-me a entrar em sua casa, de porta sempre aberta apar os amigos. Entrei, conversámos, contou-me histórias do passado e tirei-lhe esta fotografia. Todos temos duas histórias fundamentais: a do nascimento e a da morte, narradas nas respetivas certidões. Pelo meio, pela vida fora, vamos construindo histórias que os que por cá ficam vão contando, preservando a memória dos que morrem. Por isso, o senhor Zé Pedro, uma figura indelével da Vila, continuará entre nós. Aos seus familiares, as nossas sentidas condolências.

 

publicado por julmar às 17:23
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2019

Soldados de Vilar Maior na 1º Guerra Mundial

Image result for participação de Portugal na 1ª guerra mundial

Através do blog SABERSABUGAL.BLGSPOT.COM, ficamos a saber dos soldados que participaram na 1ª Grande Guerra Mundial. Lembro-me apenas de Joaquim António Ferreira de quem ouvi relatos do que por lá passara.

Virgílio da Encarnação Araújo, 1º cabo 09671, filho de Abel Gonçalves e de Mariana Fonseca Gouveia.

Joaquim Jacinto, 17850, filho de Manuel Jacinto e de Maria Mónica.

António Rafael, 18166, sem mais informação.

Francisco de Almeida Franco 2º sargento, 18402, filho de Vicente Ferreira Franco e de Ana de Almeia Franco. Ferido em combate no dia 14 de Junho de 1917, louvado no dia 4 de Março de  1918, Tomou parte na Batalha de La Lys.

Joaquim António Ferreira, 2º cabo, 18492, filho de Luís António Ferreira e de Maria Vinga. Tomou parte na Batalha de La Lys.

 

publicado por julmar às 11:55
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Segunda-feira, 1 de Abril de 2019

O Renascimento da Vila

década de 20a - Cópia.jpg

 

Eu, blog de Vilar Maior, após anos de insistência e resistência, senti-me cansado ao ponto de só dar sinal de vida quando alguém morria. Ora, ainda que a morte faça parte da vida, não foi para isso que eu nasci.

E, finalmente, acordei para dar boas notícias. 

Em recente Conselho de Ministros, Vilar Maior foi escolhida, juntamente com outras aldeias, para, num programa de acesso a fundos comunitários, entrar num projeto piloto que tem como objetivo dar corpo às medidas de combate à desertificação dos territórios de baixa densidade que o governo da Geringonça se propôs no início da legislatura. E tudo leva a crer que não sejam medidas eleitoralistas, pois, segundo fontes credíveis há trabalho feito e medidas muito concretas, às quais tivemos acesso. 

Talvez a mais surpreendente de todas seja a que prevê a restauração da antiga cidadela que nós conhecemos por Cimo da Vila. O plano consiste na preservação das ruínas existentes. Para tanto o Cimo da Vila vai ter um acesso restrito sendo apenas acessível, pela entrada principal, o Arco, que, restaurado, terá um portão com o mesmo desenho do existente na entrada do Adro. Apenas os residentes terão acesso livre (através de códigos). Todas as restantes pessoas terão de pagar uma taxa de entrada, a definir. As obras no Cimo da Vila, incluem entre outras: Restauro da Torre de Menagem, consolidação da ruína da Senhora do Castelo e restauro da Sinagoga (tendo já sido contratados os artistas que restauraram a da vizinha freguesia de Malhada Sorda). Serão restauradas algumas casas destinadas à instalação de ofícios artesanais outrora existentes: ferreiro, latoeiro, cesteiro, cadeireiro, brocheiro, alfaiate, sapateiro, entre outros.

Porém, nem tudo ficará pelo Cimo da Vila. As Hortas da Ribeira voltarão a ser como as conhecemos nos anos de 50 e 60 produzindo cebolas, cenouras, beterrabas, couves, alfaces, tomates, pimentos, pepinos, melões, feijão verde, flores, etc, etc. 

Haverá pelo menos um moínho restaurado e um forno de cozer pão.

As eiras, embora sem medas de pão, voltarão a ter a beleza de um lameiro onde o burro do povo pastará em tranquilidade até que um turista o alugue, para bem aparelhado, ir até Alamedilla d'el Choço, o estrangeiro mais próximo de nós. 

A construção de uma nova ponte, permitindo poupar a ponte românica, também está prevista. A construção de um passadiço que irá da ponte, passando pelo Pinguelo até se mandar ao Coa, permitirá admirar a beleza paisagística da encosta norte do Castelo, na vertente da geologia e da flora.

A Misericórdia, para além da prossecução das  obras espirituais, contribuirá para este renascer de uma nova era, com uma piscina que servirá de refrigério, nos estios secos e escalantes, ao bem estar corporal.

 

publicado por julmar às 20:45
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