Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


De Catarina Marques Falcato a 15 de Setembro de 2008 às 22:39
Caro DR. Leal:
Após ter lido diversos comentários neste blog tenho a dizer que para mim, embora tenha apenas 13 anos e não resida em Vilar Maior, esta é a minha Terra e será assim para sempre, pois é na Vila que está a minha identidade e é ali que regressarei sempre que puder até morrer.
Por isso não consinto que “autoridades” que nada sabem sobre o assunto venham ofender a minha “Vila” pois enquanto eu e todos os verdadeiros vilarmaiorenses vivermos a festa nunca irá cair, pois sempre duma maneira ou de outra a iremos realizar com a nossa típica boa vontade, com que o temos acolhido, não só a si, mas também a outros forasteiros. Tenho pena que a nossa hospitalidade beirã, com a qual lhe damos os melhores manjares possíveis e o nosso modesto vinho não tenha satisfeito tal ilustre pessoa.
Quanto à festa serei mordoma no próximo ano e farei tudo o que puder e estiver ao meu alcance para fazer uma festa digna que honre o Senhor dos Aflitos, tal como a deste ano que apesar de alguns contratempos que teve uma afluência significativa, embora infelizmente as fotos não o demonstrem, pois representam, momentos em que maioria das pessoas se encontrava ainda na procissão.
Não o convido para a festa do próximo ano, pois sou descendente de modestos lavradores de Vilar Maior, não tendo assim capacidade juntamente com a minha família para receber sua excelência.
A todos os outros, espero-os em Vilar Maior no próximo ano, para mais uma vez, como sempre, celebrarmos a festa em todo o seu esplendor.
Comprimentos,
Catarina Marques Falcato
Quem fala assim...
sai aos seus.
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