Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Ontem, há cem anos

Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.

publicado por julmar às 15:27
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34 comentários:
De Lian a 4 de Outubro de 2008 às 23:47
Qual quê? Este não é um D. Sebastião adolescente de trazer por casa, que promete aparecer numa qualquer manhã de nevoeiro e ...!!! Nada... !!! Nem vê-lo Não. Este aparece esteja chuva, esteja vento, ou esteja sol. A grande diferença nesta ESTÓRIA , é que o outro teve o cognome de "O DESEJADO".


De agent provocateur a 5 de Outubro de 2008 às 09:19
Isto tem sido um grande divertimento!!!
E também um grande estimulo para os distintos leitores. Venho lendo todos os posts do autor do blog - que felicito e cumprimento . e raramente merecem daqueles distintos leitores um comentário; e de repente - ai a minha modéstia - chega um estranho, um plebeu da vizinha terra da carne fritada, e é um alvoroço: há posts - coisa inimaginável - que merecem mais de 40 comentários.
Não sendo este blog um privadssimo british club, nem os seu autor censurar os comentários, vão ter a santa paciência de "vêr" por aqui o intruso - um atrevidote.
O banimento decretado "in absentia" aplica-se ao corpo. E mesmo assim sempre se pode, copiando o marquês de pombal, pôr terra da bismula no chão do carro e visitar, sem o profanar o sacrossanto solo de vilar maior.
De qualquer modo seria uma bem avisada ideia construir uma torre de vigia sobre ponte da ribeira de alfaiates (uma nova ponte sequeiros) ligada por cabo óptico à torre do sino, não vá ser necessário tocar a rebate.
E mesmo as coisas sérias podem ser tratadas com alguma ironia: faz bem à sáude!


De O Cota a 5 de Outubro de 2008 às 13:32
Ora então para seu gáudio pessoal aqui vai mais um. E é para lhe dizer, que o Dr. quando quer ou quando se esforça, valendo-se dos seus elevadíssimos e refinadíssimos dotes de pura ironia, até consegue entreter-nos. Mas, mais importante do que isso, é constatar que consegue escrever um comentário sem achincalhar nem os vilarmaiorenses , nem a terra que os viu nascer, nem mesmo os não naturais mas amigos de Vilar Maior, que são muitos, alguns deles e ao contrário do que o Dr. pensa, são participantes activos neste blog. E nem diga que, atento o teor de alguns dos comentários que por aqui deixou, estava à espera de ruidosas salvas de palmas. Não, não...!!! O sentimento de orgulho ferido é da natureza humana. E lá diz o ditado; Quem não se sente, não é filho de boa gente.


De Manuel Maria a 5 de Outubro de 2008 às 20:05
Você é um parvo! mais parvo é quem lhe dá troco! Pode vir a Vilar Maior qunado quiser e sem medo, que ninguém vai sujar as mãos em si.


De agent provocateur a 6 de Outubro de 2008 às 11:46
Fico fascinado com a elegância, a finura, o recorte distinto dos seus vicentinos comentários comentários .


De Manuel Maria a 6 de Outubro de 2008 às 16:27
Consigo ser mais verrinoso que isso... não me provoque! LoL
Abraço


De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 20:34
Caro Doutor Leal, pergunto a mim mesma se o senhor não terá nada melhor para ocupar o seu tempo que frequentar este blog e confraternizar com o povo de Vilar Maior que tanto critica?
A sua Santa Terrinha não terá por acaso um blog onde o senhor, se não tem mais nada que fazer no seu tempo livre, onde possa ocupar o seu tempo?
Já que tanto insiste em conviver connosco, tenha ao menos o discernimento de o fazer com boa educação e bom gosto, de modo a não nos ofender, pois nós também, dentro do possível, tentamos ter paciência para o senhor!!!
Cumprimentos


De João que Chora a 6 de Outubro de 2008 às 21:40
Cada um tem seu feitio, sou medroso e sou chorão. Mas não sou parvo. Custa-me ver maltratar gente que o não merece e parece-me ser muito tacanho julgar alguém por ser ou não ser da terra. Ora, basta pensar em todos os que nasceram em Vilar Maior e que andam por outras terras (e são quase todos) e tratá-los assim: - Ora, o senhor cale-se que não é de cá!


De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 21:48
Eu não estava a ofender o Doutor Francisco Leal por ele ser ou não da Terra, mas sim por ele me ter ofendido ao dizer mal da minha Terra, que com muito orgulho digo: " Sou de Vilar Maior".
Não pretendo ofender ninguém mas sim defender a minha Terra.
Um Abraço


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