Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
De pedro cardoso a 27 de Junho de 2008 às 11:15
Caro Professor Julio,
Peço desculpa pelo abuso de usar o seu blog, mas creio que será por uma razão inquestionável. Permita-me então que informe os nossos conterraneos, que neste momento a realização da Festa em Honra do Sr. dos Aflitos 2008 está seriamente em causa. A comissão para 2008 desistiu dessa missão.
Assim, caros vilarmaiorenses, se realmente sentimos a Nossa Terra, está na hora de nos unir-mos mais que nunca para que a Nossa Festa não desapareça. Creio que ainda estamos a tempo de fazer alguma coisa, mas todos somos poucos para cumprirmos essa tarefa.
Dia 6 de Julho vai realizar-se a segunda reunião com a população, para tentar-MOS encontrar uma solução.
SE SE PERDE ESTE ICONE DE VILAR MAIOR POSSO VOS GARANTIR QUE É O PRINCÍPIO DO FIM (TÃO ANUNCIADO) DE VILAR MAIOR E DAS NOSSAS TRADIÇÕES.
Desistir é próprio dos fracos, e dos fracos não reza a história.
De Carlos Marques a 29 de Junho de 2008 às 13:20
Gostava de saber mais pormenores sobre esta notícia, designadamente, quais os assuntos a tratar na referida reunião.
Alguém me pode informar?
Os meus agradecimentos ao Pedro Cardoso por ter trazido o assunto a este blog.
Carlos Marques
De Pedro Cardoso a 30 de Junho de 2008 às 17:51
A ideia da reunião é tentar, na medida do possível, juntar um grupo de pessoas (não uma comissão), para que todos em conjunto, ainda consigamos evitar que a nossa Festa não se perca.
De Carlos Martins a 18 de Julho de 2008 às 22:16
Saudações a todos os conterrâneos de Vilar Maior
É com tristeza que leio estas notícias, mas a minha opinião é que a Nossa Terra precisa efectivamente destes sérios avisos, porque infelizmente os críticos são mais que os voluntários em fazer alguma coisa pela terra (não é que me sinta com grande legitimidade para proferir tal afirmação, pois efectivamente não tenho obra feita na terra), contudo por experiência vivida no pretérito ano verifiquei que quem mais critica é quem se mantém mais afastado das acções e não apresenta soluções para os problemas. Penso efectivamente que pelos momentos vividos na festa anterior, continuamos a fazer uma festa megalómana para a população que dispomos, ou seja na 2.ª Feira da festa quase não se conseguiam pessoas para a procissão, contudo continua a verificar-se a generosidade da maioria das pessoas, faltando a estes actos um pouco mais de união e voluntariado por parte de todos os conterrâneos.
C.M.
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