Terça-feira, 12 de Novembro de 2013
O tempo a vila continua parado. Assombra-se a Praça, escurece a torre, caia a noite sobre as casas, nasce o sol e o tempo parado dia e nite e dia após dia. E o Chico da ti Elvira que sempre me cumprimenta, lamenta-se na sua linguagem: - Que me ensinem que eu trato do relógio. E eu que sim, e acredito que o faria tão competentemente como toca os sinos. O Chico que merece uma justa homenagem pelo brio que põe há anos no tocar dos sinos. Esquecemos ou não lembramos suficientemente este meritório serviço. O Chico iria ficar muito honrado se lhe permitissem dar corda ao tempo. Por mim ficaria contente por tempo contado pela mão do Chico.
De J. Marques a 13 de Novembro de 2013 às 11:53
Pelo que me foi dado saber a resolução do problema não será assim tão simples: para "dar corda" ao relógio terá de se ascessar um sítio que não oferecerá as melhores condições de segurança. A ser verdade, não se pode pôr em risco a vida de qualquer pessoa que pretenda ser útil nesta situação. Há que estudar a melhor solução que não sei se não passará por uma solução mais avançada (elétrica?) de executar essa tarefa ou então criar condições seguras, na atual situação.
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