«Bôs dias lhe dê Deus»
Poucos davam uma saudação tão simples e encenada como a sua: a entoação da curta frase, acompanhada do gesto que leva a mão ao chapéu que nunca tira, era um ritual generosamente executad para todos que com ele se cruzavam fossem ricos ou fossem pobres que a saudação não se nega a ninguém. Ao contrário de tantos outros não se rebaixava junto dos ricos da terra que o seu mundo não tinha fronteiras: pés ao caminho e tanto ia até à vizinha Espanha como aparecia em qualquer aldeia dos arredores na procura do sustento para si e para a Maria. Homem de sete ofícios: coveiro, ceifeiro (mais em terras de Castela), pescador no Cesarão peixeiro com um tesão sem igual, sapateiro remendão de que se cobrava em dinheiro, rematando sempre: «Olhe que me deu um trabalhão» e «olhe que é por ser para si». Festeiro, corria de terra em terra para apreciar a banda música e piscar o olho às viúvas.
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