
Atrevo-me a dizer que este retrato é de 1961. Quase 50 anos!
De quem se trata? Resposta proibida para os retarados e parentes em 1º grau.
De Anónimo a 9 de Outubro de 2008 às 16:52
a minha tia e os meus primos. Eu nasceria 1 ano depois dessa foto.
De "anónimo" a 9 de Outubro de 2008 às 21:39
Não te fazia "tão velhota" (desculpa).. hahahahaha !!
Um beijo.
De O Cota a 9 de Outubro de 2008 às 23:24
Não obstante o facto de haver personagens da minha geração, de momento não reconheço a família. Depois, os dois comentadores que me precederam, se calhar bem, também não quiseram ajudar levantando a ponta do véu. De todo o modo, parece-me família de algumas posses, atendendo não só aos trajes (talvez domingueiros ou até festivos), como ainda ao relógio que o jovem da esquerda exibe garbosamente no pulso, luxo que, ao tempo, não seria para muitos. Essa foi a época da grande debandada, a salto, em demanda de terras de França, facto que até poderá explicar a falta do chefe de família no retrato.
De Lian a 10 de Outubro de 2008 às 00:32
Não consigo descortinar quem seja a família, já que na altura ainda não andava por cá. Contudo, acho a juvenil de cinto branco muito parecida com a neta dos professores Mário Marques e Maria Delfina. Haverá algum elo parental?
De Catarina Marques Falcato a 10 de Outubro de 2008 às 21:12
Eu julgo que a família em questão na foto não tem nenhum parentesco comigo, não sei se estou enganada, porque passados 50 anos é complicado reconhecer as pessoas, principalmente para mim que nessa altura nem a minha mãe era nascida.
No entanto aproveito para reclamar os direitos de parentesco com as pessoas em questão no post publicado Sábado, 12 de Janeiro de 2008, os meus bisavós, pais do meu avô. E a propósito, a cadeira veio mesmo da ilha da Madeira quando os meus bisavós ai fizeram escala ao vir da Argentina.
Catarina
De "O Canivete" a 10 de Outubro de 2008 às 22:30
Boa perspicácia. A mim também me parece haver ali uns ares da neta do professor Mário.
Haverá algum findamento?-é o que se verá.
De "O Canivete" a 10 de Outubro de 2008 às 22:32
Correcção: o meu comentário devia seguir ao de Lian , não acontecendo tal por lapso.
De second generation a 10 de Outubro de 2008 às 04:34
A minha avó e os meus tios. Para além do chefe de família, faltam ainda dois!
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 12:23
Meu caro primo
Eu não estou velhota. A data da foto é que não deve ser exactamente 1961. Depois far-se-ão as contas, ok?
Talvez mais uns cinco anitos, não?
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 17:11
De qualquer modo não vai além de 1963
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 22:37
Cara prima: não te ofendas comigo, o comentário foi em jeito de carinho e às senhoras não se pergunta a idade!!!.
De Katekero a 10 de Outubro de 2008 às 14:49
Parece impossível. Então estão ali duas lindas moçoilas com ar citadino que terão sensivelmente a minha idade (talvez um pouco mais novas) e não as reconheço nem a família? Bom!!! também não consta do poste nem dos comentários já averbados, que se trata de uma família de Vilar Maior. Será?
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 17:09
Sim é uma família de Vilar Maior
De Tília a 10 de Outubro de 2008 às 22:58
Não vou ajudar com o que vou acrescentar mas sei duma história da menina da fita branca na cabeça que conta que esta ia "tocar" a burra que tirava água de uma nora e subia para cima de uma amendoeira com medo de uns lagartos verdes (quem se lembra deles??) e que se escondiam entre umas pedras do "passeio".
De anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 20:52
Cá para mim.... são carrachos. Será?
De João que Chora a 10 de Outubro de 2008 às 21:55
Podem-se rir de mim que sou medroso e sou chorão. E pelos vistos também sou ignorante. Carrachos? Deve ser alcunha e fui ao dicionário ver se adiantava alguma coisa mas fiquei na mesma. Estou de acordo que a menina de fita branca na cabeça e cinto da mesma cor é muito parecida com a neta do professor Mário. Será da família Marques?
