Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.
Os museus (arqueológicos, etnográficos ou outros) servem para preservar e mostrar o seu acervo.
Quantos visitantes tem o museu da vila? cem por ano?
Se o espólio estiver no museu do sabugal e referenciado como pertencendo a vilar maior então muitos mais visitantes o apreciarão e, eventualmnte, terão a curiosidade de conhecer a terra donde vieram aquelas peças.
E convenhamos que por muito carinho que aquelas peças nos mereçam, muitas não passam de "tralha".
De O Cota a 3 de Outubro de 2008 às 21:32
E o que diz da afixação de um bom número de atractivos cartazes espalhados por toda a região ribacudana , apelando a uma ida a Vilar Maior, convidando todos a fazerem uma visita guiada ao museu, ao castelo, às ruínas da Igreja de Santa Maria, à ponte romana, às várias e antiquíssimas fontes de mergulho, à janelinha do Vale da Lapa, às sepulturas antropomórficas, ao pelourinho, à cruz da forca , às ruínas da porta da cidadela (vulgo arco), às ruínas das duas atalaias (na Sangrinheira e nas Moitas), às Casas dos Moiros, ao lagar dos Mortórios , à capela de S. Sebastião, à do Sr. dos Aflitos à Igreja da Misericórdia , etc. etc. E mais. Ao meu caro será reservado um lugar de honra na comitiva e, nessa condição, acompanhará uma comitiva até um lugar que se chama Santa Marinha onde terá oportunidade de deixar a sua marca no valioso património histórico da Vila. Escavará no local que lhe indicarem até encontrar as ruínas da igreja do mesmo nome; Santa Marinha. Creia que se vai sentir realizado.
De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 15:35
Esta vasta enumeração de valores patrimoniais só mostra que é necessário valorizar o que temos.
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