Durante séculos, deu-se cumprimento na Vila à ordem divina, no tempo em que em vez de um Deus de amor, havia um Deus de vingança:
«Ganharás o pão com o suor do teu rosto». E, a menos que se fosse afortunado, não havia alternativa. Por isso, era da terra que o homem extraía o alimento. Hoje com «retraites» de França ou reformas portuguesas ou por outros meios quase todos fogem à condenação. Por isso, a natureza vai dando o que lhe dá na gana, à parte pequenas hortas de gente mais idosa que, como oásis, cortam a aridez do deserto.
As silvas que bordejam os caminhos encheram-se de amoras que na falta de água se apertram; as videiras, mesmo as mal tratadas criaram copiosas uvas; as figueiras, com algm atraso oferecem agora generosamente os seus figos; todos se queixam da fraca produção de batata e os feijoais prometedores acabaram por se alampar. Quanto a nozes e azeitonas é um ano de excecional produção. Já os marmeleiros esqueceram-se que sem marmelos não há marmelada.
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