
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


Este ano não fui lá. Da última vez era doloroso o deserto de gente. Pelas fotografias que mostra foi mesmo desolador.
A "festa" já morreu.
Parecem a Joana "a louca" a passear o cadáver pelas noites de castela.
De Vilar Maior a 11 de Setembro de 2008 às 13:50
Parece-me que a acuidade visual já não ser a melhor. Também não sei qual foi a sua ultima vez, mas no entanto, lhe digo que no ano passado, foi uma festa de grande sucesso, com gente como nunca se tinha visto antes (pelo menos eu, e felizmente nunca faltei a nenhuma).
Mais o informo, que o Restelo não é em VILAR MAIOR, embora às vezes pareça.
Restelo ??!! (o dos lisíadas??).
Vilar Maior já foi vila. Já não é, embora a continuem a chamar-lhe assim.
A "festa" faz-me lembrar o vinho dos pequenissímos agricultores dessas nossas berças. Vai avinagrando e quando chega setembro está intragável, excepto para o camponês que o acha uma pomada (e que fica ofendido se alguém lho diz).
Sou médico, sei verificar um óbito.
A "festa" já morreu. Por compaixão os médicos mantêm ligado o ventilador, o pacemaker e o balão intra-aórtico. Só quando entrar em decomposição é que a víuva acredita.
SEM OFENSA !!!
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