
Se tivesse havido no passado a atenção (supervisão) do poder autárquico que hoje há, Vilar Maior estaria bem diferente. Aqui está o exemplo de um restauro feliz.
De Jarmeleiro a 27 de Março de 2008 às 23:32
Quantas otras com melhores condições do que esta ficaram desfiguradas. E muitas até já foram referidas neste blog.
Esta foi onde viveu, dizia minha mãe, o meu bisavô Martins.
De Lian a 28 de Março de 2008 às 20:06
Eu lembro-me muito vagamente de lá ter morado o ti Joaquim Ferreira, guarda fiscal, e segundo ouvi dizer um dos militares de Vilar Maior que participaram na 1ª. Grande Guerra Mundial (1914/1918). Era pai, se não erro, da Ressureição e de uma outra que imigrou para o Brasil.
De amora da silva a 28 de Março de 2008 às 22:19
Ouvi, ao ti Ferreira, algumas histórias da 2ª Guerra Mundial e também da sua actividade de Guarda Fiscal de combate ao contrabando, às vezes ao pequeno contrabandista. Contava uma história de contrabando que mostrava uma excepcional pontaria com armas de fogo.
Militar, guarda e bom contador de histórias!
amora da silva
A que emigrou para os Brazis (Baia) foi a "Bia". Para Lisboa foi a Ressureição. Digo eu...
De "O Canivete" a 28 de Março de 2008 às 22:51
Não sei se a amnésia é devida ao facto de chegar agora, depois de 12h ininterruptas de trabalho, não estou a localizar o sítio onde se encontra esta casa.
Até será uma vergonha constatar este facto, mas que é verdade, é.
Em todo o caso não deixo de dizer que é agradável de ver e louvar o responsável por este restauro.
Já agora peço a ajuda de alguém que me esclareça sobre este assunto (um bem haja antecipado).
De
julmar a 29 de Março de 2008 às 00:15
De facto,não será excesso de trabalho, nem amnésia. Talvez seja pelo facto de o (bom) trabalho a ter deixado irreconhecível.
Ora, então, lá vai a ajuda: Quem desce a avenida das Escolas fica frente à casa de Jose Duarte.
De Dofaleiro a 29 de Março de 2008 às 00:21
Que a casa está de cara lavada, direi até transfigurada é um facto. Mas daí a dificultar o seu reconhecimento é que é de estranhar. Não sei se "O Canivete" é Vilarmaiorense (presumo que sim atendendo ao pseudónimo). A ser assim, só pode tratar-se, como diz, de amnésia ou de cansaço. Mas não é caso para ficar angustiado e muito menos envergonhado porque eu, muito embora não sendo da Vila, vou já saciar a sua curiosidade: A casa foi recuperada pelo Paulo filho do Bernardino. Penso até, que terá sido a última família a habitar a mesma com carácter de permanência . Fica na Rua do Buraco, no sentido descendente, entre uma casa que foi de Álvaro Simões e outra onde viveu o ti Junça e hoje é habitada pelo genro, António Rasteiro. Faz frente com a casa do Zé Duarte (Pequeno), que pertenceu ao Professor Gonçalves e que possuía uma linda varanda. Esta também pertence ao vasto rol das que foram desfeiteadas. Penso ter sido esclarecedor. Tão esclarecedor que até me arrogo o direito de "castigar" o "O Canivete", lançando-lhe o repto para o pagamento dum copo, em data oportuna, em Vilar Maior.
De "O Canivete" a 29 de Março de 2008 às 15:01
O meu obrigado aos dois que tiveram a amabilidade de me esclarecer. De facto ao falarem em Ressureição e outros nomes, ocorria-me a localização mas não pensava que a profundidade em relação com a estrada fosse tão grande. Aliás ainda me lembro, de maneira vaga, do pai dela.O segredo está de facto da fachada estar completamente alterada. Comparando o actual aspecto, julgo-o mesmo, espectacular.
Quanto ao repto de Dofaleiro , pois está assegurado que vamos beber uns copos na primeira ocasião que se proporcionar.
Deixem-me recordar a propósito e em poucas palavras, uma história verídica: estando eu e o Júlio da "Ti Flomena" um dia junto ao tonel da sua adega a beber uns copos (não era de água...) e já não tendo nós "algo parecido com sede", ele insistia comigo e de copo na mão ia repetindo: ò "O Vila" isto ... o corpo tem de se castigar......Pois para o Dofaleiro fica o convite que cumpriremos logo que se proporcione...
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