
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


Este ano não fui lá. Da última vez era doloroso o deserto de gente. Pelas fotografias que mostra foi mesmo desolador.
A "festa" já morreu.
Parecem a Joana "a louca" a passear o cadáver pelas noites de castela.
o cadáver de Filipe "o belo"
De Ribacôa a 11 de Setembro de 2008 às 02:26
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É um facto que as gentes seriam em menor número relativamente a outros anos. Para isso terá contribuído não só a data tardia (dia 7), como o facto dos mordomos nomeados terem desistido a cerca de dois meses do evento, o que levou muita gente a pensar que a festa não se realizaria. De todo o modo, e sem querer dourar a pílula, as fotografias apresentadas não retratam a realidade, porquanto uma grande área do recinto ficou por cobrir, sendo certo que, na mesma, havia bastantes pessoas, eu incluído. Assim sendo, parece-me algo precipitado, ditar, sem mais, a sentença de morte da festa. E é caso para dizer que a história se repete, uma vez que já há cerca de 25 anos outros "juízes", em julgamento sumário proferiram idêntica sentença. Sem êxito, como se comprova.
De
julmar a 12 de Setembro de 2008 às 20:08
Nunca acreditei que as fotografias traduzam a realidade, nem as fotografias em causa o pretendiam. Também não pretendiam mostar a quantidade de gente. De qualquer modo, sempre poderão e ser publicadas fotografias que mostrem mais gente.
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