Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


"Nesta matéria, a minha teoria é a de que, por vezes, é mais importante saber com quem se bebe, do que propriamente saber o que se bebe. Nessa altura, será o momento azado para observar, "in loco", a vitalidade da festa." diz o distintíssimo O COTA.
POR SEGUIR O MESMO PRINCIPIO BEBI VERDADEIRAS ZURRAPAS EM " ADEGAS" DE VILAR MAIOR e noutras terras do charro.
Pegue, pela Páscoa, numa gota desses olímpicos (preciosos??!!!) nectares e veja-a ao microscópio. Fica aterrado com a bicharada que nela navega a alta velocidade.
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E... eu não sou profeta.
De "O Canivete" a 12 de Setembro de 2008 às 15:44
Não é bicharada para a qual o organismo dos Vilarmaiorenses não tenha autodefesa (conseguida ao longo de séculos). Muito aterrados ficaríamos todos se passássemos ao microscópio muitas das coisas que comemos e bebemos no dia a dia. Autodefesas não existirão, isso sim, em quantidade e qualidade suficiente para quem tenta semear o desalento nas hostes que já por si estão num estado debilitado. Parece-me estar bem aplicado aqui o velho epíteto de "velhos do Restelo", sim esses mesmos a que aludem os Lusíadas de Camões!!!!. Não sou daqueles que parto com o espírito de vencido antes de a partida começar. Posso acabar vencido mas não sem antes lutar pela vitória e sair, como soe dizer-se, de cabeça erguida.
De Anónimo a 19 de Setembro de 2008 às 08:36
Aqui não se aplica o ditado popular.
"RICO E MAL AGRADECIDO"
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