
Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.
Os museus (arqueológicos, etnográficos ou outros) servem para preservar e mostrar o seu acervo.
Quantos visitantes tem o museu da vila? cem por ano?
Se o espólio estiver no museu do sabugal e referenciado como pertencendo a vilar maior então muitos mais visitantes o apreciarão e, eventualmnte, terão a curiosidade de conhecer a terra donde vieram aquelas peças.
E convenhamos que por muito carinho que aquelas peças nos mereçam, muitas não passam de "tralha".
De Katekero a 3 de Outubro de 2008 às 11:08
Mas que cheiro intenso a carnefritada !
E que tirada extraordinária esta! Um museu de portas fechadas ter cem visitantes por ano, é obra. Melhor de que isto, só mesmo o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. Agora imagine se estivesse aberto durante todo o ano. Abra a mente e veja as coisas não de forma isolada, mas sim no seu conjunto. Comentários destes só podem provir de quem ignora a realidade, a riqueza patrimonial e outras potencialidades turísticas de Vilar Maior e, quiçá , ditados por despeito ou inveja. É mais um a ditar a pena capital para a nossa terra. Estes não fazem cá falta.
De "Tília" a 3 de Outubro de 2008 às 14:48
De facto ainda não tinha acedido ao meu computador e já me cheirava a carne frita (e não foi isso, nem coisa parecida que se comeu ao almoço aqui em casa). Voltamos outra vez à linguagem posta na boca dos velhos do Restelo , camonianos.
Não é difícil a todos os comentaristas, aperceberem-se de que uma voz, vinda deste grupo, tenta imitar o modo como Judas agiu (segundo o que contam os sagrados livros), na situação que de todos é conhecida. Crítica destrutiva para arrasar, fazendo dos outros campónios incultos e incapazes de pensar. Que bom seria que ao invés utilizasse uma linguagem e sentimentos que se encaixassem mais no pensamento dos restantes. Não estou a pedir-lhe que esteja de acordo (de entre os outros também há discordâncias...). No seu caso, adivinha-se uma posição de ódio por esta terra (vá-se lá saber porquê!!!). Muito provavelmente porque algum copo de zurrapa que por lá bebeu, lhe tenha provocada tamanha azia. Ou talvez lhe tenha feito apanhar tamanha narça " que se prolonga ad aeternum !!!!.
Há dias que correm mal!
O patrão puxou-nos as orelhas, o chefe mostrou má cara, a adorada esposa acordou mal disposta e moeu-nos a cabeça ou o filho faltou às aulas. E até há quem sem nenhuma destas benévolas razões acorde zangado com o mundo (maus figados ,diz o povo na sua imensa sabedoria).
E perdemos a capacidade de tolerar os outros.
E não suportamos a ironia.
Compreende-se e perdoa-se.
De Joana D´arc das Beiras a 4 de Outubro de 2008 às 22:33
E eu que pensava que já tinha sido declarado o banimento eterno pelo povo de Vilar Maior ao Dr. Francisco Leal, eis se não quando o cheiro a carnefritada (resultante do Auto-de-Fé) se torna insuportável e o volto a encontra-lo por estas paragens!!!!
De Lian a 4 de Outubro de 2008 às 23:47
Qual quê? Este não é um D. Sebastião adolescente de trazer por casa, que promete aparecer numa qualquer manhã de nevoeiro e ...!!! Nada... !!! Nem vê-lo Não. Este aparece esteja chuva, esteja vento, ou esteja sol. A grande diferença nesta ESTÓRIA , é que o outro teve o cognome de "O DESEJADO".
Isto tem sido um grande divertimento!!!
E também um grande estimulo para os distintos leitores. Venho lendo todos os posts do autor do blog - que felicito e cumprimento . e raramente merecem daqueles distintos leitores um comentário; e de repente - ai a minha modéstia - chega um estranho, um plebeu da vizinha terra da carne fritada, e é um alvoroço: há posts - coisa inimaginável - que merecem mais de 40 comentários.
Não sendo este blog um privadssimo british club, nem os seu autor censurar os comentários, vão ter a santa paciência de "vêr" por aqui o intruso - um atrevidote.
O banimento decretado "in absentia" aplica-se ao corpo. E mesmo assim sempre se pode, copiando o marquês de pombal, pôr terra da bismula no chão do carro e visitar, sem o profanar o sacrossanto solo de vilar maior.
De qualquer modo seria uma bem avisada ideia construir uma torre de vigia sobre ponte da ribeira de alfaiates (uma nova ponte sequeiros) ligada por cabo óptico à torre do sino, não vá ser necessário tocar a rebate.
E mesmo as coisas sérias podem ser tratadas com alguma ironia: faz bem à sáude!
Você é um parvo! mais parvo é quem lhe dá troco! Pode vir a Vilar Maior qunado quiser e sem medo, que ninguém vai sujar as mãos em si.
Fico fascinado com a elegância, a finura, o recorte distinto dos seus vicentinos comentários comentários .
De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 20:34
Caro Doutor Leal, pergunto a mim mesma se o senhor não terá nada melhor para ocupar o seu tempo que frequentar este blog e confraternizar com o povo de Vilar Maior que tanto critica?
A sua Santa Terrinha não terá por acaso um blog onde o senhor, se não tem mais nada que fazer no seu tempo livre, onde possa ocupar o seu tempo?
Já que tanto insiste em conviver connosco, tenha ao menos o discernimento de o fazer com boa educação e bom gosto, de modo a não nos ofender, pois nós também, dentro do possível, tentamos ter paciência para o senhor!!!
Cumprimentos
De João que Chora a 6 de Outubro de 2008 às 21:40
Cada um tem seu feitio, sou medroso e sou chorão. Mas não sou parvo. Custa-me ver maltratar gente que o não merece e parece-me ser muito tacanho julgar alguém por ser ou não ser da terra. Ora, basta pensar em todos os que nasceram em Vilar Maior e que andam por outras terras (e são quase todos) e tratá-los assim: - Ora, o senhor cale-se que não é de cá!
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