Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Por Fora

Por dentro
A quem souber sobre a história destas construções ou queira fazer um pouco de investigação.
Boa e excelsa ideia.
Contruir uma Etar na bismula com os efluentes da bismula e vilar maior.
Como sabe em Londres a água das etars (aqueles colossais tanques circulares que rodeiam a cidade) é reutilizada cinco (5) vezes.
Numa prespectiva de solidariedade inter-fronteiriça e de política de boa vizinhança o generoso povo da bismula que tem um super-avit de água potável poderá a partir da etar a construir minorar as dificuldades de abastecimento de vilar maior, que conforme já foi referido neste blog, são mais marcadas no verão.
De Cotenas a 28 de Setembro de 2008 às 23:30
Fiquem, fiquem, lá com a vossa ETAR na vossa ribeirinha e aproveitem bem os nossos e os vossos efluentes, enquanto nós ficamos com o nosso Cesarão Peixeiro, despoluído e a salvo de qualquer desagradável surpresa provocada por qualquer eventual fuga dos ditos. Poluição a lamentar no Cesarão, só a costumeira; A resultante do envenamento das águas pelos carnesfritadas, para apanharem (pescar não sabem) uns barbos, uns bordalos ou umas bogas. Porém, ultimamente ando mais descansado quanto a esse aspecto, já que me soou que vão instituir novamente a figura do Guarda Rios que ficará sob a alçada da ASAE e aí o caso fiará mais fino.
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