Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.
De "O Canivete" a 2 de Outubro de 2008 às 22:04
Na minha maneira de ver, creio que António Gata não deve "acusar logo o toque" desta maneira pois creio que ninguém lhe pode atribuir exclusivamente o que se passa com o museu de Vilar Maior. Desconhecendo os primeiros passos dados na criação do museu e quem o amparou no inicio da caminhada, parece-me que o maior problema estará em quem não deu continuidade àquilo que se conseguiu pôr de pé.
É claro que tudo gira num enorme turbilhão de de razões para as quais nem só os presidentes da Junta são capazes de dar resposta. Como manter o museu de portas abertas (apenas este exemplo) sem pagar a alguém que se responsabilize por esse serviço?!!.
"Por amor à camisola" já houve (há...) quem o fizesse anos a fio....
Agora o que naturalmente os responsáveis "da coisa pública" devem fazer é não deixar correr o marfim, sem tentarem alertar quem de direito para as necessidades de manter e dar continuidade ao que foi criado.
Ora... aqui está o "busilis" da questão! pagar para o ter aberto... compensa pelo número de visitantes? A professora Delfina tem-se ocupado da chave e muito boa vontade e paciência para acompanhar os visitantes e já é bastante, porque mais ninguém o faria!
A fuga e delapidação do património, já é questão antiga em Vilar Maior. Que o povo os "tenha no sítio" e actue como quando quiseram levar a pia baptismal da Senhora do Castelo!
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