Não os ouvimos mas os sinos tocaram a sinal dando conta que mais um filho da terra partira. Por vezes, sabêmo-lo pelo telefone. Desta vez, pela primeira vez por mail. Mesmo assim com atraso. Às vezes com muito atraso.
Desta vez foi mesmo um homem valente que partiu, dos últimos de Vilar Maior que sabiam tudo, quase tudo do que um homem da vila precisava de saber: Guardar gado, cavar, lavrar, malhar, ceifar de uma forma tão igual á do frio que enregela, da água que molha e do vento que encurva as árvores, sempre com uma força tranquila.
À esposa e ao filho, Zé João, sentidas condolências.
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