
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


De João que Chora a 14 de Setembro de 2008 às 19:30
Pois, meu irmão alegre: a festa fez-se sem muitos que gostariam de estar e não puderam; com uma banda de música de 24 elementos, mal vestidos, mal alinhados e desafinados; a parte dos foguetes não esteve nada mal, sobretudo o fogo de artifício. Mas em foguetes a vila sempre foi forte; houve até tempo que a grandeza da festa se media pelas dúzias de foguetes, no tempo, vá se lá saber porquê rivalizava co Aldeia da Ribeira, e a coisa acabou por correr mal, tragicamente mal. Quermesse: aquilo era uma quermesse? Fala em sermão. Aquilo não foi sermão, foi uma vulfar prática dominical.E o baile tinha meia dúzia de pares.
Mas cada um vê o que quer. Verdade é que se vê cada vez menos ... até se chegar a ver coisa nenhuma.
De Tonho a 14 de Setembro de 2008 às 20:13
De certeza absoluta que desde que a festa é festa, nunca todos os que nela gostariam de ter estado estiveram. Sempre assim foi e sempre assim continuará a ser enquanto a festa for festa, seja em que data for, seja ela grande ou pequena.
Nem Monsieur de la Palisse disso terá qualquer dúvida.
De SARA fERNANDES a 16 de Setembro de 2008 às 22:38
SR João que Chora... Não se pode criticar o trabalho de uma pessoa quando sabemos que não fariamos melhor.O senhor Prior fez o sermão que achou que devia fazer (sermão este que serve para ser reflectido por todos os presentes). Toco na Banda da Malhada Sorda á 7 anos e este ano no dia 6 de setembro estive presente na chegada da banda de Pinhel a Vilar Maior,eram poucos,havia jovens e crianças, fiquei surpreendida com todo o folgo que aqueles pequenotes tinham.A banda tocava bem. Desafinados?!pense bem...Concerteza que o SR não deve tocar nenhum instrumento de metal, porque se o fizesse saberia qual é a dificuldade de os tocar quando os raios solares reflectem sobre eles.
Não se crítica quando não se faz melhor!
De João que Chora a 16 de Setembro de 2008 às 22:55
Sra Sara Fernandes:
Eu não sou músico, não toco nenhum instrumento de metal. Porém, tenho ouvido e tenho gosto o que me permite julgar. Já reparou como ficaríamos limitados se apenas pudéssemos julgar os nossos pares e mesmo assim só se fossemos melhores do que eles? Eu não disse que os ditos músicos não se esforçaram mas apenas que são uma fraca banda.
Exactamente o sr prior não fez qualquer sermão mas uma prática ou homilia. O sermão é um género diferente. E apenas estou a dar o meu ponto devista. Não me exija também que eu seja um bom pregador para poder criticar o sr prior.
De SARA fERNANDES a 16 de Setembro de 2008 às 23:23
Quando vi a banda passar em frente do centro de dia comentei logo: "São tão poucos,olha tantas crianças..."é óbvio que a banda era fraca com pessoas com tao pouco tempo de experiência (tal como ainda tenho),mas fiquei surpreendida! Espero que a banda aumente....
De "Tília" a 17 de Setembro de 2008 às 00:20
Era muito bom que as poucas palavras, insertas numa vulgar homilía e que foram proferidas na missa da festa, fossem por nós não só escutadas mas sobretudo postas em prática. Não é com sermões daqueles de "fazer chorar os ouvintes" que os crentes corrigem os seus erros mas sim com as palavras simples de uma homilia de uma missa vulgar de domingo.
O padre alertou para o valor que tem o gesto de "dar um simples copo de água fresca a alguém dela carenciado ", imaginemos a polémica que criaria se porventura falasse num copo de vinho(um vintage ou zurrapa).... que tal bebida já suscitou neste tema do nosso blog!!!!.
De João que Chora a 17 de Setembro de 2008 às 18:34
Tília
Não coloquei em causa as boas palavras do pároco. Mas festa é festa. Um dia diferente dos outros. E gosto de um bom sermão.
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