
Por Fora

Por dentro
A quem souber sobre a história destas construções ou queira fazer um pouco de investigação.
De João que chora a 24 de Setembro de 2008 às 22:31
Guerra de palavras,ainda alinho. Mas quando mete chumbaria, ala embora! É que sou medroso mesmo. Medroso e choramingas. E eu acho que o carnefritada tem razão. Onde é que foram descobrir essa da falcoaria mais dos condes? Quem viajar de Vilar Formoso a Almeida verá dezena de pombais. Certo sem a imponência deste. mas todos com o mesmo fim: produzir estrume e carne.
E aqui vai um site onde poderão aprender alguma coisa
http://www.palombar.org/index2.htm
De Jarmeleiro a 24 de Setembro de 2008 às 23:17
O Manel Maria que veio com essas aleluias dos condes de Vilar Maior e caça com falcões, que venha a defender a sua causa o que até nem será deficil pela sua profissão advogado- Ele que diga qual foi a obra de história ou da ciencia onde apurou tudo isso que eu tamem gostava de ler. No meu modo de ver , é um pombal mas não por môr do estrume. Isso não cabe na minha cabeça. Pois se numa terra onde havia mais de mil ovelhas e cabras, dezenas ou até centemas de burros (só os de duas patas), vinte ou mais juntas de vacas, galinhas e cães a dar cum pau e já não contando com o das pessoa, pra quê o estrumo dos pombos? Eu bem sei que tem umas qualidades diferentes, mas em vez de um carro punham-se dois. às vezes era tanto que nem se arranjava terra para enterrar as sementes.Os pombos para carne? Ná eram precisos muitos para encher a barriga a um homem. Por mim até podiam ser pombos correios para mandar mensages de guerra. E se calhar nem era nada de coisa nenhuma do que aqui se disse. Ninguem fez prova de nada.
ora aí está o futuro económico da terra:
fazer renascer as "mil ovelhas e cabras, dezenas ou até centemas de burros (só os de duas patas), vinte ou mais juntas de vacas, galinhas e cães a dar cum pau e já não contando com o das pessoas" com o necessário apoio do Q.R.E.N e produzir trampa. E exportá-la. Bastava tornar o cesarão e o côa navegáveis. Construiam-se grandes armazens em Vila Nova de Gaia e despachá-la para as quintas biológicas do Kentucky nos States. Trocávam.se por computadores ou misseis patriot.
Devemos orgulhar-nos do nosso passado!!!
De João que Ri a 25 de Setembro de 2008 às 21:05
Ora até que enfim começam a surgir cabeças pensantes com propostas criativas sobre como a Vila pode fugir a uma morte que se anuncia a cada dia que passa:
Há dias aparecia um a anunciar uma fábrica de gamelas, agora aparece uma proposta de exportação de trampa. Com imaginação a morte anunciada ... não se concretizará
De Cotenas a 25 de Setembro de 2008 às 23:35
O futuro económico da terra está assegurado diz carnefritada , ao que eu acrescentarei ; Da terra e arredores. De facto, num verdadeiro rasgo de inteligência e como é seu apanágio, acabou de descobrir o novel negócio do século, ao trazer à tona o último grito na área de produção de fertilizantes, que mais não é, de que...!!! pura trampa, cuja exportação será feita, em exclusivo, para os States. Sem pretender desvirtuar o seu projecto, permita-me que, muito desinteressadamente (não quero tomar parte no negócio), lhe sugira o seguinte, de molde a rentabilizá-lo exponencialmente:
Deixe-se de bicharada, porque todas essas animálias só darão despesa e a matéria prima por elas gerada já não é o que era. Como quase tudo, já vem contrafeita;
Em sua sustituição, deite mão à etar construida ou a construir nos arredores da Bismula e dertemine-lhe uma finalidade diferente, qual seja a de armazenamento de toda a trampa proveniente dos esgotos quer da Bismula, quer de Vilar Maior:
Por último, no seu estado puro, siga toda a tramitação de escoamento da mercadoria conforme por si propugnado mas, obviamente, através da ribeira da Bismula, perdão, de Alfaiates, cujos custos de navegabilidade são menos onerosos de que o Cesarão.
NOTAS IMPORTANTES: Não se esqueça de registar a patente, se é que ainda não o fez, mais que não seja para melhorar a imagem de Portugal aos olhos do mundo, já que é o País da U E a 25 com menos patentes por milhão de pessoas;
Desencadei os procedimentos necessários temdo em vista habilitar-se ao tão aliciante subsídio (de preferência a fundo perdido)
Nada de belicismos. Deixe lá os mísseis. Computadores já cá temos o Magalhães.Traga mas é os dólares para desenvolver a terra e arredores.
Bons negócios.
Boa e excelsa ideia.
Contruir uma Etar na bismula com os efluentes da bismula e vilar maior.
Como sabe em Londres a água das etars (aqueles colossais tanques circulares que rodeiam a cidade) é reutilizada cinco (5) vezes.
Numa prespectiva de solidariedade inter-fronteiriça e de política de boa vizinhança o generoso povo da bismula que tem um super-avit de água potável poderá a partir da etar a construir minorar as dificuldades de abastecimento de vilar maior, que conforme já foi referido neste blog, são mais marcadas no verão.
De Cotenas a 28 de Setembro de 2008 às 23:30
Fiquem, fiquem, lá com a vossa ETAR na vossa ribeirinha e aproveitem bem os nossos e os vossos efluentes, enquanto nós ficamos com o nosso Cesarão Peixeiro, despoluído e a salvo de qualquer desagradável surpresa provocada por qualquer eventual fuga dos ditos. Poluição a lamentar no Cesarão, só a costumeira; A resultante do envenamento das águas pelos carnesfritadas, para apanharem (pescar não sabem) uns barbos, uns bordalos ou umas bogas. Porém, ultimamente ando mais descansado quanto a esse aspecto, já que me soou que vão instituir novamente a figura do Guarda Rios que ficará sob a alçada da ASAE e aí o caso fiará mais fino.
E porque haveria eu de "gastar cera com ruim defunto"?
Tanto é válida uma tese como outra. O Manuel Simões Dias aventa essa hipótese da falcoaria. Pessoalmente duvido dela. A de "carnefrita" até vem, na sequência do que ara tradição lá para os vinhedos de Mogadouro, corroborar o passado vinhateiro da região, com um vinho afamado e muito apreciado, lá pelos sec. XVI e XVII na corte de Castela, aí introduzido pelo conde do Sabugal, segundo li alugres. No entanto nada conheço que sustente quer uma, quer outra hipótese.
De João que Chora a 4 de Outubro de 2008 às 23:10
Não é bem assim, João! Quando se pretende historiar não se podem fazer afirmações levianas e dizer que se trata de uma falcoaria. Mesmo dizendo que se trata de hipótese o referido autor deveria fundamentá-la. Têm-se escrito muitas enormidades.
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