Vilar Maior foi vila concelhia entre 1296 e 1855. Era constituído pelas freguesias de Malhada Sorda, Nave de Haver, Aldeia da Ribeira, Badamalos, Bismula, Vilar Maior e Poço Velho. Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Aldeia da Ponte e Forcalhos, Alfaiates, Rebolosa, Seixo do Côa, Vale das Éguas, Ruivós (então parte de Vale das Éguas) e Vale Longo. O concelho tinha 3 302 habitantes em 1801 e 7 415 em 1849.
Descrição do Brasão: «escudo de prata, lanço de muralha com três arcos e duas torres, movente dos flancos, de púrpura, lavrado e iluminado de ouro; em chefe, flor-de-lis de azul; campanha ondada de três burelas de azul e prata. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda a negro: "VILAR MAIOR"».
No caso... a heráldica foi buscar, e bem, inspiração ao velho estandarte do município de Vilar Maior, onde figura a mesma ponte. Só que pelo dois torreões na mesma ponte, não pode ser a do Cesarão, mas a do Côa em Vale Longo (a única nas vizinhanças com torreão, seriam dois?), antiga fronteira entre Leão e Portugal. Ainda as reminiscências do passado...
De
julmar a 23 de Outubro de 2008 às 17:52
Manuel Maria, acrescentei a descição do Brasão ... também para responder um bocadinho à tua interpretação.
De Tília a 23 de Outubro de 2008 às 21:44
Confesso que fiquei um pouco perplexo ao ler o comentário de Manuel Maria. Li o seu comentário e já não me lembrava da descrição do brasão. Ainda pensei duas vezes na possível hipótese de se tratar da evocação de uma ponte....logo descansei de seguida após ler a explicação de Julmar !!.
Nem sempre nos pode ocorrer tudo da maneira mais correcta!!!!!.
Um abraço.
Sim a descrição diz "lanço de muralha"... e o antigo estandarte é um lanço de muralha? com três arcos? a descrição da comissão de heráldica é que está mal na minha modesta opinião, que vale o que vale.
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