
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


De Anónimo a 12 de Setembro de 2008 às 14:46
João que Chora
A festa morrerá (morre todos os anos um pouco) por fidelidade à tradição: a mesma data e nos mesmos moldes. Os mais fiéis até qurereriam que fossem sempre os mesmos a estarem nela. Aquem não aprende a mudar o tempo lhes dita a mais cruel das mudanças: a morte
De Jarmeleiro a 12 de Setembro de 2008 às 23:50
Ó camarada Anónimo João que Chora. Não chores tanto e diz alguma coisa que jeito tenha. Falas falas mas não dises nada. Diz lá o que farias no caso da festa mudar para agosto. Sim quais as tuas propostas. Propunhas que em vez da missa ouvesse uma garreiada? Do-te um concelho.Oferece-te para mordomo e faz a festa como pensas que é melhor. Aqui não há mais fieis nem infiéis. Há os que trabalham para que a festa se faça e há os outros que nada fasem. Melhor dito... tudo fazem para acabar com ela. Esses são os inemigos da festa. Esses não são cá precisos. Ao longe ...Ao longe.
De João que RI a 13 de Setembro de 2008 às 17:05
A festa fez-se. Com os que puderam e os que quiseram estar. Teve todos os ingredientes que a festa tem: banda nas ruas da vila, foguetes, missa com sermão, procissão, adeus ao sr dos Aflitos, Quermesse, baile até às tantas.
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