De impostos, livre-nos Deus, Nosso Senhor - é frase permanentemente na boca do povo.
E não basta virem-nos pregar que todos nós temos obrigação de contribuir para as despesas do Estado ou que as taxas são tão necessárias para a vida dos cidadãos como a água para os batatais nas calmarias do verão.
Pagar a décima pelos prédios rústicos e urbanos, as sisas e os relaxes, para além dum sem número de impostos indirectos - isqueiros, cigarros, petróleo e não sei que mais - já era muito.
A Senhora Camara, pelas suas posturas - as gentes chamavam-lhes imposturas - lembrou-se de criar duas novas derramas - uma sobre os cães, outra sobre os carros de bois, sujeitando-os a uma espécie de imposto de circulação.
E para além desta sobrecarga para os bolsos rotos ou em rotura dos moradores, lembrou-se ainda, sob argumento de piedade para com os animais, de proibir o uso das aguilhadas.
O concelho levantou-se quase em pé de guerra.
Ao Sabugal acorreram magotes de populares insurrecionados.
Alguns foram judicialmente incriminados.
Para os defender e ajudar no pagamento de coimas, constitui-se uma comissão de que foi principal contribuinte a família Mendes Guerra, do Casteleiro, mas que também recebeu uma subscrição de vilarmaiorenses
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