
Esta fotografia é anterior a 1924, talvez da segunda década do século XX. Não existe ainda cemitério, pois a pedra de que foi feito lá está ainda no corpo da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. As casas brasonadas estão com o telhado em ruínas: Estamos no tempo da 1ª República e as coisas não corriam de feição para os que tinham vivido à sombra das sinecuras da corte.
Fico fascinado com a elegância, a finura, o recorte distinto dos seus vicentinos comentários comentários .
Consigo ser mais verrinoso que isso... não me provoque! LoL
Abraço
De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 20:34
Caro Doutor Leal, pergunto a mim mesma se o senhor não terá nada melhor para ocupar o seu tempo que frequentar este blog e confraternizar com o povo de Vilar Maior que tanto critica?
A sua Santa Terrinha não terá por acaso um blog onde o senhor, se não tem mais nada que fazer no seu tempo livre, onde possa ocupar o seu tempo?
Já que tanto insiste em conviver connosco, tenha ao menos o discernimento de o fazer com boa educação e bom gosto, de modo a não nos ofender, pois nós também, dentro do possível, tentamos ter paciência para o senhor!!!
Cumprimentos
De João que Chora a 6 de Outubro de 2008 às 21:40
Cada um tem seu feitio, sou medroso e sou chorão. Mas não sou parvo. Custa-me ver maltratar gente que o não merece e parece-me ser muito tacanho julgar alguém por ser ou não ser da terra. Ora, basta pensar em todos os que nasceram em Vilar Maior e que andam por outras terras (e são quase todos) e tratá-los assim: - Ora, o senhor cale-se que não é de cá!
De V.M.4ever a 6 de Outubro de 2008 às 21:48
Eu não estava a ofender o Doutor Francisco Leal por ele ser ou não da Terra, mas sim por ele me ter ofendido ao dizer mal da minha Terra, que com muito orgulho digo: " Sou de Vilar Maior".
Não pretendo ofender ninguém mas sim defender a minha Terra.
Um Abraço
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