Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
No domínio público, caro!
De João Marques a 7 de Abril de 2012 às 22:55
Fácil constatar que os "caixotes" da quermesse num largo como a praça nada abonam ao visual (já deram a este largo tão maus tratos que parece querem dar-lhe a machadada final). Não advogo transportá-los para o local onde estavam anteriormente (junto à capela do Senhor dos Aflitos); as eiras são suficientemente grandes para os comportar e é um espaço público.
Também os fios, tanto quanto sei, deveriam permanecar já em condutas subterrâneas e assim não oferecerem o espetáculo que a sua existência revela.
ISSO AINDA É O MENOS... o MAÇADOIRO DO CAFÉ, DESAPARECEU!
De João Marques a 10 de Abril de 2012 às 21:38
Bem, se abordarmos o tema de uma forma global, incluindo as alterações que não vemos mas das quais temos conhecimento, seria um rol de anomalias, algumas de gritar aos céus. Não falando da principal aberração que todos conhecemos, podíamos enumerar o maçadoiro e o histórico piso onde ele se apoiava - "o cimento". Esse sim teria inúmeras histórias para contar e ele próprio nos traria à memória inúmeras pessoas que o pisaram ao longo de décadas.
A necessidade ou desejos de inovação não se compadecem e as transformações acontecem mesmo nos pequenos pormenores!.
Pois não! Se não fosse assim, nunca havia progresso...
De Carlos Marques a 17 de Abril de 2012 às 20:53
E as antenas televisivas como que a pedir meças à altura dos satélites!?
Comentar post