
O adeus ao Senhor dos Aflitos é, para mim, o momento de maior emotividade da festa. Ele constitui o verdadeiro clímax.
Este ano o Largo estava muito vazio. Esperemos que tenha sido apenas este ano dadas as circunstâncias conhecidas. Para já está garantida toda a mordomia para o próximo ano. Gostaria de a revelar aqui mas não conheço todos os nomes.


De João que Chora a 16 de Setembro de 2008 às 22:55
Sra Sara Fernandes:
Eu não sou músico, não toco nenhum instrumento de metal. Porém, tenho ouvido e tenho gosto o que me permite julgar. Já reparou como ficaríamos limitados se apenas pudéssemos julgar os nossos pares e mesmo assim só se fossemos melhores do que eles? Eu não disse que os ditos músicos não se esforçaram mas apenas que são uma fraca banda.
Exactamente o sr prior não fez qualquer sermão mas uma prática ou homilia. O sermão é um género diferente. E apenas estou a dar o meu ponto devista. Não me exija também que eu seja um bom pregador para poder criticar o sr prior.
De SARA fERNANDES a 16 de Setembro de 2008 às 23:23
Quando vi a banda passar em frente do centro de dia comentei logo: "São tão poucos,olha tantas crianças..."é óbvio que a banda era fraca com pessoas com tao pouco tempo de experiência (tal como ainda tenho),mas fiquei surpreendida! Espero que a banda aumente....
De "Tília" a 17 de Setembro de 2008 às 00:20
Era muito bom que as poucas palavras, insertas numa vulgar homilía e que foram proferidas na missa da festa, fossem por nós não só escutadas mas sobretudo postas em prática. Não é com sermões daqueles de "fazer chorar os ouvintes" que os crentes corrigem os seus erros mas sim com as palavras simples de uma homilia de uma missa vulgar de domingo.
O padre alertou para o valor que tem o gesto de "dar um simples copo de água fresca a alguém dela carenciado ", imaginemos a polémica que criaria se porventura falasse num copo de vinho(um vintage ou zurrapa).... que tal bebida já suscitou neste tema do nosso blog!!!!.
De João que Chora a 17 de Setembro de 2008 às 18:34
Tília
Não coloquei em causa as boas palavras do pároco. Mas festa é festa. Um dia diferente dos outros. E gosto de um bom sermão.
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