A mesma Igreja, as mesmas leituras, as mesmas músicas, o mesmo padre. O tempo nublado e frio. Uma homilia curta para vincar que o importante não são as riquezas exteriores - o presépio é bem o exemplo da pobreza que contrasta com o consumismo; o importante são as riquezas do espírito colocdas ao serviço do próximo.
Difrente mesmo era o exíguo número de pessoas presentes, seriam não mais de setenta. Uma igreja quase vazia. Distraído da liturgia ia olhando os bancos completamente vazios, os cabelos brancos da maioria, a presença de apenas duas ou três crianças, comparando os que vieram com os que cá estavam. De muitas famílias nem um só que a representasse. DeFrança nem um; de Lisboa creio que nenhum.
Quando não havia auto-estradas, quando as distâncias eram difíceis de percorrer a aldeia enchia-se: os filhos vinham passasr o Natal com os pais; a situação inverteu-se e os pais saem para passar o natal com os filhos.
A desertificação é uma tragédia. Nascimentos por aqui só o do Menino Jesus. Como será o natal daqui a dez anos?
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