O que parece é que o rapazito do relógio não parece pertencer ao grupo, pois ainda que esteja a rir como todos os outros é de relógio o seu vestuário não é urbano. Não deixa de inspirar simpatia e um ar natural diferente.
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 22:46
Vá, vá......não chame denomes ás pessoas!!!!!
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 22:49
Hoje não acerto com o devido lugar para responder directamente ao comentário que pretendo (deve ter sido da água que bebi ao jantar....não de qualquer zorrapa !!!!)
De
julmar a 10 de Outubro de 2008 às 22:56
As zorrapas que bebi na Bismula são-me absolutamente indiferentes perante a generosidade de quem as oferecia.
De Jarmeleiro a 10 de Outubro de 2008 às 22:56
Parece impossivel não conhecerem esta família. O retrato nem é novo nem é velho. È dos tempos do meu tempo. E o chefe da família não está ali mas até podia munto bem estar a jogar uma suecada comigo bem lonje, lá para os lados de champiny Sur Marne. labutei muntas vezes a seu lado. Lá e mesmo cá em Portugal. Era duma fibra sem igual. E a mulher que até era doente, não poida ficar a ver, pois com aquela queira de filhos. Dos filhos docasal não conheço os mais novitos, mas no retrato não identfico nenhum. Não sei, mas o rapasito do relójo até se aparece maneiras com o Dr. Julio director deste blog. Pois já devem ter entendido que falo da família do sr. João Marques e esposa Graça Silva. Na minha maneira de de ver na vila a que mais fez para dar uma vida melhor aos filhos mas estes tamem deram o litro..
De Anónimo a 10 de Outubro de 2008 às 23:09
Obrigado pelo que me toca. Mesmo usando os nomes mais subtis por vezes sem querer, descobrimos a careca e ficamos a saber o personagem que faz o comentário (gente boa....).
De facto o rapaz do relógio é um pouco parecido com o personagem a que Jarmeleiro se refere e não sei se já repararam naquela camisete de tv (assim se chamava na época-lavava-se e passados uns minutos, se fosse verão, estava seca). E já nessa altura escolheu a cor do seu club .
De "O Vila" a 10 de Outubro de 2008 às 23:47
Fatos domingueiros ou de dia festivo......até poderá ser!!!!!o que sei é que não era o fato de dia de semana porque, ainda que de férias, estes personagens não se diferenciavam em nada daqueles da sua idade que regavam, arrancavam batatas ou recolhiam o pão para as eiras para debulhar quando chegasse a malhadeira. O mais espigadote , usava a gravata, pois vestia a preceito para ir ajudar à missa uma vez que na altura era seminarista. Velhos tempos....recordações que não morrem.
De Tília a 10 de Outubro de 2008 às 23:59
Em minha opinião, uma vez que Jarmeleiro já pôs a descoberto a identificação da família, creio que chegou a hora de o Sr. Director do Blog, anunciar o nome de cada personagem. Apesar de tudo admito que muitos, não identificaram ainda as pessoas, sobretudo os mais pequenotes.
De Jarmeleiro a 10 de Outubro de 2008 às 23:48
Sou pessoa simplles pouco letrado e não entendo o seu comentário. Mas entendo munto bem que está aqui para chatear e para isso não faz faltal
De Anónimo a 11 de Outubro de 2008 às 00:06
Parece-me, em meu entender, que Jarmeleiro não fez a melhor leitura da resposta ao seu comentário. Eu também a li e entendi-a de uma maneira diferente da sua!!!!!parece-me que terá havido aí um qualquer mal entendido!!!!.
De Jarmeleiro a 11 de Outubro de 2008 às 00:15
Se fiz um juiso errado as minhas desculpas.
De Anónimo a 11 de Outubro de 2008 às 00:25
Estava a ficar incomodado com a atitude, aceito as desculpas pois nem faz ideia com quem está a falar. Por vezes interpretamos mal as coisas!!.
Votos de um bom fim de semana. Uma boa noite.
Um abraço.
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