
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


Este ano não fui lá. Da última vez era doloroso o deserto de gente. Pelas fotografias que mostra foi mesmo desolador.
A "festa" já morreu.
Parecem a Joana "a louca" a passear o cadáver pelas noites de castela.
De Pedro Cardoso a 16 de Setembro de 2008 às 12:29
Caro Dr. Francisco Leal
O Sr. não me conhece, nem eu a si, também sou Médico, mas Médico Veterinário. Posso e devo realizar eutanásias, sei avaliar perfeitamente em que situações elas estão indicadas. Desculpe que lhe diga mas a festa de Vilar Maior, ainda não reúne as condições para se desligar a "máquina". Vai acabar? Talvez. Mas uma coisa lhe garanto, não será para breve e muitas outras festas acabaram antes.
Mais, não perca tempo a avaliar envergadura da nossa festa, pode ser pequena, mas é muito honrada e muito digna. Sr. Dr. o tamanho não conta.
Quanto ao vinho de Vilar Maior, não é do calibre dos vinhos que o Sr. deve estar habituado a beber, nem sequer ponho isso em causa, mas não deve ser dos piores que o Sr. bebeu. Ou então, quando o elogiava as suas capacidades de enólogo ainda não estariam tão apuradas ou não estava a ser sério. Os vilarmaiorenses não precisam disso.
Um Abraço, com muito orgulho de ser Vilarmaiorense .
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